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Resumo Semanal 27/07

Publicado em 27.07.2012 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Análises Semanais

IMPORTANTE: Para ver o vídeo, basta clicar no play. Na barra de comando, sugiro que coloquem a resolução de 720p, assim a qualidade será de HD. Além disso, clicando no canto inferior direito poderão assistir ao vídeo em tela cheia.

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Disclaimer: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas e fundamentalistas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

Highlights 2trim.2012 – Cielo – CIEL3

Publicado em 26.07.2012 por na(s) categoria(s) Análises, CIEL3, x Raio X

 

Fundamentos

  • Lucro no 2trim2012 somou R$548milhões, alta de 29,6%. Ebitda foi de R$705milhões, alta de 20,7%. Receita Líq. R$1,26 bilhão, +28,3%.
  • Empresa elevou sua participação no mercado para 61,1% no 2trim. Redecard ficou com 38,9%.
  • Número de clientes aumentou 13,3% nos últ. 12 meses, atingindo a marca de 1,3 milhão ao final do 2trimestre.
  • As taxas cobradas dos lojistas subiram de 1,01% em média para 1,03%.
  • O valor do aluguel dos terminais subiu 14,3% em relação ao valor cobrado no mesmo período do ano passado. Em média agora o aluguel do chamado POS é de R$75. Esse valor está próximo a valores praticados antes do fim do monopólio. Aluguel do POS responde por 22% da receita da cia.
  • A cia espera uma queda no market share nos próximos trimestres devido a agressividade da Redecard em grandes clientes. O fechamento de capital dará mais agilidade e flexibilidade para a empresa do Itaú.
  • O crescimento do Santander (em parceria com o GetNet) também preocupa. Acredita-se que o concorrente pode alcançar 10% do mercado em 2013.

 

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Gráficos

Ativo em tendência de alta a aproximadamente 1 ano e meio. Canal de alta no gráfico semanal (linha rosa) bem configurado. Neste momento, a CIEL3 no curto prazo faz um pullback na MM20 e no topo anterior rompido.

CIEL3 CIEL3s

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Highlights 2trim.2012 – Natura – NATU3

Publicado em por na(s) categoria(s) Análises, NATU3, x Raio X

 

Fundamentos

  • Lucro liquido de R$215milhões (+14,3%). Receita Líquida somou R$1,6 bilhão. Ebitda foi de R$391milhões (+19,7%)
  • Operações internacionais cresceram 26,2%. Apreciação da moeda americana ajudaram
  • Otimização dos investimentos em marketing e maior eficiência logística, diminuíram as despesas com vendas. No 2trim2012, representaram 34,2% da receita líquida, ante 34,9% do 2trim2011.
  • Operação na Argentina se mostra “desafiadora”. Principal imbróglio ocorre no processo de importação dos produtos.
  • A empresa elevou o n. de consultoras. Agora existem no Brasil 1,226 milhões de consultoras (+13,6% ante 2trim.2011). No exterior são 280mil consultoras (+28,8%).
  • Prazo de entrega dos produtos passou de 6dias para 4dias. Até 2013, o objetivo é reduzir para apenas 2dias.
  • A empresa prevê realizar um novo reajuste de preços até o final de 2012.

 

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Gráficos

Forte tendência de alta, fazendo topos e fundos ascendentes tanto no gráfico diário como no gráficos semanal. Este atual patamar de preços é a máxima histórica do ativo. Gap deixado hoje deve ser fechado antes da retomada da tendência.

 

NATU3 NATU3s

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Highlights 2trim.2012 – Vale – VALE5

Publicado em por na(s) categoria(s) Análises, VALE5, x Raio X

 

 

Fundamentos

  • Resultado da Vale – Lucro recua 58,7%, para US$2,6 bilhões – Ebitda sobe 19,7%, R$391,6milhões. (Padrão US GAAP)
  • Levando em consideração o padrão IFRS, o lucro líquido da Vale alcançou R$5,3 bilhões, queda de 48,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
  • O preço do minério foi o principal responsável pelo recuo do resultado da companhia.
  • A empresa no 2trim. recuperou os níveis de produção que haviam sido afetados no 1trimestre deste ano devido as chuvas nas principais plantas da cia.
  • Acordo com o DNPM sobre os royalties e o marco regulatório do setor em votação no Congresso, ainda são as questões que mais preocupam o mercado.
  • O preço médio do minério de ferro da Vale no 2trimestre foi de US$ 103,29. Uma queda de 28,9% em relação ao 2trim2011.
  • O custo dos produtos vendidos cresceram aproximadamente  5% em relação a igual período do ano passado. Motivo: despesas com pessoal e manutenção de equipamentos.
  • China respondeu por 43,7% das vendas de minério de ferro da Vale no segundo trimestre.
  • Dívida líquida ficou em US$21,4 bilhões. Avanço de 90,8% em relação ao 2trim. 2011. Relação Div.Bruta/Ebitda passou a ser de 0,94.
  • A depreciação do real teve um impacto negativo no balanço na ordem de US$1,693 bilhão. A dívida em dólar pesou neste sentido.
  • Ferreira, presidente da Vale: o foco da empresa continuará sendo minério de ferro, carvão e fertilizantes.
  • Empresa trabalha com a retomada do preço do minério no curto prazo.
  • Todos os navios enviados para a China com minério de ferro foram vendidos.
  • Murilo Ferreira da Vale, afirma que nos próximos 5 anos pretende dobrar a produção de minério de ferro em Carajás. A alta qualidade do minério de Carajás garante uma forte demanda mesmo diante um cenário mais desfiador e com preços menos atrativos.

 

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Gráficos

Depois de perder os R$37,82, a #VALE5 realizou um pivot de baixa e neste momento testa o importante suporte dos R$34. Pelo gráfico semanal, podemos notar que este patamar já foi testado outras 5/6 vezes. Isso portanto representa um ponto importante que deve ser observado. Em um período mais longo notamos a formação de triângulo descendente (linha verde). O rompimento da LTB proveniente do topo dos R$48,50 ( máx. de 2011) pode representar uma mudança de tendência.

 

VALE5 VALE5s

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Highlights 2tri2012 – Bradesco – BBDC4

Publicado em 25.07.2012 por na(s) categoria(s) Análises, BBDC4, x Raio X

 

Fundamentos

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  • Nova alta na inadimplência, para 4,2%.
  • Inadimplência de  grandes empresas atingiu 0,9% em Junho. O maior desde 2009.
  • As provisões subiram forte no trimestre o que acabou ofuscando o bom retorno do setor de seguros.
  • Presidente, Luis Carlos Trabuco, justificou o aumento das provisões como algo pontual e reflexo principalmente da alta do dólar.
  • O lucro Líquido no trimestre foi de R$2,8 Bilhões, 1,4% superior ao do primeiro trimestre de 2012.
  • Dividendos no ano passado ficaram acima de 3%. Pagos mensalmente e com a queda de juros, os dividendos da cia passam a ser mais atrativos para investidores de longo prazo.

 

Gráficos

BBDC4 BBDC4s

 

  • Depois da última perna de alta iniciada do fundo nos R$26,35 até o topo dos R$31,37, o ativo corrige até a retração de 50% de Fibonacci. O volume depois do anuncio do resultado do 2trim2012 subiu muito. O principal suporte no curto prazo se encontra nos R$28,70. No gráfico semanal percebemos o ativo dentro de uma congestão marcada pela máxima e mínima do ano.

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Resumo Semanal 06/07

Publicado em 06.07.2012 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Análises Semanais

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Entendendo e aceitando o Risco

Publicado em 02.07.2012 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Destaques, Estratégias, Money Management

 

A volatilidade é um elemento essencial no mercado. A movimentação mais brusca dos preços ao mesmo tempo que cria boas oportunidades pode também causar muito desconforto.

Enfrentar a volatilidade requer do investidor um acompanhamento minucioso do risco que pretende assumir na carteira.

O risco, de uma maneira ampla,  pode ser definido como a possibilidade que alguma coisa ruim aconteça em relação a uma determinada atividade. Normalmente, pensamos em risco em termos de probabilidade, de chances de ocorrer. Por exemplo, quando dirigimos um carro existe o risco de termos um acidente. Normalmente, a probabilidade que isso ocorra é pequena, mas se o tempo estiver muito ruim ou a iluminação da estrada não estiver boa, ou ainda se o motorista não for dos melhores, as chances de que aconteça algo desfavorável aumentam.

Este exemplo pode ser comparado com a atividade operacional no mercado financeiro. Assumir uma posição na bolsa de valores é exatamente como dirigir um carro, sempre haverá um risco envolvido. Além das variáveis externas que influenciam as duas atividades, o indivíduo pode também não estar nas suas melhores condições emocionais e assim aumentar as probabilidades de insucesso. Por outro lado, se o individuo mantiver a concentração, o foco no plano traçado e evitar condições adversas (tanto na estrada como na bolsa) as chances de êxito desfavorável diminuem.

Quando se fala em risco a maioria dos indivíduos associa a algo negativo. Mas o fato de ganhar acima do previsto também deve ser encarado como um risco.

Especificamente no mercado financeiro, o risco de uma perda em um trade ou investimento pode ser dividido em dois aspectos: a probabilidade de perder e a dimensão da perda.

A probabilidade de perder pode ser estudada analisando o movimento histórico do ativo. Não existe porém nenhuma garantia que a mesma performance do passado persista no futuro. Além disso, mesmo que você identifique uma estratégia que lhe confira 99% de sucesso, você pode ter o “azar” de colocar todos os teus recursos exatamente naquele 1% negativo que a estatística mostrava e levar a tua carteira a bancarrota.

Por isso, a melhor coisa que um trader/investidor pode fazer é administrar o tamanho das posições afim de manter sob controle (ou quase…) o impacto das perdas.

Neste ponto, me sinto obrigado a apresentar novamente a famosa tabela que mostra a dificuldade de se recuperar diante de uma grande perda.  Quem já tem algum tempo de mercado já deve ter visto esta tabela inúmeras vezes.

 

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No gráfico acima, fica ainda mais visível como o ganho necessário para retornar ao ponto inicial depois de uma perda, cresce de forma exponencial.

Mas será que perder 10% do valor da carteira tem o mesmo impacto para mim como tem para você? Muito provavelmente, não. Isso porque, cada individuo possui uma tolerância diferente ao risco.

Identificar corretamente a tolerância ao risco é um ponto chave para que se possa elaborar uma estratégia de money ou risk management eficiente. Alguns fatores determinam a tolerância ao risco, são eles: a idade, a personalidade, o tamanho da carteira, a situação (não só financeira) de vida, etc.

Muitas vezes o trader/investidor busca incessantemente uma metodologia operacional que lhe permita vencer no mercado. Mas esquece de tentar compreender com exatidão até que ponto ele está apto a auferir perdas. Assim, mesmo que ele tenha alcançado uma estratégia vencedora, a falta de conhecimento do que representa o risco produz um forte desgaste emocional no indivíduo que o empurra para fora do mercado.

“O que importa não é se você está certo ou errado, mas sim quanto dinheiro você ganha quando está certo e quanto você perde quando está errado.” George Soros

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Resumo Semanal 29/06

Publicado em 29.06.2012 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Análises Semanais

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A mão do Estado

Publicado em 25.06.2012 por na(s) categoria(s) Análises, Destaques, Opinião

 

O Ibovespa este ano chegou a se valorizar mais de 20% nos três primeiros meses do ano e agora, próximo do encerramento do semestre, perde 5%. Essa volatilidade assusta ainda mais quando comparamos a performance do Ibovespa com o Dow Jones. No gráfico abaixo, notamos a diferença entre os dois índices. Enquanto o Ibov já trabalha no campo negativo, o DJI ainda tem uma valorização no ano de aproximadamente 2%.

Essa diferença de performance não é exclusividade da bolsa americana. Ao analisarmos o iShares MSCI Brazil Index com o Ishares MSCI dos Países Emergentes é fácil perceber como os investidores tem uma visão mais pessimista da nossa bolsa.

Nos últimos 3 meses a aversão ao risco em relação a nossa bolsa aumentou muito.

 

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Mas o que estaria acontecendo? Afinal de contas temos um economia sólida, uma taxa de desemprego baixa e um bom crescimento no poder de compra da população. Porque esse mau humor?

A crise da Europa e a desaceleração da China, apesar de serem as respostas mais óbvias, não me parecem suficientes. Afinal de contas, estes dois problemas afetam o mundo todo e não apenas o Brasil.

Talvez uma possível explicação seja o movimento intervencionista adotado pelo governo Dilma. O mercado não tolera às atividades governamentais excessivas.

Este ano, o governo brasileiro vem atuando de forma mais incisiva nas diretrizes que regem o mercado. A decisão do governo de incentivar os bancos públicos a reduzir suas taxas de juros sobre o crédito de forma a pressionar os bancos privados a adotarem a mesma estratégia, é um bom exemplo. Além disso, as constantes mudanças tributárias no mercado cambial afetam diretamente o preço do dólar frente ao real. A política de reajuste dos combustíveis e as recentes mudanças no cálculo da poupança, visando um corte mais acentuado dos juros, representam mais dois exemplos de ingerência governamental recente.

O investidor olhando para este cenário  se retrai. Ele tem a expectativa (talvez utópica) de que o mercado precisa ser livre e independente.

Aliás a discussão entre o livre mercado versus  a regulação financeira é um assunto que desperta grande paixão.

Por um lado, a recente crise do subprime mostrou que a falta de uma presença mais participativa do Estado, foi um dos fatores que contribuíram para aumentar o tamanho do problema e para facilitar a quantidade de abusos cometidos. Por outro lado, como preconizava Adam Smith, a “mão invisível” é a melhor juíza para resolver todas as distorções do mercado.

Acredito que a solução esteja no meio termo das duas correntes. As empresas e as instituições financeiras para operarem devem alcançar o máximo de liberdade no seu dia a dia, com nenhuma ou pouca interferência do Governo. Ao Estado cabe o papel de regulador, coibindo abusos e interferindo toda vez  que o sistema estiver em perigo.

Em resumo, o Estado deve criar limites para a ganância nata dos mercados, mas em nenhum momento escolher os vencedores ou os perdedores. Isso cabe única e exclusivamente ao mercado, mediante a livre e saudável concorrência.

Infelizmente, utilizando apenas como parâmetro o movimento da nossa bolsa esse ano , parece que os agentes do mercado não enxergam essa visão na atual política governamental brasileira.

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Resumo Semanal 22/06

Publicado em 22.06.2012 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Análises Semanais

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