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Cielo 3trim.2013

Publicado em 06.11.2013 por na(s) categoria(s) Análises, CIEL3, x Raio X

 

Cielo - Relações com Investidores

 

  • Lucro Líquido de R$ 689,2 milhões ,+17,0% e Margem Líquida de 39,6%.
  • EBITDA de R$ 929,7 milhões,+19,0% e Margem EBITDA de 53,5%.
  • Volume financeiro de transações, no critério mercado, totalizou R$ 113,2 bilhões, +17,6% e Volume Financeiro de transações, critério contábil, totalizou R$ 112,8 bilhões, +17,8%
  • Receita operacional líquida R$ 1,7 bilhão, +31,6%.
  • POSs instalados no 3trim. foram de 1751, 5,5% acima dos 1659 do 3trim.2012. Pontos de vendas ativos cresceram 9,8%, para 1417.
  • Gastos subiram 47,8% para R$907milhões. Números já incluem consolidação da Marchant E-Solutions.
  • Despesas operacionais cresceram 106% e atingiram R$63,8milhões. Boa parte deste montante se deve a uma fraude identificada nas operações eletrônicas.
  • Receita Bruta da antecipação de recebíveis foi de R$ 312milhões, +50,4% ante 3trim2012.
  • Relação entre os volumes antecipados e o total de transações no cartão de crédito foi de 16,6%, a maior da história da cia. Direção acredita que este percentual pode ser factível para os próximos trimestres.
  • Novo concorrente no horizonte: empresa (Projeto Stone) formada por ex-executivos da Braspag juntamente com o BTG Pactual.
  • Market share do setor: Cielo 55,26%, Rede 40%, Santander 5,3%.

 

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Opinião CHR: Apesar de a abertura do mercado de cartões já ter ocorrido desde o ano passado, em 2014, a Cielo deve começar a sentir, de fato, a pressão da concorrência. Novos players e a agressividade da Rede e do Santander devem reduzir o atual market share da companhia. Além claro de pressionar as margens (veja gráfico acima).
De qualquer forma, a direção já vem alertando os analistas e os investidores quanto a este cenário no futuro. A empresa continua com uma sólida posição de caixa e vejo um diferencial ainda gritante quanto ao investimento em tecnologia em relação as demais empresas do setor. A valorização de 50% em 2013, chama a atenção e indica que o papel se encontra bastante esticado. o P/L acima de 20 confirma essa ideia.

Gráficos: Em tendência de alta em qualquer que seja a periodicidade analisada. Depois do balanço, a CIEL3 parece deixar um topo na sua máxima histórica próximo dos R$ 69,00. O suporte imediato no gráfico diário é o fundo nos R$ 64,50. É provável que nas próximas semanas o ativo continue repercutindo o cenário mais desafiador do setor e lateralize ou continue corrigindo afim de afrouxar um pouco os indicadores técnicos que se encontram bastante sobre-comprados.

CIEL3 CIEL3s

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BR Properties 3trim.2013

Publicado em 05.11.2013 por na(s) categoria(s) Análises, BRPR3, x Raio X

 

 

  • Receita Líquida de R$236,6 milhões, crescimento de 41% comparado ao 3T12.
  • EBITDA ajustado de R$218,2 milhões, acréscimo de 47% sobre 3T12 e margem EBITDA ajustada de 92%.
  • O lucro líquido do trimestre totalizou R$89,6 milhões, impactado por um ganho no valor justo das propriedades de R$44,4 milhões.
  • O FFO ajustado, excluindo despesas não caixa, totalizou R$74,7 milhões, acréscimo de 171% sobre o 3T12 e margem FFO ajustado de 32%.

 

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  • Participação na receita:
    61%, ou R$154,8 milhões, resultaram da receita de locação de escritórios;
    29%, ou R$72,6 milhões, resultaram da receita de locação de imóveis industriais;
    5%, ou R$13,8 milhões, resultaram da receita de locação de imóveis de varejo;
    1%, ou R$2,2 milhões, resultaram da receita de serviços;
    4%, ou R$11,2 milhões, resultaram da linearização da receita.
  • Dívida Líquida/EBITDA Ajustado de 5,2x, uma redução de 29% em relação ao 3T12.
  • A posição de caixa totalizou R$839,7 milhões, um aumento de 213% em relação ao mesmo período do ano passado.
  • As despesas gerais e administrativas caíram para R$15milhões, enquanto no 3T12 essas despesas totalizavam R$17,4 milhões, uma redução de 14%.
  • O leasing spread médio líquido de inflação (escritórios + industriais) do trimestre atingiu +1,7%,
  • Ao final de outubro, o portfólio apresentou taxas de vacância financeira e física de 9,7% e 4,9%, respectivamente. Excluídos os edifícios recém-entregues, Ed. Paulista e Torres D&E do Complexo JK, as taxas de vacância financeira e física seriam de 3,2% e 2,8%, respectivamente;
  • Inadimplência do portfólio continua muito baixa. No 3trim.2013 foi de apenas 0,1%.

 

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Opinião CHR: Apesar das preocupações com o setor imobiliário recentemente, a BR Properties vem mantendo números bem satisfatórios. Os bons imóveis do portfólio e consequentemente a boa qualidade dos inquilinos permitem manter níveis muito baixos de vacância e inadimplência. Em 2014, a empresa terá R$ 785milhões em dívidas para pagar. Importante acompanhar como a empresa vai atuar para postergar este montante. Em compensação, 75% dos contratos vencem apenas depois de 2016, permitindo uma boa programação financeira.

 

Gráficos: A BRPR3 já caiu mais de 35% desde a sua máxima histórica registrada no final do ano passado. Observando o gráfico semanal percebemos que nos últimos meses o ativo está lateralizando dentro de um range que vai dos R$17,00 aos R$20,00. Inclusive esta movimentação pode ser confirmada pelas bandas de Bollinger que se encontram paralelas.
Com a divulgação dos números do 3trimestre, a BRPR3 voltou a testar o suporte de curto prazo nos R$18,20. Rompendo este suporte,o ativo deve testar a base da congestão.

 

BRPR3 BRPR3s

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Ambev 3trim.2013

Publicado em 01.11.2013 por na(s) categoria(s) AMBV4, Análises, x Raio X

 

 

  • Receita líquida foi de R$23,7 bilhões, alta de 7,4% sobre os R$22 bilhões do mesmo período de 2012.
  • Lucro Líquido caiu 1,92% para R$6,63 bilhões.
  • Ebitda teve alta de 9,1% para R$ 11 bilhões. Margem Ebitda subiu para 46,4%, ante 45,7% do 3trim.2012.
  • Crescimento de receita por região: Cerveja Brasil +0,8%, RefrigeNanc Brasil +5,4%, HILA-ex +10,7%, LAS +14,8%, enquanto Canadá -0,1%.
  • CPV cresceu 5,8%. Despesas com vendas, gerais e administrativas caíram 0,5%.
  • A geração de caixa operacional aumentou 7,4%, totalizando R$ 4.689,8 milhões.
  • Investimento em CAPEX foi de aproximadamente R$ 1 bilhão durante o trimestre.
  • Estimativas que a indústria de cerveja no Brasil tenha contraído 4,3%. Por aqui, a receita da empresa cresceu 0,8% com uma queda de 5,0% dos volumes, mas um desempenho sólido da ROL por hectolitro, que cresceu 6,0%.
  • A média de participação de mercado para o trimestre foi de 68,0%.
  • Para RefrigeNanc Brasil, a receita líquida cresceu 5,4%, com uma queda de 2,0% em volumes provocada pela indústria, a qual compensada por um aumento de 7,6% da ROL por hectolitro. Guaraná Antarctica atingiu a participação de mercado recorde de 10% durante o trimestre, a mais alta historicamente .
  • Operações no Caribe e América Central o EBITDA totalizou R$ 121,8 milhões (+37,5% ).
  • Operações na LAS entregaram um EBITDA de R$ 674,8 milhões no 3T13 (+20,3%).
  • No Canadá, o EBITDA aumentou 0,6% no trimestre, atingindo R$ 582 milhões.
  • A decisão do Governo Federal em não mais aumentar os impostos em 2013 deverá ser positiva para o volume e cria condições para a cia manter o plano de investimento recorde no Brasil.

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Opinião CHR: Apesar do ano desafiador para a Ambev, as ações da cia estão praticamente no zero a zero em 2013. Um bom resultado, se pensarmos que o Ibovespa apresenta uma desvalorização de mais de 10%. As expectativas para 2014, são bastante positivas com o evento Copa do Mundo no radar.  Líder de mercado e focada em eficiência, a empresa merece um lugar de destaque em todos os portfólios de longo prazo.

Gráficos: A AMBV4 no gráfico diário trabalha em cima da média móvel de 200 períodos. No curto prazo o principal suporte são os R$83,20. Resistência nos R$88,00.
Olhando para o gráfico semanal, fica claro o caixote que o ativo vem trabalhando durante todo 2013. Não temos uma tendência definida nesta periodicidade mais longa.

AMBV4 AMBV4s

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Natura 3trim.2013

Publicado em 31.10.2013 por na(s) categoria(s) Análises, NATU3, x Raio X

 

  • Receita Líquida consolidada R$1,777 Bilhão no 3trim. +12% em relação ao 3trim.2012.
  • Ebitda consolidado R$398 milhões, +3,5%. Margem Ebitda ficou em 22,4% ante 24,3% de um ano antes.
  • Lucro líquido consolidado R$183,7 milhões, -22,6%. Margem líquida caiu de 15% para 10,3%.
  • Se não considerarmos o impacto da marcação a mercado de derivativos atrelados a dívida em moeda estrangeira, o lucro líquido cresceu 4,5%.
  • Vendas no Brasil cresceram 5,4%. Resultado da intensificação dos investimentos em marketing, da receita incremental advinda do lançamento de SOU e da estratégia no ciclo de vendas do Dia dos Pais.
  • Base de consultoras cresceu 2,5% frente ao ano anterior e a produtividade 2,9%.
  • Rede Natura que iniciou na cidade de Campinas (SP), a partir de outubro foi ampliado para a cidade de São José dos Campos (SP) e a expectativa é de iniciar sua expansão no Brasil ao longo de 2014.
  • Guidance de Capex deste ano subiu de R$ 450 milhões para R$ 550 milhões.
  • O market share no segmento de mercado de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC) foi de 20,8%, queda em relação aos 22,6% no ano anterior.
    A empresa implantou o pagamento de cartão de crédito para algumas consultoras. A idéia é expandir para todas as consultoras no Brasil.
  • Estimativa da diretoria é que o mercado vai continuar crescendo no mesmo ritmo do 1º semestre. O market share deve se manter até o final do ano.
  • O aumento dos custos de logística preocupam a empresa. Principalmente o preço do frete. A mudança do centro de distribuição de Cajamar para São Paulo, no ano que vem, deve aliviar estes custos.
  • Apesar dos preços mais baixos nos produtos Soul, a rentabilidade é muito parecida com a dos outros produtos.
  • Operações da Aesop no Brasil devem ocorrer no ano que vem. Incialmente a entrada no país será feita através de lojas. Futuramente pode ser implantada a venda no catalogo das consultoras.

 

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Opinião CHR: A empresa continua com suas bases sólidas. A governança é exemplar e possui uma preocupação com o social e com a sustentabilidade que a diferenciam das demais companhias listadas na bolsa.
Uma preocupação crescente deve ser com a forte concorrência do setor. A Natura vem perdendo market-share nos últimos trimestres e isso pode afetar ainda mais as margens no futuro.
Em que medida a Aesop irá influenciar a receita da cia é outra questão importante a ser acompanhada.

Gráficos: Os números do balanço do 3trim.2013 decepcionaram os players do mercado e a NATU3 abriu em gap de baixa no dia 24/10. Fez um fundo nos R$43,65 e agora trabalha próximo dos R$45. Olhando para um período mais longo (gráfico mensal), o papel vinha se recuperando do fundo deixado em Agosto (R$41,40) e parecia indicar o início de uma nova tendência de alta. A perda da mínima do mês passado parece desfazer esta impressão inicial. Próximo suporte importante nos R$41,40. o fechamento do gap nos R$47,00 é a resistência mais próxima.

 

NATU3 NATU3m

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RaiaDrogasil 2ºtrim.2013

Publicado em 27.08.2013 por na(s) categoria(s) Análises, RADL3, x Raio X

 

 

  • Lucro líquido ajustado de R$ 58,6 milhões no trimestre, uma margem líquida de 3,7%.
  • EBITDA ajustado de R$ 103,5 milhões, um aumento de 3,2% e um decréscimo de margem de 0,8 ponto percentual, ficando em 6,5%. Essa queda da margem ocorre principalmente devido as margens mais estreitas das lojas novas.
  • A cia encerrou o 2T13 com R$ 1.604,1 milhões de receita bruta, um incremento de 16,6%. Se excluirmos as lojas encerradas e suspensas da base de comparação, o crescimento seria de 18,1%, um aumento de 1,5 ponto percentual.
  • Margem bruta ajustada foi de 27,0% no trimestre, uma retração de 1,1 ponto percentual.
  • Imbróglio tributário no estado de SP vem prejudicando a margem bruta. A direção da Raia Drogasil, espera uma solução ainda para este ano, se não pretende rever a política tributária da empresa.
  • As despesas com vendas totalizaram R$ 289,8 milhões, equivalente a 18,1% da receita bruta, uma elevação de 0,5 ponto percentual em comparação a 2012. O aumento dos alugueis e à abertura de novas lojas foram o principal motivo.
  • As despesas gerais e administrativas totalizaram R$ 40,5 milhões no trimestre, equivalente a 2,5% da receita bruta, o que representou uma diluição de 0,7 ponto percentual quando comparado ao mesmo período de 2012.

 

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  • Lojas: 906 lojas em operação (abertura de 25 lojas e 10 fechamentos) .
  • Programa de otimização do portfólio, a empresa espera concluir até o final de 2013 com um total esperado de 20 a 25 fechamentos de lojas no ano.
  • Este ano a empresa já abriu 61 lojas. No mesmo período do ano passado haviam sido abertas apenas 35 lojas.
  • Participação de mercado de 9,0% em junho, em linha com o 2T12.
  • Crescimento nas mesmas lojas de 10,2% e de 5,7% nas lojas maduras, com três ou mais anos em operação. Uma queda expressiva comparado com o trimestre do 2trim.2012.

 

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  • A empresa espera que o governo volte a desonerar a folha do setor de farmácias, que terminou em Maio. Caso ela não retorne, a empresa será obrigada a voltar no balanço com a provisão trabalhista.
  • No dia 1ºsetembro a empresa pretende começar toda a integração dos sistemas (deve durar 6 meses). Isso vai melhorar a margem e a eficiência da cia. Alinhamento do mix, unificação dos cadastros, sistema único de compras,etc…
  • Pipeline de lojas entregues em 2013 é de 130 lojas.
  • Foco da gestão: 1)Melhoria da margem bruta e do ciclo de caixa. 2)Gestão rígida de despesas. 3) Conclusão da integração do sistema.
  • Em teleconferência, a direção confirma que o segundo semestre será desafiador. A margem Ebitda, por exemplo, deve ficar abaixo da média verificada no ano passado.
  • A direção também confirmou que pretende abrir novos mercados (novas regiões) em 2014. A sensação é que estes novos mercados sejam no nordeste.

Gráficos

A RADL3 apresenta uma queda de 30% desde o último topo deixado em Maio deste ano. Ou seja, no curto prazo, temos uma tendência clara de baixa, com o ativo fazendo topos e fundos descendentes abaixo da média móvel de 20 dias. Olhando para um cenário mais amplo, no gráfico semanal, notamos que o papel encontrou uma zona de suporte marcada pelo topo de Outubro de 2010, nos R$16,00. Nesta mesma faixa de preço temos as retrações de Fibonacci da última perna altista.

 

RADL3d RADL3s

 

Kepler Weber 2trim.2013

Publicado em 21.08.2013 por na(s) categoria(s) Análises, KEPL3, x Raio X

 

  • Vendas R$240milhões. +113 ante 2trim2012.
  • Carteira de Pedidos R$203milhões. (+80%)
  • Receita Líquida R$128Milhões, +75%. A receita da armazanagem cresceu 138%.
  • Ebitda R$19,9Milhões, +185% de crescimento. Margem Ebitda de 15%. No 2trim.2012, a margem era de 9%.
  • Lucro Liquido foi de R$8,7milhões, +1451% ante 2trim.2012. Margem Líquida de 7%.
  • Endividamento da cia cresceu 41%, para R$31milhões.

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  •  O novo produto Super Silo ainda não começou a ser comercializado. Continua em fase de testes.
  • A taxa de sucesso da cia cresceu forte. De 54,2% em 2012 para 69% o 2trim2013.
  • Crescimento da agricultura (safra recorde) e o plano antigo de incentivo ao setor realizado pelo governo foram os principais motivos para o bom resultado do trimestre.
  • O governo anunciou um novo plano Safra com juros de 3,5%aa. Bem abaixo da Selic. Mas esta taxa é somente até Dezembro. É preciso acompanhar a renovação ou não desta taxa.
  • O novo plano do governo é de R$5Bilhões ao ano, pelo período de 5anos. O governo já mostrou que a ideia é um investimento de longo prazo. E estes recursos podem ser alocados em obras civis, o que não era permitido no plano anterior. Apenas como parâmetro, o repasse do BNDEs  através do plano Safra em 2012, foi da ordem de R$600milhões.
  • A direção da empresa destaca que a empresa ainda não foi beneficiada com este novo plano. A expectativa para os próx. trimestres é bem positiva.

 

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  • Apesar da nítida melhora da cia, a direção fez questão de ressaltar na teleconferência que a base de comparação do 2trim.2012 foi muito baixa.
  • As melhorias expressivas das margens se deve também a ampliação do setor de compras e consequentemente a um ganho na seleção dos fornecedores e no custo das matérias primas.
  • Na teleconferência, a direção informou que a capacidade instalada da cia é de processar 100mil toneladas . Atualmente a produção é de 58mil toneladas. Portanto, no curto prazo a empresa teria condições de acompanhar o forte crescimento da demanda.
  • A direção não se mostrou preocupada com a capacidade produtiva da cia, mas sim com o gargalo de mão de obra qualificada.

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  • A queda das exportações ocorreu de forma momentânea e devido ao mau humor das economias dos países clientes.
  • Benefícios da exportação para a Kepler Weber: 1)diversificar e portanto ficar menos exposta ao mercado doméstico 2) competir com grandes players mundiais e assim ganhar expertise.
  • A direção acredita que a sazonalidade histórica vai continuar apesar do Plano Safra. Ou seja, o segundo semestre vai continuar superior ao primeiro, mas a diferença vista no passado deve cair muito.
  • A empresa pretende ampliar o foco no setor de movimentação de granéis.
  • Política de dividendos é de distribuir 47% do resultado líquido.

 

Gráficos

A KEPL3 rompeu a resistência dos R$20 e superou a congestão que já durava 2 meses. Olhando para o gráfico semanal o ativo vem fazendo pivots de alta desde o fundo dos R$7,60 deixado no final do ano passado. Diante da força compradora e dos bons resultados esperados para o segundo semestre não me surpreenderia se o ativo atingisse os R$33 até o final do ano.

KEPL3d  KEPL3s

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Alpargatas 2ºtrim.2013

Publicado em 15.08.2013 por na(s) categoria(s) ALPA4, Análises, x Raio X

 

  • Receita Líquida consolidado, R$832Mi, +14%. Ebitda consolidado, R$130mi, +76%. Margem Ebitda +15,7%, +5,5pp sobre o 2trim2012. Lucro Líquido, R$70,5Mi, +15%. Margem líquida 8,5%, +0,1pp sobre 2trim.2012.
  • Receita Líquida Brasil – R$548Mi, +18% ante 2trim.2012. Na Argentina R$158Mi, +16%. Internacional, R$123Mi , -1%.
  • Ebitda Brasil, R$97Mi, +140%. Margem 18%.
  • Ebitda Argentina, R$12,4Mi, +49%.Margem 8%.
  • Ebitda Internacional, R$21,2Mi Margem 17%.

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  • Calçados esportivos, +27%. Sandálias +16% no mercado externo.
  • A idéia da empresa era priorizar o mercado externo no 1ºtrim. e o mercado doméstico no 2ºtrim. Mas a forte queda das vendas em Junho, devido as manifestações, prejudicou o crescimento de receita no mercado interno que era esperado.
  • Queda de 14% no preço da borracha no 2ºtrimestre.
  • Crescimento das margens e das vendas na Argentina no trimestre foram muito positivas.
  • O dólar e o euro mais fortes que influenciariam os produtos importados (Timberland, Mizuno) foram suavizados com os hedges cambiais.
  • Primeira sandália fabricada na nova fabrica de Montes Claros foi produzida em 21 de Junho. O início da produção efetiva deve ocorrer em Outubro de 2013.

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  • Integração Osklen: está em andamento. A idéia é focar o crescimento da marca no mercado externo e usufruir das sinergias o mais rápido possível.
  • A direção da empresa tem uma perspectiva muito boa nos produtos esportivos. Mizuno ganhando muito share. Mizuno focada em “running”.
  • O 2ºsemestre deve ser beneficiado com a nova fabrica. Permitindo que os gargalos na produção de Havaianas não se repitam.
  • A empresa pretende crescer muito o número de lojas nos EUA.
  • Caixa no 2trim. foi de R$639Milhões. Dívida Bruta em R$389Milhões.
  • Do total da dívida 51% é em reais e o restante em outras moedas (peso, dólar e euro).
  • Capex foi de R$246Mi no período. Metade deste valor foi investido na nova fábrica de Montes Claros.
  • Dividendos: já foram liberados R$63milhões em 2013. Payout de 39%.

Gráficos

O gráfico semanal testa o suporte da média móvel de 40 períodos que equivale a média móvel de 200 períodos no gráfico diário. Olhando o gráfico mensal notamos que os atuais R$13 reais representam também a resistência rompida em Maio da zona de congestão que vinha desde o início de 2012. No longo prazo portanto a tendência de alta se mantém.

 

ALPA4s ALPA4m

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Ultrapar – 2ºtrim.2013

Publicado em 06.08.2013 por na(s) categoria(s) Análises, UGPA3, x Raio X

 

  • Receita Líquida R$15,2 Bilhões, 17% acima do 2tri2012.
  • Lucro líquido atinge R$284Milhões no 2tri, 21% a mais em relação ao mesmo período do ano passado.
  • Ebitda consolidado atinge R$706Milhões no 2tri, 22% acima do 2tri2012.
  • Volumes, receitas e Ebitda cresceram em todos os negócios.
  • Aprovada distribuição de R$354Milhões, R$0,66 por ação.
  • Elevação de rating pela Moody’s
  • Ultrapar passou a integrar o IBrX-50 a partir de maio.
  • Expectativa de aumento da margem ebitda em dólar para o segundo semestre.
  • Crescimento no volume da Ultracargo e na margem ebitda. Efeitos da aquisição do Tenmar.
  • 28 trimestres consecutivos de crescimento de Ebitda. O ROE da empresa neste período cresceu de 13% (2trim.2006) para 18% (2trim.2013)
  • Capex aprovado de R$1,4Bilhão em 2013. A direção confirmou na teleconferência que pode ficar um pouco abaixo deste valor. Isso porém não significa, que a diferença indique uma possibilidade de maior distribuição de dividendos. Em 2012, o Capex foi de R$1,3Bilhão.
  • Foco da empresa é abrir postos Ipirranga no norte, nodeste e centro oeste.
  • Expectativa é de 300 a 350 postos a mais por ano.
  • Em teleconferência, a direção afirmou que para manter a linha de tendência de alta no Ebitda, a empresa pode investir em negócios na qual ainda não atue.

 

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Análise Gráfica: Canal de alta muito bem delineado e com uma alta desde o fundo da crise do subprime de mais de 500%. Também interessante perceber como a média móvel de 40 semanas (linha vermelha) vem servindo como um suporte importante. No gráfico diário percebemos que o papel está muito próximo de fazer uma nova máxima histórica.

 

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Ambev – 2ºtrimestre 2013

Publicado em 31.07.2013 por na(s) categoria(s) AMBV4, Análises, x Raio X

Números

  • Crescimento da Receita Líquida foi de 9,6%.
  • Custo dos Produtos vendidos cresceu 10,8%. Principal fator adverso foi a depreciação do Real.
  • Despesas com vendas, gerais e administrativas aumentaram 13,5%. Copa das Confederações provocou mais gastos comerciais.
  • Ebitda ajustados cresceu 6,8%, para R$ 3.217,9 milhões . Destaque para o segmento de cervejas no Brasil que teve uma alta de 9,2%.
  • O lucro ajustado diminuiu 2,2%, alcançando R$ 1.887,7 milhões como resultado de despesas financeiras líquidas mais elevadas combinadas com uma alíquota efetiva de imposto mais alta. O lucro por ação (LPA) ajustado diminuiu 2,7%, chegando a R$ 0,60.

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PL, receita e Ebit crescendo trimestre após trimestre. A cia conseguiu equacionar muito bem a sua dívida nos últimos 3 anos.

Investimentos e Caixa

  • Investimentos em CAPEX corresponderam a R$ 756,4 milhões durante o trimestre, sendo R$ 559 milhões de investimentos no Brasil.
  • Posição líquida de caixa de R$ 1.913,2 milhões.

Segmento Cerveja

  • Participação de mercado de cerveja foi de, em média, 68,1% durante o trimestre, mantendo-se estável em relação ao 1T13.
  • Em termos de ROL por hectolitro, o desempenho foi muito bom, com um aumento de 10,0% graças aos aumentos de preço do ano passado combinados com um maior peso da distribuição direta e dos volumes premium.
  • Volumes premium cresceram a dois dígitos e o Mercado Norte e Nordeste continuou a se expandir.

  • Foco na estratégia de embalagens começou a ganhar impulso, com um bom desempenho das garrafas retornáveis de vidro de 1 litro e de 300 ml no mercado.
  • Estimativa de que a Copa das Confederações da FIFA tenha trazido aproximadamente 300 mil hectolitros de volume incremental.

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A queda nas cotações vista nos primeiros meses do ano, afrouxaram moderadamente os indicadores fundamentalistas.

Segmento Refrigerantes

  • No segmento de refrigerantes, a receita por hectolitro cresceu 10,2% no trimestre, mais que compensando a queda de 4,7% do volume provocada pela indústria.

Mercados internacionais

  • Apesar das dificuldades ainda percebidas na economia Argentina e das condições climáticas desfavoráveis no Canadá , as operações internacionais da cia mostraram uma boa evolução.

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O cenário macro mais desafiador e o aumento dos impostos pesou nas margens da companhia.

Expectativas

  • A direção da empresa comunicou que a meta é focar nas margens da companhia. O bom resultado apresentado no Ebitda deste trimestre enfatiza esta prioridade.
  • Expectativa da direção para 2013 é que o segmento de cervejas no Brasil permaneça estável ou que caia um dígito baixo no ano . A receita por hectolitro da empresa cresça um dígito alto e que o CPV por hectolitro cresça dois dígitos baixos.

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Como era de esperar, as cotações acompanham a evolução do lucro da empresa.

 

Gráficos

 

O gráfico semanal da AMBV4, mostra um ativo bem indefinido no curto prazo. Não temos uma tendência clara. Apenas o rompimento do topo nos R$87 reais, ou do fundo nos R$75,  pode deixar o cenário mais claro.
Os bons números do balanço do 2ºtrimestre trouxeram entusiasmo e o papel abriu em gap de alta e opera com uma alta de mais de 3%.
Olhando exclusivamente para a tendência de longo prazo (gráf. mensal), a onda de alta continua intacta, apesar da desvalorização de 2% em 2013.

AMBV4s

AMBV4m

Gráf. Semanal Gráf. Mensal
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Natura – 2ºtrimestre 2013

Publicado em 29.07.2013 por na(s) categoria(s) Análises, NATU3, x Raio X

 

Números

  • Receita Líquida R$1,7Bilhão, cresceu 6,7% ante 2trim.2012.
  • Ebitda R$410Milhões, +4,7%. Margem Ebitda caiu de 24,3% para 23,9%. Referente ao 2trim.2012.
  • Lucro Líquido R$240Milhões, +11,7%. Margem Líquida de 13,4% para 14%.

Investimento e dívida

  • Expectativa Capex para 2013, R$450Milhões. Em 2012, foi de R$437Milhões.
  • Aumento endividamento. Dívida Bruta R$2,297 Bilhões. Dívida Total Líquida R$1,5Bilhão.

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Expectativas e mercado

  • Novas consultoras +1,9%, no 1semestre. Total 1249. A atividade das consultoras caiu. A justificativa dada pela empresa é o aumento da concorrência e também o menor número de lançamentos de produtos.
  • Não se verificou uma queda no ticket médio. A queda de atividade se deve a redução dos pedidos.
  • Expectativa de melhora no mercado local para o segundo semestre.
  • Evoluções significativas no mercado internacional da Natura.
  • Maior concorrência e menos produtos lançados, reduziram o market share da cia em Cosméticos e Fragrâncias , de 37,6% para 34,7%. Em Higiene Pessoal queda de 11,9% para 11,3%.
  • O mercado da Natura como um todo cresceu 13% aproximadamente nos primeiros 4 meses de 2013.
  • A empresa reconheceu no conference call que é preciso ter um equilíbrio melhor entre os lançamentos de novo produto durante o ano. Ultimamente a Natura tem priorizado os lançamentos no 2ºsemestre.

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Vendas e marketing

  • Lançamento de Soul mostram sinais positivos. Mercado para a linha deste produto é de US$4Bilhões. Neste mercado a Natura ainda não atuava, já que era um segmento voltado para um público de menor renda. E por enquanto não se viu ainda “canabilização” com outros produtos da empresa.
  • Rede Natura (venda pela internet) – experiência em Campinas tem sido positiva. Daqui a 2 meses devem sair os primeiros resultados oficiais. Este novo canal de vendas pode modificar significativamente o potencial da empresa. Resultados financeiros deste canal deve ser visto apenas no médio prazo.
  • A empresa planeja aumentar os investimentos em marketing. A direção fez questão de ressaltar que estas despesas não impactarão na rentabilidade da empresa. A expectativa é de manter uma margem Ebitda em 2013 próxima de 23,7%.

Dividendos

  • Dividendos e juros capital próprio –> R$0,83 por ação.

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Gráficos

NATU3 sinaliza uma tendência de baixa no gráfico semanal. Utilizando as projeções de Fibonacci, o pivot projeta um objetivo de baixa nos R$39, o que representaria uma queda de 32% desde o topo histórico do papel deixado no início deste ano.

NATU3

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