GGBR4 - Stopado !
Publicado em 01.03.2007 por CHRinvestor na(s) categoria(s) GGBR4, x Histórico
Pular a navegação e ir direto para o conteúdo
Telefone: 81 $telefonedocliente$
Publicado em 01.03.2007 por CHRinvestor na(s) categoria(s) GGBR4, x Histórico
Publicado em 23.01.2007 por CHRinvestor na(s) categoria(s) GGBR4, Informações, Opinião
A Fitch Ratings elevou, hoje, o IDR (Issuer Default Rating - Rating de Probabilidade de Inadimplência do Emissor) de Longo Prazo em Moeda Estrangeira da Gerdau S.A. (Gerdau) para ‘BBB-’ (BBB menos) de ‘BB+’ (BB mais).
A elevação do rating da holding Gerdau reflete o melhor acesso a caixa fora do Brasil, através de linhas de crédito internacionais, e o fato da maior parte da dívida, na holding, ser beneficiada por garantias das subsidiárias operacionais brasileiras da Gerdau. O rating reflete as posições favoráveis dos negócios das principais subsidiárias de produção de aço da empresa - Açominas e Aços Longos, no Brasil, e Gerdau Ameristeel Corporation (Ameristeel) na América do Norte - assim como o forte perfil financeiro consolidado do grupo, caracterizado por baixa alavancagem e saudável liquidez. Em 2006, a Gerdau continuou seu forte desempenho, gerando, nos nove primeiros meses do ano, receitas líquidas consolidadas de USD8,9 bilhões e EBITDA operacional de USD2,0 bilhões. Em comparação com o ano anterior, as receitas e o EBITDA operacional aumentaram 34% e 33%, respectivamente, principalmente devido à continuidade das altas margens entre os preços do aço e da sucata, assim como a inclusão, nos resultados consolidados de 2006, de ativos adquiridos, como a Corporacion Sidenor (Espanha) e Siderperu (Peru). Com dívida total consolidada em torno de USD3,9 bilhões (incluindo um ajuste de cerca de USD200 milhões de leasings operacionais e dívida garantida) e caixa de USD2,8 bilhões, em 30 de setembro de 2006, a alavancagem da Gerdau, medida pelo índice dívida líquida/EBITDA operacional, caiu para 0,4 vez contra 0,6 vez, em dezembro de 2005; e o índice dívida total/EBITDA operacional caiu para 1,5 vez, de 1,8 vez. Após investimentos de quase USD1,0 bilhão, nos nove primeiros meses de 2006, a Gerdau gerou fluxo de caixa livre (definido como EBITDA menos investimentos, capital de giro e despesas com juros) de USD440 milhões. A Gerdau deve terminar o ano com receitas de, aproximadamente, USD11 bilhões, EBITDA operacional de USD2,5 bilhões e índice dívida total/EBITDA operacional de 1,4 vez. Embora a Gerdau se encontre geograficamente bem diversificada - 54% de 19,5 milhões de toneladas de aço bruto é produzida fora do Brasil - aproximadamente dois terços do EBITDA operacional consolidado da empresa é gerado por suas subsidiárias operacionais brasileiras. Esta exposição, assim como o risco global do cíclico mercado de aço, estão refletidos nos ratings da Gerdau e nos de sua subsidiária. O IDR em Moeda Estrangeira ‘BBB-’ da Gerdau é superior ao teto país do Brasil ‘BB+’ (BB mais), devido aos benefícios de ser proprietária de 66,8% da Ameristeel, segunda maior produtora de produtos de aço longo na América do Norte; às significativas exportações das suas subsidiárias brasileiras, em torno de USD1,2 bilhão em 2006; e aos substanciais saldos de caixa de USD2,8 bilhões, tanto no Brasil como fora do país. Além disso, a Gerdau é beneficiada por USD400 milhões de uma linha de liquidez obtida em novembro de 2006. O acordo entre a GTL Trade Finance Inc. (GTL), subsidiária integral da Gerdau, e vários bancos internacionais não contém cláusula de mudança material adversa, o que permite à Gerdau maior flexibilidade financeira para sacar fundos em caso de uma crise de liquidez no Brasil. A combinação destes fatores, mais o compromisso da administração, a longo prazo, de manter um perfil de crédito conservador, deve permitir que a empresa efetue o pagamento de suas obrigações em moeda estrangeira, pontualmente, caso o governo brasileiro imponha controles sobre capital e câmbio, durante uma crise soberana. Sediada em Porto Alegre (RS), a Gerdau é a empresa holding das unidades de produção de aço do grupo nas Américas do Norte e do Sul e na Europa. As empresas Gerdau operam miniusinas e instalações integradas de aço no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Uruguai, Estados Unidos, Canadá e Espanha, com capacidade de produção de aço bruto de 19,2 milhões de toneladas métricas em 2006. A Gerdau detém 89,3% de suas empresas operacionais brasileiras, que consistem, basicamente, da Açominas e Aços Longos, com capacidade de produção combinada de cerca de 9,3 milhões de toneladas de aço bruto. Na América do Norte, a Gerdau detém 66,8% da Ameristeel, que é a segunda maior miniusina produtora de aço, com capacidade de produção anual de nove milhões de toneladas de produtos acabados de aço de uma rede de 17 miniusinas, incluindo a joint-venture Gallatin Steel, da qual detém 50%. Fonte: Agência Leia
Somado a isso, considero que com o PAC, talvez a Gerdau seja uma das empresas mais beneficiadas. A demanda por aço, para a implementação do crescimento anunciado nos setores de infra-estrutura, deve subir fortemente neste ano. Além disso, o preço da GGBR4, devido a uma correção das comodities nos mercados internacionais, apresenta preços bem atrativos.
.
Publicado em 10.11.2006 por CHRinvestor na(s) categoria(s) GGBR4, x Histórico
Publicado em 22.08.2006 por CHRinvestor na(s) categoria(s) GGBR4, x Histórico
Compra GGBR4 em 32,69. Stop em 31,90, abaixo retr. 61%. Objetivo 35,00.
No gráfico semanal o histograma do MACD confirma a tendência de alta.
Os preços ainda respeitam a LTA no semanal.
A retração de 61,8% no gráfico diário, representa um forte suporte. Ele já foi testado anteriormente e os preços reagiram. Se superar os 34,00 (primeira resistência) pode buscar o topo anterior nos 35,00. O OBV está muito alto, bem próximo do TH.