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Ambev – 2ºtrimestre 2013

Publicado em 31.07.2013 por na(s) categoria(s) AMBV4, Análises, x Raio X

Números

  • Crescimento da Receita Líquida foi de 9,6%.
  • Custo dos Produtos vendidos cresceu 10,8%. Principal fator adverso foi a depreciação do Real.
  • Despesas com vendas, gerais e administrativas aumentaram 13,5%. Copa das Confederações provocou mais gastos comerciais.
  • Ebitda ajustados cresceu 6,8%, para R$ 3.217,9 milhões . Destaque para o segmento de cervejas no Brasil que teve uma alta de 9,2%.
  • O lucro ajustado diminuiu 2,2%, alcançando R$ 1.887,7 milhões como resultado de despesas financeiras líquidas mais elevadas combinadas com uma alíquota efetiva de imposto mais alta. O lucro por ação (LPA) ajustado diminuiu 2,7%, chegando a R$ 0,60.

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PL, receita e Ebit crescendo trimestre após trimestre. A cia conseguiu equacionar muito bem a sua dívida nos últimos 3 anos.

Investimentos e Caixa

  • Investimentos em CAPEX corresponderam a R$ 756,4 milhões durante o trimestre, sendo R$ 559 milhões de investimentos no Brasil.
  • Posição líquida de caixa de R$ 1.913,2 milhões.

Segmento Cerveja

  • Participação de mercado de cerveja foi de, em média, 68,1% durante o trimestre, mantendo-se estável em relação ao 1T13.
  • Em termos de ROL por hectolitro, o desempenho foi muito bom, com um aumento de 10,0% graças aos aumentos de preço do ano passado combinados com um maior peso da distribuição direta e dos volumes premium.
  • Volumes premium cresceram a dois dígitos e o Mercado Norte e Nordeste continuou a se expandir.

  • Foco na estratégia de embalagens começou a ganhar impulso, com um bom desempenho das garrafas retornáveis de vidro de 1 litro e de 300 ml no mercado.
  • Estimativa de que a Copa das Confederações da FIFA tenha trazido aproximadamente 300 mil hectolitros de volume incremental.

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A queda nas cotações vista nos primeiros meses do ano, afrouxaram moderadamente os indicadores fundamentalistas.

Segmento Refrigerantes

  • No segmento de refrigerantes, a receita por hectolitro cresceu 10,2% no trimestre, mais que compensando a queda de 4,7% do volume provocada pela indústria.

Mercados internacionais

  • Apesar das dificuldades ainda percebidas na economia Argentina e das condições climáticas desfavoráveis no Canadá , as operações internacionais da cia mostraram uma boa evolução.

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O cenário macro mais desafiador e o aumento dos impostos pesou nas margens da companhia.

Expectativas

  • A direção da empresa comunicou que a meta é focar nas margens da companhia. O bom resultado apresentado no Ebitda deste trimestre enfatiza esta prioridade.
  • Expectativa da direção para 2013 é que o segmento de cervejas no Brasil permaneça estável ou que caia um dígito baixo no ano . A receita por hectolitro da empresa cresça um dígito alto e que o CPV por hectolitro cresça dois dígitos baixos.

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Como era de esperar, as cotações acompanham a evolução do lucro da empresa.

 

Gráficos

 

O gráfico semanal da AMBV4, mostra um ativo bem indefinido no curto prazo. Não temos uma tendência clara. Apenas o rompimento do topo nos R$87 reais, ou do fundo nos R$75,  pode deixar o cenário mais claro.
Os bons números do balanço do 2ºtrimestre trouxeram entusiasmo e o papel abriu em gap de alta e opera com uma alta de mais de 3%.
Olhando exclusivamente para a tendência de longo prazo (gráf. mensal), a onda de alta continua intacta, apesar da desvalorização de 2% em 2013.

AMBV4s

AMBV4m

Gráf. Semanal Gráf. Mensal
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Natura – 2ºtrimestre 2013

Publicado em 29.07.2013 por na(s) categoria(s) Análises, NATU3, x Raio X

 

Números

  • Receita Líquida R$1,7Bilhão, cresceu 6,7% ante 2trim.2012.
  • Ebitda R$410Milhões, +4,7%. Margem Ebitda caiu de 24,3% para 23,9%. Referente ao 2trim.2012.
  • Lucro Líquido R$240Milhões, +11,7%. Margem Líquida de 13,4% para 14%.

Investimento e dívida

  • Expectativa Capex para 2013, R$450Milhões. Em 2012, foi de R$437Milhões.
  • Aumento endividamento. Dívida Bruta R$2,297 Bilhões. Dívida Total Líquida R$1,5Bilhão.

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Expectativas e mercado

  • Novas consultoras +1,9%, no 1semestre. Total 1249. A atividade das consultoras caiu. A justificativa dada pela empresa é o aumento da concorrência e também o menor número de lançamentos de produtos.
  • Não se verificou uma queda no ticket médio. A queda de atividade se deve a redução dos pedidos.
  • Expectativa de melhora no mercado local para o segundo semestre.
  • Evoluções significativas no mercado internacional da Natura.
  • Maior concorrência e menos produtos lançados, reduziram o market share da cia em Cosméticos e Fragrâncias , de 37,6% para 34,7%. Em Higiene Pessoal queda de 11,9% para 11,3%.
  • O mercado da Natura como um todo cresceu 13% aproximadamente nos primeiros 4 meses de 2013.
  • A empresa reconheceu no conference call que é preciso ter um equilíbrio melhor entre os lançamentos de novo produto durante o ano. Ultimamente a Natura tem priorizado os lançamentos no 2ºsemestre.

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Vendas e marketing

  • Lançamento de Soul mostram sinais positivos. Mercado para a linha deste produto é de US$4Bilhões. Neste mercado a Natura ainda não atuava, já que era um segmento voltado para um público de menor renda. E por enquanto não se viu ainda “canabilização” com outros produtos da empresa.
  • Rede Natura (venda pela internet) – experiência em Campinas tem sido positiva. Daqui a 2 meses devem sair os primeiros resultados oficiais. Este novo canal de vendas pode modificar significativamente o potencial da empresa. Resultados financeiros deste canal deve ser visto apenas no médio prazo.
  • A empresa planeja aumentar os investimentos em marketing. A direção fez questão de ressaltar que estas despesas não impactarão na rentabilidade da empresa. A expectativa é de manter uma margem Ebitda em 2013 próxima de 23,7%.

Dividendos

  • Dividendos e juros capital próprio –> R$0,83 por ação.

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Gráficos

NATU3 sinaliza uma tendência de baixa no gráfico semanal. Utilizando as projeções de Fibonacci, o pivot projeta um objetivo de baixa nos R$39, o que representaria uma queda de 32% desde o topo histórico do papel deixado no início deste ano.

NATU3

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Estudo Setor Imobiliário – 1º trimestre 2013

Publicado em 12.07.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Aprendizado

 

Já fazia algum tempo que eu não atualizava o meu estudo sobre os papeis do setor de construção negociados em bolsa. O último havia sido em Maio do ano passado.

Aliás esta demora acabou até sendo positiva para o aprendizado, afinal de contas as mudanças ocorridas neste período foram relevantes. E os números que vocês podem acompanhar abaixo não me deixam mentir.

A primeira coisa que chama a atenção é o número de companhias que permanecem no estudo. Nos artigos anteriores  eram em média 14/15 empresas. Agora ficaram apenas 9. Isso ocorreu por que as empresas que tiveram prejuízo no primeiro trimestre deste ano foram excluídas. Alguns indicadores não fariam sentido se a empresa analisada não apresentasse lucro nas suas operações.

Vamos então dar uma olhada na tabela e no resultado dividido por cada múltiplo:

 

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  • Metodologia do estudo

A metodologia utilizada para o estudo é a mesma apresentada nos artigos anteriores. Utilizando os oito indicadores fundamentalistas mostrados na tabela acima, identifiquei o grau de atratividade de cada um deles e dei uma pontuação para cada ativo.

Por exemplo, no caso do P/L, listei em ordem crescente (do menor ao maior) os ativos. No caso, a MRV foi a empresa que possuía a menor relação preço/lucro e portanto ficou com 1 ponto. A Even com 2 pontos, a Helbor com 3 pontos… e assim por diante.

Em seguida somamos a pontuação que cada empresa obteve em cada um dos múltiplos utilizados. Quanto menor a pontuação, mais atraente a empresa.

  • Ordem

P/L – EV/Ebit – DIv. Br/PL – Ordem crescente

ROE – Margem Ebit – LPA/P – Liq. Corrente – Div./Yield – Ordem decrescente

  • Cotação

O P/L, o EV/Ebit e o LPA/P usaram a cotação de quinta-feira, dia 11/07/2013, como parâmetro.

  • Balanço

Todos os números utilizados referem-se ao balanço do 1º trimestre de 2013.

 

Resultado Final:

 

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Este é o quarto estudo que eu realizo utilizando esta metodologia (os outros foram em: 31/01/2012 , 16/04/2012 e 28/05/2012 ). E o interessante é que se compararmos os resultados, vamos perceber que apesar de o setor de construção ter sofrido fortes abalos, as empresas que aparecem no topo como as mais atrativas continuam sendo praticamente as mesmas. Essa constatação confirma a importância de se analisar os fundamentos das companhias e a ideia de que empresas com boas margens possuem uma vantagem competitiva significativa sobre outras, permitindo passar com mais tranquilidade por períodos de crise.

Um investidor por exemplo, que tivesse usado como parâmetro para estudo e investimento, as 5 primeiras colocadas do estudo realizado em 31/01/2012 não teria se decepcionado com o resultado. A não ser, a JHSF que praticamente ficou no zero a zero, as outras companhias apresentaram um bom retorno nestes últimos 18 meses. Principalmente se pensarmos que muitas empresas de construção tiveram dificuldades financeiras graves e que a bolsa de valores, através do seu principal índice, perdeu no período mais de 25%.

IBOV

JHSF3

EZTC3

IBOV JHSF3 EZTC3

HBOR3

EVEN3

DIRR3

HBOR3 EVEN3 DIRR3

 

4 conceitos básicos sobre o mercado de ações que muitos esquecem na hora de investir

Publicado em 02.07.2013 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Colaboradores

Os conceitos a seguir podem parecer óbvios para alguns, mas é sempre bom relembrar. É freqüente o número de pessoas que esquecem ou simplesmente ignoram esses conceitos e acabam perdendo dinheiro em seus investimentos.

1º Ação é um pedaço da empresa
Cada ação representa uma participação no capital da empresa, quer dizer que cada comprador de ações é sócio da empresa, com direitos e deveres. Uma empresa com 10.000 ações e caso compre 100, quer dizer que é proprietário de 1% da empresa.

2º Quando alguém vende, outro compra e vice-versa
Não existe essa de “todo mundo está vendendo” ou “todo mundo está comprando”. Se tem alguém vendendo, obrigatoriamente tem alguém apostando na alta e vice-versa. Um investidor não fica decifrando a tendência de mercado, até porque é tendência é formada por quantidade, não fica implícito a qualidade de avaliação de cada um ou se é uma estratégia de tubarões manipulando o preço das ações.

3º Todo acionista tem direito a participação no lucro
Se você é dono de uma parte da empresa (como já dito no 1º conceito), terá direito em participar do lucro proporcionalmente a sua participação no capital. Esse direito é exercido em dividendos, que é líquido de impostos, ou juros sobre capital próprio, que não é líquido de impostos. Em alguns casos a companhia retém os dividendos e os JCP para aplicar internamente em mais geração de caixa, a função do investidor é avaliar se essa retenção realmente pode gerar mais dinheiro do que na mão do próprio investidor.

4º Lucro = Receita – Despesa
Óbvio? Por que muita gente fica impressionado com as notícias “Empresa X fatura 100 milhões no primeiro trimestre” ou “Receita bate recorde no segundo trimestre”? De nada adianta analisar a receita sem analisar as despesas, e claro, os lucros. Em muitos casos é melhor uma empresa com alta margem do que uma grande receita apenas. Alta margem pode ser sinal de vantagem competitiva.

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Paulo Veneroso
CBO da www.recursofinanceiro.com.br
Graduado em Engenharia de Produção, pós-graduado em Administração, Finanças Empresariais e Negócios pela Escola Superior Aberta do Brasil. Atua no mercado financeiro desde 2009 e possui as certificações CPA-10 e CPA-20.

Entrevista

Publicado em 26.06.2013 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

Entrevista que dei ao Fernando Vieira do site TrendFollowing Bovespa (www.trendfollowingbovespa.com.br), onde falo um pouco sobre a minha abordagem para a formação de uma carteira de investimentos de longo prazo.

IMPORTANTE: Para ver o vídeo, basta clicar no play. Na barra de comando, sugiro que coloquem a resolução de 720p, assim a qualidade será de HD. Além disso, clicando no canto inferior direito poderão assistir ao vídeo em tela cheia.

 

Conheça os níveis de Governança Corporativa da BM&FBovespa

Publicado em 17.06.2013 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Colaboradores, Informações

Os níveis de governança corporativa, lançados pela bolsa brasileira em 2000, têm como objetivo proporcionar um ambiente que estimule o interesse dos investidores e a valorizar as empresas de capital aberto. Cada nível tem um requisito necessário para ingresso por parte das companhias. Quanto mais elevado o nível, maior o número de requisitos e maior será o grau de governança corporativa. A escala de menor até o maior grau de governança corporativa é: Tradicional, Bovespa Mais, Nível 1, Nível 2, Novo Mercado.

Tradicional: Fazem parte as companhias que não aderirem nenhum outro nível mais elevado de Governança Corporativa da Bovespa.

Bovespa Mais: Tem por objetivo tornar o mercado de ações brasileiro acessível a um número maior de companhias que vêem no mercado uma importante fonte de recursos e que buscam adotar estratégias diferentes de ingresso no mercado de ações como: captação de volumes menores, aumento de exposição junto ao mercado para criar valor e realização de distribuições mais concentradas, por exemplo. As empresas listadas no Bovespa têm potencial de desenvolvimento mais acentuado, quando comparadas com empresas listadas no mercado principal e assumem compromissos de elevados padrões de governança corporativa e transparência com o mercado, podendo atrair mais investidores. Possuem ainda o benefício de ser analisada por duas instituições especializadas.Somente ações ON podem ser negociadas e emitidas, mas é permitida a existência de PN.

Nível 1: Exige que as empresas adotem práticas que favoreçam a transparência e o acesso às informações pelos investidores, divulgando informações adicionais às exigidas em lei, como relatórios financeiros mais completos, informações sobre negociação feita por diretores, executivos e acionistas controladores e sobre operações com partes relacionadas. Obrigatório reunião pública anual e calendário de eventos corporativos.Companhias listadas nesse segmento devem também manter um freefloat mínimo de 25%.

Nível 2: Exige que as empresas aceitem e cumpram obrigações mais rigorosas que no Nível 1. Adesão à Câmara de Arbitragem do Mercado, Oferta pública de aquisição de ações no mínimo pelo valor econômico em caso de fechamento de capital ou saída do segmento, e em caso de venda de controle da empresa, é assegurado aos detentores de ações preferenciais e ações ordinárias o direito de tag along, no mínimo, de 100% do preço pago pelas ações ordinárias do acionista controlador. A empresa deve possuir divulgação adicional de informações; manifestar sobre qualquer oferta pública de aquisição de ações da companhia; e ações preferenciais um direitos especiais,inclusive o direito de voto aos acionistas em situações críticas, como a aprovação de fusões e incorporações da empresa e contratos entre o acionista controlador e a companhia, sempre que essas decisões estiverem sujeitas à aprovação na assembleia de acionistas. Quanto ao Conselho da Administração, mínimo de 5 membros, dos quais pelo menos 20% devem ser independentes com mandato unificado de até 2 anos, e vedado presidente do conselho e diretor presidente ou principal executivo pela mesma pessoa.

Novo mercado: Trata-se do mais elevado padrão de Governança Corporativa. As empresas devem cumprir todas as obrigações do Nível 2 e ainda, emitir apenas ações com direito de voto, as chamadas ações ordinárias.

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Paulo Veneroso
CBO da www.recursofinanceiro.com.br

Graduado em Engenharia de Produção, pós-graduado em Administração, Finanças Empresariais e Negócios pela Escola Superior Aberta do Brasil. Atua no mercado financeiro desde 2009 e possui as certificações CPA-10 e CPA-20.

Triste realidade

Publicado em 07.06.2013 por na(s) categoria(s) Estratégias, Informações, Opinião

 

Situação econômica do Brasil se deteriora e os números das últimas semanas comprovam isso.

O “PIBinho” do primeiro trimestre surpreendeu negativamente a maioria dos analistas, foram míseros 0,6%. A inflação galopante se mostra persistente, IPCA em 12 meses bate no topo do teto em 6,5%aa. O governo apavorado, finalmente pisa no acelerador e resolve apelar para a velha política monetária subindo os juros em 0,5%, deixando a Selic em 8%aa.

Parece até que o Brasil foi recentemente vitima de uma bolha imobiliária (sub-prime) ou que faça parte do combalido bloco europeu.

Essa semana tive acesso a um artigo que mostrava a evolução das margens das empresas americanas desde a última crise em 2008. Realmente impressionante a resistência das empresas americanas às crises e a capacidade de se renovar num processo de destruição criativa.

Diante desta situação resolvi fazer um levantamento de como andam as nossas empresas negociadas na bolsa.

Antes de mais nada, filtrei através do volume de negociação. Considerei apenas as cias que tenham negociado em média pelo menos R$200 mil por dia, nos últimos 12 meses.

Do universo de empresas listadas, sobraram 202 companhias. Utilizando o patrimônio líquido, a receita líquida e o lucro líquido, apurei a rentabilidade das cias através da margem líquida e do ROE. Vejam os gráficos resultantes deste estudo:

 

Evolução anual

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Evolução Trimestral

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O patrimônio total das 202 empresas selecionadas representa aproximadamente 35% do produto interno bruto do Brasil em 2012.

Percebam como as margens das empresas vem se deteriorando nos últimos anos. E chama a atenção o mergulho visto no último ano, saindo, por exemplo de um ROE de 12,97% em 2011 para 8,35% em 2012.

A proximidade entre as margens e a Selic confirma que atualmente a bolsa, considerando a média, não está barata. Afinal de contas o prêmio de risco no fim de 2012 estaria um pouco abaixo de insignificantes 2%.

Como era de se esperar existe uma correlação muito grande entre o PIB brasileiro e as margens das empresas.

Outra coisa que me intriga é que esta situação ocorre em um período no país onde o desemprego é baixo e o consumo elevado.

Se serve de alento, analisando a rentabilidade trimestral das empresas nos últimos 2 anos, nota-se um repique animador no primeiro trimestre deste ano.

Análise Fundamentalista – Indicadores de Alavancagem

Publicado em 17.05.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

IMPORTANTE: Para ver o vídeo, basta clicar no play. Na barra de comando, sugiro que coloquem a resolução de 720p, assim a qualidade será de HD. Além disso, clicando no canto inferior direito poderão assistir ao vídeo em tela cheia.

Análise Fundamentalista – Indicadores de Endividamento

Publicado em 10.05.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

IMPORTANTE: Para ver o vídeo, basta clicar no play. Na barra de comando, sugiro que coloquem a resolução de 720p, assim a qualidade será de HD. Além disso, clicando no canto inferior direito poderão assistir ao vídeo em tela cheia.

Análise Fundamentalista – Indicadores de Dividendos

Publicado em 03.05.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

IMPORTANTE: Para ver o vídeo, basta clicar no play. Na barra de comando, sugiro que coloquem a resolução de 720p, assim a qualidade será de HD. Além disso, clicando no canto inferior direito poderão assistir ao vídeo em tela cheia.

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