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4 conceitos básicos sobre o mercado de ações que muitos esquecem na hora de investir

Publicado em 02.07.2013 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Colaboradores

Os conceitos a seguir podem parecer óbvios para alguns, mas é sempre bom relembrar. É freqüente o número de pessoas que esquecem ou simplesmente ignoram esses conceitos e acabam perdendo dinheiro em seus investimentos.

1º Ação é um pedaço da empresa
Cada ação representa uma participação no capital da empresa, quer dizer que cada comprador de ações é sócio da empresa, com direitos e deveres. Uma empresa com 10.000 ações e caso compre 100, quer dizer que é proprietário de 1% da empresa.

2º Quando alguém vende, outro compra e vice-versa
Não existe essa de “todo mundo está vendendo” ou “todo mundo está comprando”. Se tem alguém vendendo, obrigatoriamente tem alguém apostando na alta e vice-versa. Um investidor não fica decifrando a tendência de mercado, até porque é tendência é formada por quantidade, não fica implícito a qualidade de avaliação de cada um ou se é uma estratégia de tubarões manipulando o preço das ações.

3º Todo acionista tem direito a participação no lucro
Se você é dono de uma parte da empresa (como já dito no 1º conceito), terá direito em participar do lucro proporcionalmente a sua participação no capital. Esse direito é exercido em dividendos, que é líquido de impostos, ou juros sobre capital próprio, que não é líquido de impostos. Em alguns casos a companhia retém os dividendos e os JCP para aplicar internamente em mais geração de caixa, a função do investidor é avaliar se essa retenção realmente pode gerar mais dinheiro do que na mão do próprio investidor.

4º Lucro = Receita – Despesa
Óbvio? Por que muita gente fica impressionado com as notícias “Empresa X fatura 100 milhões no primeiro trimestre” ou “Receita bate recorde no segundo trimestre”? De nada adianta analisar a receita sem analisar as despesas, e claro, os lucros. Em muitos casos é melhor uma empresa com alta margem do que uma grande receita apenas. Alta margem pode ser sinal de vantagem competitiva.

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Paulo Veneroso
CBO da www.recursofinanceiro.com.br
Graduado em Engenharia de Produção, pós-graduado em Administração, Finanças Empresariais e Negócios pela Escola Superior Aberta do Brasil. Atua no mercado financeiro desde 2009 e possui as certificações CPA-10 e CPA-20.

Entrevista

Publicado em 26.06.2013 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

Entrevista que dei ao Fernando Vieira do site TrendFollowing Bovespa (www.trendfollowingbovespa.com.br), onde falo um pouco sobre a minha abordagem para a formação de uma carteira de investimentos de longo prazo.

IMPORTANTE: Para ver o vídeo, basta clicar no play. Na barra de comando, sugiro que coloquem a resolução de 720p, assim a qualidade será de HD. Além disso, clicando no canto inferior direito poderão assistir ao vídeo em tela cheia.

 

Conheça os níveis de Governança Corporativa da BM&FBovespa

Publicado em 17.06.2013 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Colaboradores, Informações

Os níveis de governança corporativa, lançados pela bolsa brasileira em 2000, têm como objetivo proporcionar um ambiente que estimule o interesse dos investidores e a valorizar as empresas de capital aberto. Cada nível tem um requisito necessário para ingresso por parte das companhias. Quanto mais elevado o nível, maior o número de requisitos e maior será o grau de governança corporativa. A escala de menor até o maior grau de governança corporativa é: Tradicional, Bovespa Mais, Nível 1, Nível 2, Novo Mercado.

Tradicional: Fazem parte as companhias que não aderirem nenhum outro nível mais elevado de Governança Corporativa da Bovespa.

Bovespa Mais: Tem por objetivo tornar o mercado de ações brasileiro acessível a um número maior de companhias que vêem no mercado uma importante fonte de recursos e que buscam adotar estratégias diferentes de ingresso no mercado de ações como: captação de volumes menores, aumento de exposição junto ao mercado para criar valor e realização de distribuições mais concentradas, por exemplo. As empresas listadas no Bovespa têm potencial de desenvolvimento mais acentuado, quando comparadas com empresas listadas no mercado principal e assumem compromissos de elevados padrões de governança corporativa e transparência com o mercado, podendo atrair mais investidores. Possuem ainda o benefício de ser analisada por duas instituições especializadas.Somente ações ON podem ser negociadas e emitidas, mas é permitida a existência de PN.

Nível 1: Exige que as empresas adotem práticas que favoreçam a transparência e o acesso às informações pelos investidores, divulgando informações adicionais às exigidas em lei, como relatórios financeiros mais completos, informações sobre negociação feita por diretores, executivos e acionistas controladores e sobre operações com partes relacionadas. Obrigatório reunião pública anual e calendário de eventos corporativos.Companhias listadas nesse segmento devem também manter um freefloat mínimo de 25%.

Nível 2: Exige que as empresas aceitem e cumpram obrigações mais rigorosas que no Nível 1. Adesão à Câmara de Arbitragem do Mercado, Oferta pública de aquisição de ações no mínimo pelo valor econômico em caso de fechamento de capital ou saída do segmento, e em caso de venda de controle da empresa, é assegurado aos detentores de ações preferenciais e ações ordinárias o direito de tag along, no mínimo, de 100% do preço pago pelas ações ordinárias do acionista controlador. A empresa deve possuir divulgação adicional de informações; manifestar sobre qualquer oferta pública de aquisição de ações da companhia; e ações preferenciais um direitos especiais,inclusive o direito de voto aos acionistas em situações críticas, como a aprovação de fusões e incorporações da empresa e contratos entre o acionista controlador e a companhia, sempre que essas decisões estiverem sujeitas à aprovação na assembleia de acionistas. Quanto ao Conselho da Administração, mínimo de 5 membros, dos quais pelo menos 20% devem ser independentes com mandato unificado de até 2 anos, e vedado presidente do conselho e diretor presidente ou principal executivo pela mesma pessoa.

Novo mercado: Trata-se do mais elevado padrão de Governança Corporativa. As empresas devem cumprir todas as obrigações do Nível 2 e ainda, emitir apenas ações com direito de voto, as chamadas ações ordinárias.

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Paulo Veneroso
CBO da www.recursofinanceiro.com.br

Graduado em Engenharia de Produção, pós-graduado em Administração, Finanças Empresariais e Negócios pela Escola Superior Aberta do Brasil. Atua no mercado financeiro desde 2009 e possui as certificações CPA-10 e CPA-20.

Triste realidade

Publicado em 07.06.2013 por na(s) categoria(s) Estratégias, Informações, Opinião

 

Situação econômica do Brasil se deteriora e os números das últimas semanas comprovam isso.

O “PIBinho” do primeiro trimestre surpreendeu negativamente a maioria dos analistas, foram míseros 0,6%. A inflação galopante se mostra persistente, IPCA em 12 meses bate no topo do teto em 6,5%aa. O governo apavorado, finalmente pisa no acelerador e resolve apelar para a velha política monetária subindo os juros em 0,5%, deixando a Selic em 8%aa.

Parece até que o Brasil foi recentemente vitima de uma bolha imobiliária (sub-prime) ou que faça parte do combalido bloco europeu.

Essa semana tive acesso a um artigo que mostrava a evolução das margens das empresas americanas desde a última crise em 2008. Realmente impressionante a resistência das empresas americanas às crises e a capacidade de se renovar num processo de destruição criativa.

Diante desta situação resolvi fazer um levantamento de como andam as nossas empresas negociadas na bolsa.

Antes de mais nada, filtrei através do volume de negociação. Considerei apenas as cias que tenham negociado em média pelo menos R$200 mil por dia, nos últimos 12 meses.

Do universo de empresas listadas, sobraram 202 companhias. Utilizando o patrimônio líquido, a receita líquida e o lucro líquido, apurei a rentabilidade das cias através da margem líquida e do ROE. Vejam os gráficos resultantes deste estudo:

 

Evolução anual

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Evolução Trimestral

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O patrimônio total das 202 empresas selecionadas representa aproximadamente 35% do produto interno bruto do Brasil em 2012.

Percebam como as margens das empresas vem se deteriorando nos últimos anos. E chama a atenção o mergulho visto no último ano, saindo, por exemplo de um ROE de 12,97% em 2011 para 8,35% em 2012.

A proximidade entre as margens e a Selic confirma que atualmente a bolsa, considerando a média, não está barata. Afinal de contas o prêmio de risco no fim de 2012 estaria um pouco abaixo de insignificantes 2%.

Como era de se esperar existe uma correlação muito grande entre o PIB brasileiro e as margens das empresas.

Outra coisa que me intriga é que esta situação ocorre em um período no país onde o desemprego é baixo e o consumo elevado.

Se serve de alento, analisando a rentabilidade trimestral das empresas nos últimos 2 anos, nota-se um repique animador no primeiro trimestre deste ano.

Análise Fundamentalista – Indicadores de Alavancagem

Publicado em 17.05.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

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Análise Fundamentalista – Indicadores de Endividamento

Publicado em 10.05.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

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Análise Fundamentalista – Indicadores de Dividendos

Publicado em 03.05.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

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Análise Fundamentalista – Indicadores de Rentabilidade

Publicado em 26.04.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

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Análise Fundamentalista – Indicadores de Giro

Publicado em 19.04.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

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Análise Fundamentalista – Indicadores de Margens

Publicado em 12.04.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

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