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Análise Semanal 25/04

Publicado em 25.04.2009 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Análises Semanais

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Parte 1

Parte 2

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Parte 1 – Ibov, Fluxo Bovespa, BMF , Fluxo 10 Mais, LAD, Ibov dolarizado, BR20, EWZ Ishares Brazil, PETR4, VALE5, BBDC4, SBSP3.

Parte 2 – DJI, S&P500, VIX, New High Nem Low, LAD NY, Petróleo, CRB, Dólar Comercial e Juros Futuros Jan/10 e Jan/12.

 

Fluxo 10 Mais Semanal

Saldo positivo

Saldo negativo

VALE5 80.827.500
BVMF3 60.800.000
GGBR4 52.624.100
CSNA3 47.438.800
BBAS3 41.202.300
ARCZ6 27.493.800
BRAP4 20.760.000
VIVO4 16.909.000
VCPA4 16.632.000
NETC4 16.393.700
PETR4 (217.200.000)
PETR3 (109.068.600)
ITAU4 (52.004.000)
CMIG4 (51.071.100)
ELPL6 (49.600.600)
USIM5 (48.551.700)
ELET3 (30.691.800)
MRVE3 (18.341.600)
ITSA4 (17.305.800)
CSAN3 (12.895.600)
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Análise Semanal 28/03

Publicado em 28.03.2009 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo

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Parte 1

Parte 2

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Parte 1 – Ibov, BR20, Fluxo Bovespa, Fluxo BMF, Fluxo 10 Mais, LADs, PETR4, VALE5, GGBR4 e Indicadores econômicos.

Parte 2 – DJI, S&P500, VIX, LAD NY,  New High Nem Low, Petróleo, Risco Brasil e Dólar.

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Rompemos o topo histórico !

Publicado em 26.02.2008 por na(s) categoria(s) Análises

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Calma, ainda não fiquei maluco ! Eu sei que o Ibov, ainda não rompeu o topo histórico. Mas se olharmos o Ibov dolarizado, o cenário é diferente.

Ontem o Ibov em dólar alcançou o seu maior fechamento da história. E o que isso significa ? Muitos estangeiros olham para os índices mundiais indexados pela moeda americana. Portanto, diante da crise americana, encontrar uma bolsa que consegue alcançar novas máximas, pode representar um atrativo.

Ah… lembram do BR20, citado neste artigo, na semana passada ? Pois bem, ontem ele também alcançou o seu topo histórico (fechamento).

Agora só falta você, Ibov !

IBOV

BR20

Ibov Dolarizado

BR20

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BR20 – tocando o TH

Publicado em 21.02.2008 por na(s) categoria(s) Análises

O índice BR20 Titans, negociado na bolsa americana, apresenta a performance das 20 principais ADR’s brasileiras negociadas em Nova Yorke. Normalmente, ele mostra o apetite do estrangeiro pelos papeis brasileiros. E não por acaso, o gráfico serve de rumo para o Ibov.

BR20

IBOV

BR20

Ibov

Pensando nisso, interessante observarmos o atual teste do BR20 ao seu topo histórico. Principalmente se considerarmos que o Ibov, ainda tem uma trajetória de aproximadamente 2% até o mesmo patamar.

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Apertem os cintos

Publicado em 12.11.2007 por na(s) categoria(s) Análises

Hoje era feriado nos EUA, Dia dos Veteranos. A expectativa era de que o dia seria morno, mesmo o Dow Jones abrindo normalmente. Ao invés disso, o que se viu foi mais um dia de muita volatilidade com índices americano e brasileiro terminando no negativo.

O Dow novamente surpreendeu no fechamento e na última hora com um movimento acompanhado de forte volume, rompeu e fechou abaixo do forte suporte dos 13000. Deixando perspectivas ainda mais sombrias para o restante da semana.

O Ibov parece ter voltado a normalidade. Depois de mostrar um descolamento fora do comum com o índice americano na sexta-feira, quando o Ibov subiu 1,19% contra a queda de quase 2% do DJ, hoje o mercado brasileiro parece ter se ajustado a realidade e caiu muito forte (4,34%). A perda dos 62300 deixa espaço, para que o Ibov teste os próximos suportes nos 60000 e 58200.

Chamou minha atenção a queda expressiva do índice BR20, que representa as 20 ADRs mais negociadas no mercado americano. Foi uma baixa de mais de 7%, mostrando que os investidores estrangeiros parecem mais avessos à papeis de países emergentes.

DJI-14

IBOV-28

BR20-2

Dow Jones- 60 min.

Ibov – Diário

BR20 – Diário

A justificativa para esse pessimismo continua a mesma: reflexo do colapso das hipotecas subprime, que afetou o resultado de grandes bancos e instituições financeiras.

O forte recuo no preço das commodities também atingiu em cheio a bolsa brasileira, dado que os papéis de maior peso na composição do índice estão relacionados às matérias-primas.

Em direção contrária, o dólar recuperou parte da recente perda, apresentando alta contra a maior parte das moedas do mundo. A divisa norte-americana ganhou força sobre o euro e a libra esterlina. Contra o real a alta foi de 1,83%, para R$ 1,778.

É o momento de apertarmos os cintos. A turbulência subprime parece estar de volta. Se o seu destino é o longo prazo, calma. Em breve, o céu de brigadeiro deve voltar.

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