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Highlights 4trim.2012–BrMalls–BRML3

Publicado em 07.03.2013 por na(s) categoria(s) Análises, BRML3, x Raio X

Números

  • A BrMalls apresentou um lucro líquido de R$ 1,066 bilhão no quarto trimestre de 2012, equivalente a uma alta de 269% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior. Já o lucro líquido ajustado, que desconsidera o efeito da valorização das propriedades para investimento, foi de R$ 112,4 milhões, crescimento de 24,1%.
  • No acumulado de 2012, o lucro líquido totalizou R$ 1,742 bilhão, 269,9% mais que em 2011. O lucro líquido ajustado do ano, por sua vez, alcançou R$ 409,5 milhões, alta de 32,6%.
  • O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) da BrMalls no quarto trimestre foi de R$ 2,045 bilhões, crescimento de 108% ante o mesmo período do ano anterior; enquanto o Ebitda de 2012 foi R$ 3,422 bilhões, alta de 135% ante 2011.
  • A receita líquida da companhia no quarto trimestre foi de R$ 335,8 milhões e de R$ 1,123 bilhão no acumulado do ano, o que corresponde a altas de 27,4% e 30,4% nas mesmas bases de comparação acima.

Investimentos e Dívida

  • A dívida líquida da BrMalls subiu 14,4% do terceiro para o quarto trimestre, passando de R$ 3,244 bilhões para R$ 3,712 bilhões no período. Apesar do volume maior do endividamento, a relação entre a dívida e seu Ebitda anualizado caiu de 3,64 vezes para 3,48 vezes .
  • O custo médio da dívida caiu 1,8 pontos percentuais em 2012 em relação a 2011, ficando em 5,8% mais IGP-M
  • A BrMalls encerrou o quarto trimestre de 2012 com um caixa de R$ 791,3 milhões, redução de 10,3% comparado ao terceiro trimestre.
  • Resultado financeiro no quarto trimestre foi negativo em R$ 127,1 milhões. Despesas financeiras mais pesadas no quarto trimestre ocorreram devida a refinanciamentos não recorrentes (R$14Milhões).
  • Volume de investimentos nos últimos três meses do ano totalizou R$ 481,6 milhões, dos quais R$ 270,8 milhões foram para aquisições, R$ 138,2 milhões para projetos de novos shoppings centers em desenvolvimento, R$ 72,0 milhões para expansões e revitalizações, e R$ 627,7 mil em processos internos e sistemas.

Efeitos não recorrentes

  • A melhora do lucro da BrMalls no quarto trimestre foi impulsionada pela expansão do portfólio de shopping centers e das receitas operacionais no período.
  • A BrMalls também foi beneficiada pelos efeitos da avaliação da propriedade para investimento ao valor justo, que geraram um efeito positivo não caixa de R$ 1 bilhão no quarto trimestre, elevando o valor das propriedades para investimento da companhia para R$ 16,1 bilhões, valor 28% superior ao apresentado nos mesmos meses de 2011.

Área Bruta Locável

  • A área bruta locável (ABL) própria da companhia chegou a 934,9 mil metros quadrados no fim de 2012, 17,1% mais que no fim de 2011. A companhia passou a deter participação em 51 shoppings, ante 46 no ano anterior.
  • A BrMalls possui cinco projetos de novos shoppings e sete expansões em andamento, que somados elevarão o ABL próprio para 1,1 milhão de metros quadrados até 2015.

Resultado Operacional

  • Vendas da BrMalls no critério mesmas lojas (abertas há mais de um ano) tiveram alta de 7,6% no quarto trimestre e de 7,4% no ano, enquanto os aluguéis mesmas lojas subiram 10,2% no quarto trimestre e 9,6% no ano.
  • Os leasing spreads (diferença entre os valores de locação) para renovações de contratos foi de 29,8% e para novos contratos foi de 15,6% no quarto trimestre.
  • A inadimplência líquida da cia foi de 0,9%.

Receitas e Despesas

  • No quarto trimestre, as despesas com vendas, gerais e administrativas totalizaram R$ 52,8 milhões, o que representa um crescimento de 59,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • 71% das receitas da companhia são originadas pelo aluguel das lojas dos shoppings.

Dividendos

  • A companhia também informou que irá propor aos acionistas, na Assembleia Geral Ordinária, a distribuição de R$215Milhões em dividendos, o que corresponde a um  payout  de 55% do FFO. A ideia é manter este percentual nos próximos 3 anos.
  • Em relação a 2011, o total de dividendos é 215,7% maior.

 

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PL

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Patrimônio Líquido
Lucro Líquido
ROE

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Receita Líquida

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Dívida Líquida

 

Resumo Semanal 01/03

Publicado em 01.03.2013 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Análises Semanais

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Disclaimer: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas e fundamentalistas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

Highlights 4trim.2012–Vale–VALE5

Publicado em 28.02.2013 por na(s) categoria(s) Análises, VALE5, x Raio X

 

 

Números

  • A Vale reportou prejuízo líquido de R$ 5,6280 bilhões no quarto trimestre de 2012, ante lucro de R$ 8,354 bilhões no mesmo intervalo de 2011. O primeiro resultado negativo registrado pela mineradora desde o terceiro trimestre de 2002.
  • No ano, a companhia contabilizou lucro de R$ 9,734 bilhões, ante R$ 37,814 bilhões do exercício anterior.
  • O Ebitda ajustado do quarto trimestre somou US$ 4,394 bilhões, retração de 40,59% em relação ao mesmo intervalo de 2011. No acumulado de janeiro a dezembro, o Ebitda da Vale totalizou US$ 19,135 bilhões em 2012, queda de 43,32% na comparação com o ano anterior.
  • A receita operacional entre outubro e dezembro do ano passado totalizou US$ 12,002 bilhões, queda de 18,66% ante o mesmo período de 2011. No acumulado do ano, a receita encolheu 23,08% em relação ao ano anterior e atingiu US$ 46,454 bilhões em 2012.
  • A já esperada retração da receita em 2012, com reflexo no Ebitda anual, decorre da queda do preço do minério de ferro. Em setembro de 2012, a cotação da commodity chegou a US$ 86,7, no menor patamar desde outubro de 2009, ainda sob efeito da crise mundial.

Preço do minério

  • O preço médio de venda do minério de ferro da Vale no quatro trimestre do ano passado ficou em US$ 93,66, mostrando queda de 22,84% sobre o mesmo período de 2011, porém apresentado aumento de 11,9% sobre o preço médio praticado no terceiro trimestre de 2012.
  • Conforme documento que acompanha o balanço da empresa, entre outubro e dezembro, 60% das vendas ocorreram no mercado spot, 14% foram no sistema VRP, que é o preço médio de três meses aplicado com um mês de defasagem, e 26% no sistema VCP, que é a média do trimestre corrente.

Itens não recorrentes

  • A principal explicação para o resultado negativo está nas baixas contábeis superiores a US$ 4 bilhões feitas pela Vale no balanço trimestral, referentes à reavaliação das operações de níquel de Onça Puma, no Pará, e de ativos de alumínio. Além disso, pesaram sobre o resultado outros arranjos contábeis realizados pela Vale no trimestre, caso de acordos prévios com o governo de Minas Gerais e da Suíça. No quarto trimestre de 2011, a Vale havia reportado lucro líquido de US$ 4,672 bilhões.
  • Se não fossem os itens não recorrentes, a Vale teria encerrado o trimestre com lucro líquido de US$ 1,933 bilhão. Já o acumulado de 2012 totalizaria US$ 11,236 bilhões, resultado foi 51,64% inferior ao registrado no ano anterior.

Investimentos e dívida

  • Os investimentos da Vale somaram US$ 17,729 bilhões em 2012, 17,2% inferior aos US$ 21,411 bilhões que a companhia pretendia desembolsar neste ano. Apesar do valor abaixo do esperado, a mineradora encerrou 2012 com investimento praticamente no mesmo patamar do ano anterior.
  • A Vale encerrou o ano com dívida bruta de US$ 30,546 bilhões, montante 4,5% superior ao registrado ao final de setembro. A dívida líquida cresceu 18,9% em igual base comparativa e totalizou US$ 24,468 bilhões. Ao final do ano, a Vale mantinha US$ 6,078 bilhões de recursos em caixa.
  • O prazo médio da dívida da Vale encerrou o ano em 10,1 anos e o custo médio chegou a 4,63% ao ano.
  • A alavancagem da Vale, medida pela relação entre dívida bruta e Ebitda, alcançou 1,6 vezes ao final de 2012. O indicador é 0,28 ponto porcentual maior do que o registrado pela mineradora em setembro do ano passado. Os números consideram o Ebitda ajustado da companhia,
    excluindo os efeitos considerados não recorrentes.

Produção e vendas

  • A Vale faturou uma cifra recorde de US$ 1,092 bilhão com as vendas de carvão em 2012, um crescimento de 3,21% em relação ao ano anterior.
  • As vendas de minério de ferro e pelotas da Vale totalizaram 39,1 milhões de toneladas na base CFR no quarto trimestre, volume 17,2% maior do que o registrado no mesmo período de 2011. Na comparação com o terceiro trimestre, o volume é 18,9%% superior.
  • No acumulado anual, as vendas de minério de ferro e pelotas atingiram novo recorde histórico, de 303,4 milhões de toneladas métricas. O montante é 1,4% maior do que o recorde anterior, de 2011, quando as vendas alcançaram 299,1 milhões de toneladas métricas.
  • Quando considerada apenas a produção de minério no quarto trimestre de 2012, a Vale registrou um novo recorde para quartos trimestres, com um total de 85,5 milhões de toneladas de minério produzidas.

Clientes

  • De acordo com o balanço da Vale, a participação da China nos embarques de minério de ferro e pelotas cresceu de 49,1% no terceiro trimestre para 55,1% nos três últimos meses de 2012. As vendas à Europa, por outro lado, caíram de 17,9% para 14,7% em igual período. A participação do Japão também encolheu, de 10,9% para 8,7%. No acumulado do ano, as vendas de minério de ferro e pelotas à China cresceram para 49%, ante 44,1% de 2011. A participação da Europa caiu de 18,9% para 17,1% e do Brasil, de 13,4% para 11,7%, destacou a companhia.

Custos

  • Os custos dos produtos vendidos (CPV) da Vale somaram US$ 6,459 bilhões no quarto trimestre de 2012, montante 7,2% superior ao registrado pela mineradora no mesmo período de 2011. A principal justificativa dada pela empresa é o aumento do frete marítimo.
  • Atualmente, a diferença de frete entre a Vale e as concorrentes australianas está em cerca de US$ 10.
  • O diretor executivo de Finanças da Vale, Luciano Siani, em teleconferência, informou que a companhia mantém a meta de redução de custo de 20% anunciada no último Vale Day nos Estados Unidos.

Outros

  • O presidente da Vale, Murilo Ferreira, acredita o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve julgar nas próximas semanas a ação movida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que questiona a cobrança de tributos sobre o lucro de coligadas ou controladas de empresas brasileiras no exterior. A Vale é uma das companhias que questiona a cobrança bilionária de R$ 24 bilhões, feita pela Receita Federal.
  • A Vale espera obter todas as licenças necessárias ao desenvolvimento do megaprojeto Serra Sul, no Pará, até abril. Orçado em quase US$ 20 bilhões, o projeto Serra Sul é a principal aposta da Vale para o crescimento da companhia nos próximos anos.
  • A direção da empresa não acredita que o crescimento da produção de minério de ferro da China terá um grande impacto no mercado internacional.

 

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Receita Líquida
Lucro Líquido
Margem Líquida

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Patrimônio Líquido
Lucro Líquido
ROE

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Disponibilidades

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Dívida Líquida

 

Highlights 4trim.2012–Ambev–AMBV4

Publicado em 27.02.2013 por na(s) categoria(s) AMBV4, Análises, x Raio X

    • O lucro consolidado subiu 23,5%, para R$ 3,784 bilhões NO 4o. trimestre, ante os R$ 3,064 bilhões registrados no quarto trimestre de 2011.
    • Já o Ebitda  teve alta de 22,4%, para R$ 5,497 bilhões, com margem Ebitda de 54,3%, ante a de 53,6% no quarto trimestre de 2011.
    • A receita líquida do quarto trimestre somou R$ 10,133 bilhões, alta de 21,0% sobre os R$ 8,378 bilhões registrados nos meses de outubro a dezembro de 2011.
    • No ano de 2012, o volume vendido pela Ambev totalizou 169,839 milhões de hectolitros de bebidas, aumento de 2,9% ante os 165,043 milhões de hectolitros de 2011. Somente de cerveja foram comercializados 122,478 milhões de hectolitros, alta de 3,2%, enquanto de refrigerantes e bebidas não alcoólicas o total foi de 47,360 milhões de hectolitros, expansão de 2,3%.
    • Ambev planeja investir cerca de R$ 3 bilhões nas suas operações no Brasil para a construção de novas fábricas e centros de distribuição (CDs), ampliação de unidades industriais, desenvolvimento de novos produtos e otimização logística e de produção em todas as regiões do País. Se usado todo o recurso será o quarto ano de aportes recordes da companhia no Brasil, somando quase R$ 10 bilhões.
    • Os investimentos totais e globais em 2012 foram de R$ 3,014 bilhões, sendo R$ 1,054 bilhão somente no quarto trimestre.
    • A companhia informou que seguirá na busca do equilíbrio entre volume, preço e mix, com foco no crescimento via inovações de embalagem, de líquidos.
    • Nos canais de venda, a Ambev quer priorizar as vendas de bebidas premium, além de maior disponibilidade do portfólio completo no Norte e no Nordeste e atuação mais forte com garrafas de vidro retornáveis.
    • Aumento de impostos (em Abril e em Outubro) devem impactar negativamente o segmento de cervejas. Por outro lado, incrementos reais no salário mínimo e níveis de desemprego consideravelmente baixos devem continuar a impactar positivamente a renda disponível, o que, em conjunto com os esforços do governo federal em estimular a economia brasileira, devem ser positivos.
    • Segundo a Ambev, o mercado de cerveja nacional cresceu 3,2% em 2012 (4,7% somente no quarto trimestre).
    • Expectativa para o 1o. trimestre de 2013 para o segmento de cervejas  é desafiador principalmente devido ao carnaval mais cedo e às condições meteorológicas ligeiramente piores.
    • Ambev prevê que a receita líquida (ROL) por hectolitro no Brasil cresça um dígito porcentual alto, devido principalmente pelo efeito dos ajustes de preço realizados em 2012, bem como pelos benefícios decorrentes do maior peso das marcas premium e da
      distribuição direta.
    • Custo do Produto Vendido (CPV) por hectolitro no Brasil deva crescer entre um dígito porcentual alto e dois dígitos baixos no ano com base no atual mix de produtos dadas as pressões de custo de matérias-primas, como, por exemplo, a desvalorização do real ao longo de 2012, além de impactos fiscais negativos em refrigerantes e bebidas não alcoólicas.
    • A ROL por hectolitro ficou em R$ 189,80, aumento de 15,5% frente aos R$ 164,40 de 2011. O CPV somou R$ 10,291 bilhões, incremento de 17%, enquanto o CPV por hectolitro aumentou 13,7%, para R$ 60,60.
    • A Ambev ainda informou que a taxa média de suas proteções financeiras (hedge) de câmbio para 2013 foi de R$ 1,93 por dólar, que se compara com R$ 1,66 por dólar em 2012.
    • Sobre a reestruturação societária, anunciada em dezembro, que prevê a migração para uma classe única de ações, a Ambev disse que os acionistas minoritários deverão aprovar a proposta em assembleia durante o segundo trimestre do ano.
    • A participação média da empresa em cerveja no Brasil no trimestre ficou em 67,9% e no ano, 68,5%. Em refrigerantes , a empresa teve uma fatia média no trimestre de 18,1%, alta de 0,2 ponto porcentual ante o quarto trimestre de 2011.
    • Com a incorporação da Cervecería Nacional Dominicana (CND), cujo controle (51%) foi adquirido em meados do abril do ano passado, as operações da Ambev na região Hila-ex (Guatemala, Peru, República Dominicana, Equador, Nicaragua, El Salvador, Dominica, Antigua e St. Vicent) apresentaram crescimento tanto em volume quanto em receita.
    • Na América Latina Sul (LAS – ex-Quinsa), região que engloba operações da Ambev na Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Chile, a companhia apresentou avanço em receita, mas queda em volume por conta do aumento de preços dos itens vendidos e desempenho fraco da indústria, principalmente na Argentina.
    • As operações da Ambev no Canadá/Labatt segue apresentando avanço em receita líquida e queda em volume, o que já era esperado pelo mercado.
    • O diretor geral da Ambev, João Castro Neves, informou em teleconferência que “2013 vai ser o ano”. A direção ficou muito otimista com o mercado, depois da resposta positiva mesmo com a elevação dos preços realizada no final do ano passado. No ano passado, a Ambev aumentou entre 9% a 9,5% os preços de suas cervejas comercializadas no País e entre 13% e 14% os dos refrigerantes.A direção também comentou que pretende ampliar a produção e venda da Budweiser.
    • Ainda na teleconferência, a direção desmentiu as acusações de consumidores norte-americanos contra a empresa e sua controladora, a ABInbev, de diluir com água dez de suas marcas de cerveja, entre elas a Budweiser. Nada foi comprovado e a empresa fez questão de enfatizar que a liderança de mercado é com base no respeito ao consumidor e na qualidade de nossos produtos

 

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Receita Líquida
Lucro Líquido
Margem Líquida

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Patrimônio Líquido
Lucro Líquido
ROE

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Disponibilidades

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Dívida Líquida

 

Highlights 4trim.2012 – AES Tietê– GETI3 / GETI4

Publicado em por na(s) categoria(s) Análises, GETI3, GETI4, x Raio X

 

    • A AES Tietê reportou queda de 30,9% no lucro líquido do quarto trimestre de 2012 frente à igual período de 2011, de R$ 262,6 milhões para R$ 181,4 milhões. Ebitda recuou 30,2%, para R$ 292,08 milhões. Já a receita líquida diminuiu 8,8%, para R$ 493,9 milhões.
    • Na comparação anual, a geradora reportou lucro líquido de R$ 901,2 milhões em 2012, alta de 6,7% em relação aos R$ 844,8 milhões reportados em 2011. Já o Ebitda cresceu 5,2%, para R$ 1,542 bilhão. A receita líquida da AES Tietê aumentou 12%, para R$ 2,11 bilhões.
    • A margem do Ebitda caiu de 78% em 2011 para 73% em 2012. Isso se deve principalmente ao custo de energia comprada no mercado spot para revenda.
    • O conselho de administração da AES Tietê aprovou o pagamento de R$ 181.875.339,99, equivalente a R$ 0,455106227 para cada ação ordinária e R$ 0,500616850 para cada preferencial, e juros sobre capital próprio não imputáveis ao dividendo obrigatório no valor de R$ 26.103.975,45, equivalente a R$ 0,065319915 para cada ação ordinária e R$0,071851907 para cada preferencial.
    • O presidente do Grupo AES Brasil, Britaldo Soares, afirmou que a AES Tietê não irá disputar a concessão das hidrelétricas Sinop e São Manoel.
    • Prioridade da geradora segue sendo o desenvolvimento dos seus projetos térmicos a gás natural no Estado de São Paulo. A grande dificuldade deste tipo de empreendimento é o suprimento do combustível.
    • AES Tietê já negociou 320 MW médios de energia no mercado livre até o quarto trimestre do ano passado dentro da estratégia de se recolocar no mercado como agente comercializador e se preparar para o fim do contrato de venda de energia com a AES Eletropaulo no fim de 2015.
    • Alguns contratos no mercado livre já avançam até o ano de 2016. O objetivo é ampliar o relacionamento da companhia com os clientes livres, visando a fidelização desses consumidores quando o contrato com a AES Eletropaulo se encerrar.
    • Como sua oferta está toda contratada com a AES Eletropaulo, a AES Tietê tem comprado e vendido a energia de terceiros no mercado livre para o atendimento da demanda dos seus clientes livres. Na medida em que esses contratos de fornecimento forem se encerrando e a companhia tiver energia própria descontratada, a expectativa é de que os clientes livres optem por estender os seus contratos com a AES Tietê, agora consumindo a oferta gerada pela própria empresa. Com isso, a companhia teria uma carteira de clientes diversificada a partir de 2016 que minimizariam o fim do contrato de suprimento para a AES Eletropaulo.
    • A AES Tietê trabalha com a meta de investir R$ 213 milhões em 2013, crescimento de 53,4% em relação aos R$ 138,8 milhões aportados em 2012.
    • Em 2012, a companhia investiu R$ 123,1 milhões na modernização e em equipamentos de suas usinas, sobretudo nas hidrelétricas Nova Avanhandava, Ibitinga, Euclides da Cunha e Limoeiro. A empresa também aportou R$ 11,6 milhões em melhorias na área de tecnologia da informação (TI) e outros R$ 4,1 milhões na conclusão da construção da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) São José, que entrou em operação em março de 2012.
    • A empresa conseguiu evoluir na carteira de clientes no mercado livre. Em 2011, comercializou 32 MWm. Em 2012, pulou para 320MWm.
    • Considerando a receita total da cia, em 2011 a participação do mercado spot e dos contratos bilaterais era de 5,99%. Agora em 2012, este mesmo tipo de contrato alcança 10,46% sobre a receita total. Ou seja, a empresa vem praticando uma estratégia intensa de diversificação, focando o término do contrato com a Eletropaulo em 2015.
    • A queda do CDI beneficiou o resultado financeiro de 2012. Em relação a 2011, a melhora foi da ordem de R$5milhões, passando para um resultado negativo de R$42milhões.

 

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Receita Líquida
Lucro Líquido
Margem Líquida

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Ebit

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Disponibilidades

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Dívida Líquida

 

Highlights 4trim.2012–Telefônica – VIVT4

Publicado em 25.02.2013 por na(s) categoria(s) Análises, Análises Semanais, VIVT4, x Raio X

  • A Telefônica/Vivo registrou líquido consolidado de R$ 4,452 bilhões em 2012, o que representa uma alta de 2,1% na comparação com 2011.
  • O Ebitda da empresa aumentou 22,4% no ano passado ante o ano anterior, para R$ 12,705 bilhões. A margem Ebtida ficou em 37,4%, crescimento de 1,8 ponto porcentual.
  • A administração explica no relatório que o Ebitda foi afetado pela venda de ativos não estratégicos no valor de R$ 675,7 milhões. Sem esse efeito, a margem Ebitda seria de 35,7% no trimestre, 1,6 p.p. maior ante a margem ajustada do quarto trimestre de 2011, também impactada pela venda de ativos no valor de R$ 380,1 milhões. No acumulado do ano, os efeitos não recorrentes decorrentes de venda de ativos e gastos com integração somaram R$ 1,142 bilhão.
  • A receita operacional líquida consolidada da operadora de telefonia foi de R$ 33,931 bilhões em 2012, avanço de 16,5% em relação ao ano anterior.
  • O total de acessos registrado pela Telefônica/Vivo cresceu 4,9% no quarto trimestre de 2012 para 91,1 milhões. Incremento também de 4,9% nos acessos de voz fixa no segmento corporativo em relação ao último trimestre de 2011. Já no mercado M2M (machine-to-machine), a empresa conquistou o dobro de clientes obtidos no quarto trimestre do ano anterior, totalizando 1,2 milhão de acessos. Já os acessos de banda larga fixa totalizaram 3,7 milhões clientes no último trimestre de 2012. O crescimento de 2,8% em relação ao ano anterior foi impulsionado pelo aumento da conexão em fibra. O serviço Vivo Fibra fechou o ano com 112 mil acessos.
  • A dívida líquida da Telefônica/Vivo atingiu R$ 439,9 milhões ao final do quarto trimestre de 2012. O montante representa queda de 86,1% ante os R$ 3,165 bilhões registrados em igual trimestre de 2011 e de 59,4% ante R$ 1,083 bilhão do terceiro trimestre de 2012. De acordo com a empresa, a redução da dívida líquida está relacionada, principalmente, com a geração de caixa. A Telefônica/Vivo acrescentou que a exposição cambial da dívida está 100% coberta por operações de hedge (proteção).
  • O total de investimentos no quarto trimestre do ano passado foi de R$ 2,845 bilhões, acima dos R$ 1,952 bilhão de igual período de 2011. No acumulado de 2012, os investimentos atingiram R$ 6,117 bilhões, 6,5% superior ao ano de 2011.
  • Os investimento da Telefônica/Vivo devem crescer 12% em 2013.
  • A receita média por usuário da telefonia móvel caiu 2,8% no quarto trimestre de 2012, informou hoje a Telefônica/Vivo. O valor foi de R$ 23,9, abaixo dos R$ 24,6 registrados em igual trimestre de 2011 por causa do impacto das tarifas de interconexão.
  • Telefônica/Vivo propõe que R$ 1,458 bilhão sejam distribuídos como dividendos. Somando com os dividendos e juros sobre capital próprio prescritos em 2012, R$ 40,4 milhões, também sejam distribuídos. Assim o montante total seria de R$ 1,498 bilhão, representando um total de R$ 1,251620 por ação ON e de R$ 1,376782 por ação PN.

 

 

 

 

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Receita Líquida
Lucro Líquido
Margem Líquida

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Ebit

 

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Disponibilidades

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Dívida Líquida

 

Resumo Semanal 22/02

Publicado em 22.02.2013 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Análises Semanais

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Disclaimer: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas e fundamentalistas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

Highlights 4trim.2012–Ultrapar–UGPA3

Publicado em 21.02.2013 por na(s) categoria(s) Análises, Análises Semanais, UGPA3

 

  • Ultrapar teve lucro líquido de R$ 301,7 milhões no quarto trimestre de 2012, resultado 36% maior do que o reportado pela companhia no mesmo período de 2011. No acumulado de janeiro a dezembro, o lucro somou R$ 1,017 bilhão, incremento de 19% ante o ano anterior.
  • É a primeira vez na história da cia que o lucro superou R$1Bilhão.
  • O Ebitda  totalizou R$ 677,1 milhões de outubro a dezembro, expansão de 32% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior. Esta é a 26ª elevação consecutiva do Ebitda trimestral da Ultrapar na comparação com igual período do ano anterior.
  • O Ebitda no acumulado de 2012 totalizou R$ 2,405 bilhões, expansão de 18% em relação ao ano anterior. Esse patamar é o recorde histórico da companhia.
  • A receita líquida da holding totalizou R$ 14,347 bilhões no quarto trimestre, alta de 12% em relação ao mesmo período de 2011. No ano, a receita da Ultrapar foi de R$ 53,919 bilhões, expansão de 11% ante o ano anterior.
  • O Conselho de Administração da Ultrapar aprovou o pagamento de R$ 627.424.054,80 em dividendos aos detentores de ações ordinárias, dos quais R$ 273.391.844,40 foram pagos como dividendos intermediários, conforme decisão de 1º de agosto de 2012. O saldo remanescente, equivalente a R$ 354.032.210,40, será pago aos acionistas a partir de 8 de março de 2013, sem remuneração ou atualização monetária, sendo equivalente a R$ 0,66 por ação.
  • Os dividendos pagos em 2012 são 19% superiores ao de 2011. O payout foi de 62%.
  • As vendas da Ipiranga cresceram 9% nessa base comparativa e somaram 6,142 milhões de metros cúbicos (m³) de combustíveis. Além do maior volume vendido, o desempenho da Ipiranga também foi impulsionado pela maior participação da gasolina no mix de vendas, o que favorece as margens da distribuidora de combustíveis.
  • A margem Ebitda da Ipiranga ficou em R$ 83 por m³ entre outubro e dezembro, expansão de 34% em relação ao nível de R$ 62 por m³ do mesmo intervalo de 2011.
  • Se não fossem os  preparativos de conversão dos postos da marca Texaco para a rede Ipiranga, que demandaram R$16milhões, o resultado final seria ainda melhor.
  • A Oxiteno, braço da Ultrapar com atuação no setor químico, registrou Ebitda de R$ 71 milhões no quarto trimestre de 2012. O resultado representou uma queda de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. A retração é explicada, segundo a Ultrapar, por uma parada não programada no polo petroquímico de Camaçari (BA) e pelos custos e despesas relacionados ao início das operações da companhia nos Estados Unidos.
  • Os investimentos da Ultrapar no quarto trimestre de 2012 somaram R$ 590 milhões, salto de 53% em relação ao total de R$ 386 milhões do mesmo período de 2011. Entre janeiro e dezembro, os aportes da companhia somaram R$ 1,491 bilhão, acima do montante previsto anteriormente de R$ 1,277 bilhão. Do total investido em 2012, R$ 1,3 bilhão foram em investimentos orgânicos.
  • Para 2013, a Ultrapar pretende investir R$ 1,437 bilhão, conforme divulgado em dezembro passado. Sendo: R$ 872 milhões para a Ipiranga, R$ 278 milhões para a Oxiteno, R$ 103 milhões para a Ultracargo e R$ 24 milhões para outros.
  • A alavancagem da Ultrapar, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, encerrou o quarto trimestre em 1,28 vez, abaixo do patamar de 1,37 vez do terceiro trimestre e de 1,52 vez ao final do ano passado.
  • Na teleconferência, a direção da empresa, de forma muito prudente, salienta o fator cíclico do excelente resultado da Ipiranga. O quarto trimestre costuma ser muito melhor que os trimestres anteriores.
  • A Ultrapar pretende em alguns anos dobrar o número das lojas de conveniências. Para 2013, a expectativa é um aumento de 14%. Hoje a AM/PM é a maior rede de lojas de conveniências do Brasil.
  • O negócio de não combustíveis dentro da Ipiranga representa de 5% a 10% do Ebitda.

 

 

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Receita Líquida
Lucro Líquido
Margem Líquida

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Patrimônio Líquido
Lucro Líquido
Retorno s/ PL (RPL)

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Disponibilidades

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Dívida Líquida

 

Highlights 4o.trim.2012–BM&FBovespa–BVMF3

Publicado em 20.02.2013 por na(s) categoria(s) Análises, BVMF3, x Raio X

 

 

  • A BM&FBovespa registrou lucro de R$ 217,3 milhões no quarto trimestre de 2012, alta de 13,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o lucro da empresa somou R$ 1,074 bilhão, alta de 2,5% em relação ao total registrado em 2011.
  • A receita líquida da empresa cresceu 5,9% no quarto trimestre, atingindo R$ 499,2 milhões e atingiu R$ 2,064 bilhões no acumulado do ano, alta de 8,4%.
  • O volume médio diário negociado (ADTV) no segmento de ações (Bovespa) da BM&FBovespa atingiu o montante recorde de R$ 7,3 bilhões em 2012, o que representa um crescimento de 11,7% em relação ao ano anterior.
  • Já o volume médio diário de contratos (ADV) para o segmento de derivativos (BM&F) atingiu novo recorde anual de 2,9 milhões de contratos, aumento de 7,3% sobre 2011 e a Receita por Contrato (RPC) média subiu 7,7% nesse período.
  • Presidente da companhia Edemir Pinto: “O ano de 2012 foi muito bom para a BM&FBovespa. Apesar do baixo crescimento da economia brasileira, tivemos aumento significativo nas receitas como resultado dos recordes anuais de volumes nos segmentos de ações e de derivativos”.
  • Investimentos em 2013 deverão variar entre R$260 milhões e R$290 milhões.
  • A BM&FBovespa não divulgará mais o Ebitda em seus relatórios de resultados trimestrais. A empresa justificou a decisão atendendo a uma orientação da própria CVM de padronizar o cálculo do indicador.
  • A empresa informou que no dia 05 de Março anunciará uma nova política de preços para o mercado à vista. A ideia é dividir os ganhos da escala da companhia com o mercado.
  • A BM&FBovespa pagará dividendos no valor estimado de R$ 0,20102177 por ação. Os dividendos serão pagos em 30 de abril tomando como base de cálculo a posição acionária de 17 de abril. Isso representa uma distribuição de 100% do lucro.
  • Presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, acredita que novas oferta ocorreram em breve no Bovespa Mais. A expectativa que no ano de 2013, 10 novas empresas cheguem a bolsa neste segmento. Juntamente com a CVM, Edemir pretende levar em março uma proposta ao governo para incentivar ofertas de menor porte.
  • Além da estreia do novo contrato de Selic futuro, no dia 1º de março, a BM&FBovespa quer lançar outro futuro de taxa de juros de três ou seis meses, parecido com o eurodólar.
  • Com a saída já anunciada do Armínio Fraga, o nome do novo presidente do conselho de administração da BM&FBovespa deve ser anunciado em meados de março.
  • A BM&FBovespa está disposta a prestar serviços a terceiros somente a partir de 2015, segundo o presidente da empresa, Edemir Pinto. Ou seja, até lá, dificilmente veremos outra bolsa operando no Brasil.
  • BM&FBovespa ainda está aguardando a aprovação do Banco Central para poder oferecer registro de CDB e LCI.

 

 

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Receita Líquida
Lucro Líquido
Margem Líquida

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Patrimônio Líquido
Lucro Líquido
Retorno s/ PL (RPL)

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Disponibilidades

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Dívida Líquida

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Highlights 4trim.2012–BrProperties–BRPR3

Publicado em 19.02.2013 por na(s) categoria(s) Análises, BRPR3, x Raio X

 

 

  • A BR Properties registrou lucro líquido de R$ 183,092 milhões no quarto trimestre do ano passado, resultado 160% maior do que o auferido no mesmo intervalo de 2011.
  • Em todo o ano de 2012, a empresa lucrou R$ 1,227 bilhão, 266% a mais do que em 2011.
  • O Ebitda ajustado totalizou R$ 176,121 milhões, 117% maior do que os R$ 81,119 milhões registrados de outubro a dezembro de 2011. Em todo o ano, o Ebitda ajustado foi de R$ 568,847 milhões (+82%).
  • A receita líquida aumentou 122% no quarto trimestre, para R$ 200,666 milhões. Em 2012, a alta da receita foi menor, de 84%, passando de R$ 343,464 milhões para R$ 630,825 milhões.
  • No 4T12, o FFO ajustado excluindo despesas não caixa e não recorrentes totalizou R$64,7 milhões, com margem FFO ajustado de 32%. Em 2012, o FFO ajustado totalizou R$154,2 milhões com margem de 24%.
  • A taxa de vacância financeira do portfólio foi de 4,0%, enquanto a taxa de vacância física atingiu 2,6%.
  • Em dezembro, foi concluída a segunda emissão de debêntures não conversíveis, com a captação de R$500,0 milhões em série única, a uma taxa de CDI + 0,64% a.a. com prazo de 2 anos.
  • Parte desta captação foi utilizada para pré-pagamento de um empréstimo de R$223,1 milhões, cujo custo era de CDI + 3,5% a.a. Ou seja, melhorando significativamente o custo da dívida.
  • Ao longo de 2012 a BR Properties amortizou R$1.061,2 milhões de empréstimos.
  • Empresa otimista com os novos empreendimentos: “Nos próximos trimestres é esperada uma melhora nas margens operacionais à medida que os imóveis que estão prestes a serem entregues ou que foram recentemente entregues comecem a gerar receita de aluguel, uma vez que as despesas incorridas para administrá-los não aumentam nas mesmas proporções de suas receitas.”
  • Considerando a mesma base de imóveis de 2011, o nosso portfólio consolidado teve uma apreciação de 20% no período até dezembro de 2012, reavaliado a um cap rate médio de 9,98%.
  • Na teleconferência, a direção voltou a enfatizar a intenção de tornar a empresa uma boa pagadora de dividendos no futuro. Não determinou porém prazo para que isso ocorra e também não especificou o dividend/yield esperado para os próximos anos.
  • Os  dividendos da empresa subiram em 2012 subiram 166% em relação a 2011.
  • Apesar da melhora no custo da dívida, ainda 36% do total da dívida é reajustada pelo CDI. Uma possível elevação da Selic pode significar um encarecimento do endividamento.
  • 84% da receita provinda dos contratos de locação possui vencimento superior a 2015.
  • Desde sua fundação em 2006, a BR Properties vem registrando baixos níveis de inadimplência em seu portfólio, dada a excelente qualidade de crédito de sua base de locatários. No 4T12 a inadimplência foi de 0,2%.
  • Novamente na teleconferência, não se mostrou preocupada com a concentração dos imóveis do portfólio nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A direção acredita que o expertise da cia na região permite realizar bons negócios.
  • Questionada sobre um possível aumento da concorrência dos fundos imobiliários com a isenção do IOF recém anunciada, a direção também se mostrou tranquila, enfatizando inclusive, que a própria empresa já investe em FIIs e que portando pretende se beneficiar do isenção fiscal.

     

 

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