Pular a navegação e ir direto para o conteúdo


Bom dia, Mercado 22/07

Publicado em 22.07.2009 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo

.

video

Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, POSI3, IGTA3 e ACGU3

.
Para ver o vídeo: Clique na imagem. Abrirá uma nova janela e clique no play.


Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

.
.
.

Livros

Publicado em 21.07.2009 por na(s) categoria(s) Livros

.

imageO Mundo é Curvo – “Num mundo curvo, é impossível determinar o que há além da linha do horizonte. Essa é a imagem criada por David M. Smick para ilustrar a economia global contemporânea. Em uma realidade cuja única constante é a incerteza, o autor apresenta uma fascinante análise da construção do sistema financeiro atual e revela aos leitores todos os segredos e conchavos negociados nas salas de bancos centrais, empresas multinacionais e em gabinetes de ministros e presidentes. Nesta obra, Smick explica, com uma linguagem fácil de ser compreendida, por que a crise imobiliária norte-americana pode ser apenas a ponta do iceberg da crise financeira pela qual estamos passando. O mundo é curvo é essencial para todos que querem entender os meandros da globalização e se precaver das consequências de negociações escusas no âmbito da economia mundial. “

Opinião: O título do livro foi inspirado na best-seller de Thomas L. Friedman, “O mundo é plano”. Enquanto Friedman na sua obra traz uma abordagem sociológica e política da globalização, Smick procura se concentrar na esféra econômica e financeira, usando como pano de fundo a atual crise mundial. Aliás destacaria o capítulo onde ele explica o caos do subprime americano. com uma clareza impressionante, até o mais leigo dos leitores, compreenderá o que levou a maior economia do mundo à recessão atual. Além disso, Smick termina o livro traçando um cenário bastante sombrio para o sistema financeiro mundial.

.

imageO Crash de 2008 – Em setembro de 2008 eclode a primeira grande crise financeira do século 21, a maior desde a Grande Depressão de 1929 a 1933. Em O Crash de 2008, o autor descreve, de forma resumida, o processo que desencadeou a crise. Charles R. Morris traça um panorama dos últimos 25 anos da política econômica americana e das crises ocorridas nesse período. Analisa o surgimento e o desenvolvimento dos derivativos de crédito e a matematização das finanças; mostra como se montou a pirâmide das hipotecas “subprime”; e prevê o colapso do crédito, expondo a situação desastrosa em que se encontra o sistema financeiro americano e estimando o volume das perdas que suas instituições deverão sofrer. Nos capítulos finais, analisa as primeiras medidas tomadas pelo governo americano para enfrentar a crise e alternativas para uma nova regulação do sistema financeiro. O livro tem prefácio de Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo e contém um glossário de termos financeiros.

Opinião: Um pequeno livro mas com um conteúdo surpreendente.  Charles Morris, faz um relato do que levou a economia americana ao colapso do subprime. Analisando as crises do passado, o autor levanta a discussão da eterna briga entre a teoria keynesiana e a teoria neoliberal de Friedman, deixando claro que a falta de regulamentação do setor financeiro foi a principal causa do crash.
Interessante notar a repulsa do autor com a tendência de se automatizar o mercado financeiro, deixando que os computadores tomem conta da avaliação dos investimentos. Morris enfatiza que os mercados são feitos de pessoas e que portanto ninguém melhor do que estas mesmas pessoas para avaliar o que é certo ou errado.
Apesar de utilizar muitos termos técnicos (necessários, para explicar como se originou a crise) o livro se mostra muito didático.

.

image

Aprenda a Vender e Operar Vendido – “Neste livro, Alexander Elder discute um dos aspectos mais negligenciados na área de investimentos e revela como você pode se proteger e obter lucro sabendo a hora de sair de campo e fazê-lo da forma correta. O livro explica como estabelecer seus “profit target” e “stop loss” antes de iniciar qualquer negócio financeiro e traz exemplos de casos reais que ilustram como gerenciar e ajustar suas estratégias de investimento.
Iniciantes e amadores investem todo o seu tempo procurando por novas oportunidades de investimento. Muitos se preocupam em achar alguma combinação mágica de indicadores que sempre identificarão as ações mais lucrativas, acreditando que, se entrarem no negócio no momento certo, o investimento andará por si só. Investidores profissionais, por outro lado, entendem que o monitoramento da relação risco-retorno da posição inicial e final do investimento é fundamental para o seu sucesso.
Efetuar vendas rápidas – aproveitando-se do declínio do mercado – é um dos jogos favoritos dos profissionais da área, que representam grande parte das vendas rápidas na maioria das vezes. E é desse lado que se deve querer estar.”

Opinião: Esta edição brasileira foi traduzida pelo Bastter, que pelo jeito anda se especializando no assunto. Os comentários do tradutor, que conhece bem o mercado brasileiro, ajudam bastante no entendimento do livro para os iniciantes. Para aqueles que já leram as obras anteriores publicadas no Brasil do Alexander Elder, acredito que este título não trará muitas novidades. Aliás diria até que é bastante repetitivo.
De qualquer forma, é inegável a facilidade que o autor tem de prender a atenção do leitor. Ainda mais, quando o livro todo é apresentado em quatro cores, e diante da grande quantidade de exemplos reais de operações no mercado americano.

.

image

O Mercado de Ações em 25 Episódios – “Buscando espantar os fantasmas e os falsos mitos que ainda impedem o brasileiro de investir na bolsa de valores (apenas 0,26% da população o faz), Paulo Portinho apresenta ao leitor as experiências com investimentos dentro da realidade de cada um de nós.
Sem complicações ou firulas matemáticas e técnicas, O Mercado de Ações em 25 Episódios é um livro para quem nunca experimentou a bolsa de valores e também para os experientes que deixaram passar alguns conceitos fundamentais. O livro toca, ainda, em pontos como a aposentadoria em ações, mostrando que esta realidade não está tão longe das possibilidades do brasileiro médio.
Ao final do livro, pode-se ter a sensação de que “você sempre soube investir em bolsas de valores”, apenas ainda não o havia descoberto!”

Opinião: Neste livro, Paulo Portinho apresenta o famoso método INI (Instituto nacional de investidores) de investimento. Baseado na escola fundamentalista, o conteúdo do livro tem um enfoque de longo prazo, ensinando como montar uma carteira e usufruir dos benefícios da aposentaria em ações.
Se você já acompanha a excelente newsletter mensal do INI, encontrará muita coisa repetida. De qualquer forma a leitura é muito agradável e com certeza deve fazer parte da biblioteca de todo investidor.

.

Bom dia, Mercado 21/07

Publicado em por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo

.

video

Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, ITUB4, TAMM4 e CSNA3

.
Para ver o vídeo: Clique na imagem. Abrirá uma nova janela e clique no play.


Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

.
.
.

Análise Semanal 18/07

Publicado em 17.07.2009 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Análises Semanais

.

video

video

PARTE 1

PARTE 2

Para ver os vídeos: Clique na imagem. Abrirá uma nova janela e clique no play.

.

Parte 1 – Ibov, Fluxo Bovespa, BMF , Fluxo 10 Mais, LAD, PETR4, VALE5, AMBV4, MARI3 e ELET6.

Parte 2 – DJI, S&P500, VIX, LAD NY, New Highs/New Lows, EMBI, Dólar comercial e Juros Jan2012.

.

Fluxo 10 Mais – Semanal

fluxo

.


Importante: Os vídeos tem propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

.
.
.

Bom dia, Mercado 17/07

Publicado em por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo

.

video

Gráficos: Ibov, DJI, PETR4, VALE5, RSID3, PDGR3 e GFSA3

.
Para ver o vídeo: Clique na imagem. Abrirá uma nova janela e clique no play.


Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

.
.
.

Inverse ETF’s

Publicado em 16.07.2009 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Destaques, Estratégias, Opinião

.

Antes de mais nada, é importante frisar que os ativos que vou mostrar são (infelizmente) exclusividade do mercado americano.

Os chamados ETF’s (Exchange Traded Funds), ou fundos de índices, começaram a ser negociados no Brasil, no final do ano passado, e buscam obter o retorno de determinado índice e as cotas são negociadas na Bolsa (já escrevi sobre eles, neste artigo). Mas os Inverse ETF’s ainda não “aterrizaram” aqui no nosso mercado.

Os Inverse ETF’s são fundos que reproduzem uma posição de venda a descoberto, ou contrária, a um índice, um setor industrial, uma commodity, bonds, etc. Aqui no Brasil, se um pequeno investidor quiser ficar “short” em bancos, precisa vender uma carteira de ações, alugar os papéis, oferecer garantias e assinar contratos. Nos EUA, ele clica no computador e compra um fundo que faz isso tudo e negocia como se fosse uma ação. É facílimo e as pessoas podem comprar siderurgia, vender mineração, comprar bonds e vender ações de empresas pequenas ou estrangeiras ou emergentes etc.

Por isso, não é de se estranhar que hoje em dia 40% das operações realizadas na bolsa de NY são através de fundos ETF’s. E esse percentual continua crescendo.

Os Inverse ETF’s são também conhecidos como “Short ETF” ou “Bear ETF”. Abaixo, eu apresento dois tipos de Inverse ETF’s, juntamente com os índices que os originaram:

inversesp500

sp500

Inverse ETF 2x S&P500

S&P500

inverserussell

russell

Inverse ETF 2x Russell 2000

Russell 2000

É fácil perceber a correlação negativa existente entre os gráficos.

Para aqueles investidores aqui no Brasil que tem o costume de inverter o gráfico, visando operar no campo vendido, a disponibilidade deste tipo de ativo, sem dúvida, facilitaria muito o trabalho. Só nos resta esperar que a Bovespa se interesse em desenvolver este produto por aqui. Infelizmente, se depender da baixissima liquidez dos ETF’s atuais na nossa bolsa, o interesse pode demorar a chegar.

.

Bom dia, Mercado 16/07

Publicado em por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo

.

video

Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, NATU3, GFSA3 e DJI

.
Para ver o vídeo: Clique na imagem. Abrirá uma nova janela e clique no play.


Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

.
.
.

Bom dia, Mercado 15/07

Publicado em 15.07.2009 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo

.

video

Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, RSID3, TAMM4, CPFE3 e DJI

.
Para ver o vídeo: Clique na imagem. Abrirá uma nova janela e clique no play.


Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

.
.
.

Uma boa opção

Publicado em 14.07.2009 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Destaques, Estratégias, Opinião

.

bullbear Em outra ocasião já tratei da operação de aluguel de ações aqui no blog, mas agora com as novas taxas da BMF&Bovespa, resolvi voltar ao assunto. Este tipo de operação é destinada para os investidores de longo prazo, que possuem uma boa carteira de ações e não pensam em vender tão cedo.

Desde Maio deste ano, os investidores de ações que decidirem colocar os papeis da carteira para serem alugados, além de receber a taxa do aluguel, recebem um adicional pago pela bolsa, de 0,05% ao ano. Sem dúvida, não trata-se de um grande percentual, mas diante do cenário de queda de juros da economia, a taxa aparece como uma boa opção de ganhos extras.

Outro ponto positivo para este tipo de operação, consiste na isenção do pagamento da taxa de custódia. Vale lembrar, que a partir de Maio, carteiras acima de 300k pagam uma taxa mensal de custódia que varia dependendo do montante total (veja a tabela completa, clicando aqui). Alugando as ações, o investidor fica isento desta cobrança.

As operações de aluguel não trazem riscos para o investidor, já que a garantia da negociação é da Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), que funciona como contraparte. No site da instituição inclusive (www.cblc.com.br), podemos acessar o valor das taxas que estão sendo negociadas para cada papel. As corretoras normalmente informam o valor de cada taxa para o investidor, mas é altamente aconselhável que o investidor acesse o site da cblc e saiba quais foram os últimos percentuais negociados.

Há dois tipos de contrato de aluguel: o que pode ser revertido a qualquer momento e o não reversível, o mais comum, que prevê a devolução apenas no vencimento. O prazo é determinado pelo doador, mas normalmente o prazo médio é de 60 dias.

Vale lembrar, que quem cede as ações continua tendo direito aos dividendos, juros sobre capital próprio e bonificações e, que no final do contrato, recebe os papéis de volta pela cotação do dia.

Ações muito líquidas são as mais procuradas, mas também são as que pagam as menores taxas. Papeis da Petrobras e da Vale por exemplo, hoje em dia pagam menos de 0,4% ao ano. Nestes casos, na minha opinião, o aluguel pode não ser muito interessante. Já que tanto a PETR4 como a VALE5, possuem uma boa liquidez nos seus derivativos, permitindo outras estratégias de remuneração da carteira.

Por fim, é importante comentar, que os ganhos auferidos no aluguel das ações já são tributados na fonte pelo imposto de renda e que, assim como ocorre nos investimentos de renda fixa,  a tabela de alíquotas usada é a regressiva (até 6 meses – 22,50%, 6 a 12 meses – 20%, 12 a 24 meses – 17,50% e acima de 24 meses – 15%).

.

Bom dia, Mercado 14/07

Publicado em por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo

.

video

Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, BBDC4, PRGA3 e TEND3.

.
Para ver o vídeo: Clique na imagem. Abrirá uma nova janela e clique no play.


Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

.
.
.