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BOVH3 - Atualizando

Publicado em 16.01.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) BOVH3, x Histórico

 

BOVH3Apesar do belo sinal de reversão deixado hoje, a Bovespa Holding assim como todo o mercado, nos últimos dias vem sofrendo uma forte desvalorização. Além do mau humor dos investidores perante o agravamento da crise financeira americana, boa parte da forte queda no papel da bolsa brasileira se deve ao aumento da alíquota do CSLL, anunciado pelo governo federal, no famoso pacote pós CPMF. Mesmo havendo ainda uma certa dúvida sobre a incidência da nova alíquota na empresa, pelo fato de a Bovespa não ser uma instituição financeira, a BOVH3 apresentou em 2008 uma queda de mais de 30%.

A forte incidência de pessoas físicas como investidores da companhia (são mais de 30 mil), talvez seja uma explicação para a queda acentuada. Muitos investidores novatos, ao primeiro sinal de pânico, venderam e procuraram garantir o lucro obtido desde a IPO.

Cabe uma reflexão. Muita gente questiona que os múltiplos da empresa se comparados com outras bolsas mundiais se encontram muito altos, mas esquecem de considerar na análise, o potencial enorme da empresa. As perspectivas para o país, apesar de toda a turbulência, continuam positivas para o ano. E a Bovespa diferentemente de outras companhias, não depende somente do crescimento do país. Para a empresa, um período como o atual, de extrema volatilidade  representa um cenário propício para o aumento da receita.

Hoje em entrevista ao Valor Econômico, o diretor geral e de Relações com Investidores da Bovespa Holding, Gilberto Mifano, não descartou que em breve podem ser retomadas as conversas para uma fusão entre a empresa e a BM&F, seguindo uma tendência mundial de consolidação no setor. Sem dúvida isso irá proporcionar o nascimento de uma grande companhia de nível mundial, tornando-se referência na América Latina.posicao

Desde o IPO, destaque para a participação do Credit Suisse no ativo. Veja no quadro ao lado, um resumo da posição líquida por corretora. O Credit Suisse aparece em primeiro lugar com um saldo de mais de 6 milhões de ações. Monitorar o movimento desta corretora, torna-se fundamental.

 

 

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"Perdeu porque jogou"

Publicado em 10.12.2007 por CHRistian na(s) categoria(s) BOVH3, x Histórico

 

bovespaFoi desta forma sintetizada, que os advogados da Bovespa, se referiram ao investidor/especulador Naji Nahas, na defesa contra o processo instaurado na 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Naji Nahas reclama uma indenização de R$10 Bilhões da Bovespa e da BVRJ, comprada pela BM&F.

Durante a IPO da Bovespa, alguns investidores manifestaram receio de entrar na oferta devido ao medo de como poderia terminar este processo. Indubitavelmente, por se tratar de um valor expressivo, a perda da causa, traria consequências financeiras desatrosas para as bolsas brasileiras. Mas a briga está apenas no início. E considerando a linha de defesa utilizada pelos advogados de defesa, diria que presenciaremos momentos peculiares.

Vejam mais um trecho: Nahas é “um empedernido jogador na Bolsa, notório pelos lances de risco que podem proporcionar lucros, mas também resultados adversos, como terminou acontecendo”. Além dos sinônimos utilizados para se referir ao investidor/especulador… “falso milionário”, “falso investidor”, “falso inocentado”, “falso carioca”, “manipulador solerte”, “fariseu desabusado”.

A briga promete ser interessante, mas não acredito que tenhamos reflexos, no curto prazo, nas ações da Bovespa.

 

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IPO Bovespa - Forte demanda

Publicado em 22.10.2007 por CHRistian na(s) categoria(s) BOVH3, Informações, x Carteira CHR

 

Como era de se esperar…

A notícia abaixo acabou de ser publicada pelo Infomoney. Ainda não saiu uma confirmação, mas em se concretizando, mostra a enorme procura do papel.

Acho que essa IPO vai marcar a história da bolsa brasileira.

 

Bovespa Holding: CVM diz que irá exigir mudanças nas regras da oferta de ações

Por: Gustavo Kahil
22/10/07 - 17h50
InfoMoney
SÃO PAULO - A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) irá exigir que a Bovespa Holding envie um comunicado ao mercado alterando alguns itens da oferta inicial de ações (IPO) devido a informações transmitidas com exclusividade aos investidores institucionais.
Segundo o superintendente de Registros da CVM, Carlos Alberto Rebello, os investidores institucionais têm sido avisados por telefone sobre a elevação do intervalo de preços de R$ 17 a R$ 21,50; para R$ 20 a R$ 23.
Para manter a transparência da operação, a autarquia irá enviar ainda nesta segunda-feira (22) um ofício exigindo a elaboração de comunicado oficial para transmitir a mesma informação para os investidores pessoa física.
Desistência e pessoas vinculadas
Rebello adiantou ainda que será determinada a possibilidade do investidor reafirmar ou desistir da reserva de ações da Bolsa. “Nós estamos determinando que eles publiquem um aviso amanhã”, explicou.
As pessoas vinculadas também serão retiradas da oferta devido ao chamado “Hot Issue”, ou seja, quando a demanda de papéis é grande. “A legislação exige que as pessoas vinculadas sejam retiradas do bookbuilding e do varejo”, conclui.
Bovespa não confirmou
Contatada pela equipe da InfoMoney nesta tarde, a Bovespa não havia confirmado a elevação do range da oferta. “Eu não confirmo isso”, disse o supervisor de Relações com Investidores, Cláudio Jacob.
Segundo ele, quando ocorresse qualquer mudança na faixa de preços, a informação seria publicada. Contatados, os coordenadores da oferta, Credit Suisse (Coordenador Líder), Goldman Sachs (Coordenador) e UBS Pactual (Coordenador Internacional) preferiram não se pronunciar.

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IPO da Bovespa

Publicado em 15.10.2007 por CHRistian na(s) categoria(s) BOVH3, x Histórico

 bovespa

Depois de um longo e tenebroso inverno, resolvi voltar a investir em uma empresa que lança ações no mercado. A escolhida foi a Bovespa. Fiz a minha reserva hoje e dependendo do rateio, posso vir a acrescentar mais alguns lotes.

A oferta pública da Bovespa Holding, terá como coordenador líder o Credit Suisse, e o preço ficará entre R$15,50 e R$18,50. O encerramento do bookbuilding é no dia 24/10. O código do papel será BOVH3.

 

Empresa lucrativa

 

A bolsa de São Paulo é a bolsa de negociação de ações e derivativos que mais cresceu nas Américas e a terceira que mais cresceu no mundo em termos de volume médio diário negociado em Dólares, comparando-se a média dos seis primeiros meses de 2007 com a média de 2002, considerando as bolsas com volume médio diário superior a US$1 bilhão (base primeiro semestre de 2007, segundo dados da WFE).

 A Bovespa é o único mercado de ações e seus derivativos em atividade no Brasil e o maior da América Latina, em termos de:

  • volume financeiro negociado em renda variável, que nos seis primeiros meses de 2007 correspondeu a 71% do total das bolsas da América Latina;
  • capitalização de mercado, que em 30 de junho de 2007, correspondeu a aproximadamente 55% do total das bolsas da América Latina; e
  • volume financeiro de ofertas de ações, que representou cerca de 78% do volume financeiro total das ofertas de ações realizadas na América Latina nos seis primeiros meses de 2007.
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Aliás já havia mencionado esse papel de destaque do nosso mercado acionário no artigo Liquidez na Bolsa Brasileira.

O crescimento dos resultados da bolsa é conseqüência direta do aumento do volume financeiro, já que a principal fonte de receita vem dos emolumentos, percentual cobrado sobre as transações liquidadas. Entre emolumentos e liquidação, o investidor paga 0,035% de cada negócio. Em 2006, a bolsa arrecadou R$ 243,4 milhões e, no primeiro semestre deste ano, R$ 195,6 milhões, ou 57% das receitas operacionais brutas. O restante vem de compensação e liquidação (29% das receitas) e custódia (4%).

A operação pode movimentar mais de R$ 5,3 bilhões e pode ser a maior do mercado brasileiro.

 

Filtro contra especuladores

 

No IPO da própria Bovespa, a bolsa brasileira vai inaugurar o seu filtro contra especuladores de primeira hora, os chamados “flippers“, que reservam ações de novatas para vender logo na largada, de olho no lucro rápido. A iniciativa, que vai ser testada agora, mas não vai virar regra, pretende dar aos emissores e coordenadores das operações a opção de privilegiar na colocação os investidores com perfil de longo prazo.

No lançamento da Bovespa Holding, os investidores de varejo terão de, no ato da reserva, classificar-se, como “com” ou “sem prioridade de alocação”. O primeiro grupo será assim enquadrado se tiver mantido no primeiro dia de liquidação após a estréia no pregão pelo menos 80% das ações adquiridas em duas das quatro últimas ofertas públicas. Se o aplicador nunca participou de IPOs, ele será automaticamente classificado como prioritário. Já aqueles que não escolherem a classificação ou tiverem menos de 80% dos ativos adquiridos nas ofertas anteriores recebem o rótulo de “sem prioridade”.

As classificações serão úteis para os bancos coordenadores escolherem como distribuir as ações no varejo em caso de excesso de demanda. Segundo o prospecto da oferta, a intenção é vender até R$ 20 mil para cada investidor preferencial e até R$ 5 mil para o não-preferencial.

Será interessante observarmos como se comportará a liquidez nesta nova metodologia.

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