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Especulando - Venda Coberta

Publicado em 29.10.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) Especulando, PETR4, VALE5

 

Diante da forte alta do mercado ontem, surgem possibilidades para o lançamento coberto de opções na PETR4 e VALE5.

A príncipio a valorização de 13,42% do Ibov, e de 10,71% e de 13,39%, respectivamente na PETR4 e VALE5, representou apenas um repique diante da forte tendência de baixa iniciada no final de Maio. Pensando desta forma, se torna interessante identificarmos pontos de resistência que nos possibilitem vender opções de compra, afim de reduzirmos nosso preço médio.

 

VALE5

Na VALE5, usando a análise técnica, o patamar próximo dos 25,00 reais, representa um ponto de convergência de diversos indicadores. Neste ponto, passa a média móvel de 21 períodos, a LTB e a retração de 61,8% (Fibonacci) de um possível pivot usando as expansões alternadas. Além disso, se olharmos o IFR (14), vamos notar que durante toda a tendência de baixa, o toque no patamar dos 49/50 do indicador representou a formação de topos.

Após os 25,00 reais, outra zona de resistência que pode ser considerada em uma eventual operação de lançamento coberto, seria próximo dos 27,70 - 28,00 reais.

 

PETR4

Na PETR4, a primeira resistência se encontra nos 22,30, onde temos a passagem da LTB de curto prazo e a formação do fundo anterior. Em seguida, a resistência nos 25,30 chama a atenção. Neste patamar, além de ser uma resistência horizontal marcada pelo topo anterior,  passa a média móvel de 21 períodos e o IFR (14) deve encontrar a zona dos 50, que serviu de referência para a formação de topos durante todo o "bear market".

 

A escolha do strike depende muito do perfil de cada investidor. Para aqueles mais arrojados, o ideal seria lançar a opção dentro do dinheiro (ITM). Para aqueles, que não querem correr riscos de perder as ações, opções com um ou dois strikes (OTM) acima da cotação do ativo, tornam-se mais apropriadas.

 

Lembrando: As postagens na categoria Especulando tem o intuito apenas de servirem como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor respresentam recomendações de investimento.

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Oferta pública da Vale

Publicado em 14.07.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, VALE5

 

Amanhã termina o prazo para reserva na oferta pública da Vale. Veja o cronograma:

 

crono

 

A empresa adotou o filtro contra especuladores de primeira hora, chamados "flippers", que compram em ofertas iniciais para vender logo na largada, de olho no lucro rápido. Quem não tiver histórico de manutenção de ações nas últimas quatro ofertas será considerado sem prioridade de alocação. No varejo, os investidores terão de fazer reserva para compra das ações com valor mínimo de R$ 3 mil e máximo de R$ 300 mil .

Dos recursos líquidos (mais ou menos R$20 bilhões) a serem obtidos pela Vale com este aumento de capital , ela pretende destinar 66,66% para seu programa de investimentos e para aquisições. Os restantes 33,34% serão usados para ampliar a flexibilidade financeira da empresa, meio contraída desde a compra da Inco.

Ultimamente os pápeis da Vale sofreram uma forte desvalorização no mercado. Além de aspectos ligados a crise americana, é muito comum empresas que demonstram interesse em levantar recursos através de ofertas públicas (secundárias), serem penalizadas pelos investidores. Mas da mesma forma que caem antes da IPO, o passado nos mostra que em seguida a grande maioria das ações volta a se valorizar.

Recentemente foi divulgado que a Bradespar, uma das principais acionistas da Vale,  pretende levantar mais de R$1 bilhão  com a emissão de notas promissórias, afim de manter a participação que possui indiretamente no bloco de controle da mineradora. Para isso, a Bradespar chegou a colocar as ações da CPFL energia que ela detém, em garantia da emissão.

Ou seja, quando percebemos um esforço tão grande por parte de um dos controladores da empresa, fica mais fácil ganharmos confiança e entrarmos na oferta pública. Além do que, é inegável que mais cedo ou mais tarde, a Vale irá anunciar a compra de alguma outra empresa no exterior e estando capitalizada o receio do endividamento fica em segundo plano.

Examinando os gráficos das maiores mineradoras do mundo, percebemos que a recente queda foi não exclusividade da Vale. Tanto a BHP Biliton como a Rio Tinto, em meados de Maio, mais precisamente no dia 19/05, fizeram o último topo.

Das três empresas a única que perdeu a média móvel de 200 períodos foi a Vale, o que pode representar uma possibilidade de ganhos acima das concorrentes.

 

VALE5

riotinto

bhp

VALE5

Rio Tinto

BHP Billiton

 
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Especulando - NETC4

Publicado em 25.06.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) Especulando, NETC4

 

A NETC4 apresenta uma configuração interessante.

No gráfico diário percebemos que o IFR de 14 períodos, depois de alcançar uma região que no passado já representou ponto de retorno, aponta para cima. No atual patamar de preços passa uma LTA de longo prazo, iniciada em 2004.

No semanal, os preços encontram suporte na forte média móvel de 200 períodos. Além de estar formando (até o momento) um candle de reversão interessante.

 

NETC4

NETC42

NETC4 - Gráf. Diário

NETC4 - Gráf. Semanal

 

Com o stop situado abaixo da mínima da semana e utilizando uma alocação consciente de capital (money management) neste trade especulativo, acredito que se trata de um setup gráfico interessante.

Pra finalizar, e talvez o mais importante, trago para vocês a situação do ativo no Fluxo das 10 Mais. Nas últimas 3 semanas, a NETC4, acumula um saldo positivo de mais de R$8 milhões. Agora, olhando apenas os dois primeiros dias desta semana o saldo já superou os R$10 milhões !!

Queríamos uma oportunidade para testar o Fluxo das 10 Mais ?? Aí está ! :)

 

Lembrando: As postagens na categoria Especulando tem o intuito apenas de servirem como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor respresentam recomendações de investimento.

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PIBB11 - Análise

Publicado em 20.06.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, PIBB11

 

Atendendo ao pedido da leitora Cristina Fonseca, vou analisar o desempenho do papel PIBB11.

Para quem não sabe, esse papel representa quotas do fundo PIBB Fundo de Índice Brasil - 50 - Brasil Tracker, o primeiro fundo de investimento em índice de mercado. O PIBB Fundo de Índice Brasil - 50 - Brasil Tracker - é um fundo de investimento constituído sob a forma de condomínio aberto e destina-se à aplicação em carteira de títulos e valores mobiliários que visa a buscar resultados semelhantes à performance do IBrX 50. Mais detalhes, www.pibb.com.br .

Em poucas palavras, ao comprar o PIBB11, você está automaticamente diversificando a sua carteira.

O primeiro lançamento dos papeis ocorreu em 2004. Desde então, conforme podemos observar no gráfico semanal, o papel vem apresentando uma forte valorização. Assim como ocorreu com o Ibovespa. Aliás, para aqules que querem comprar o índice da bolsa de São Paulo, mas não tem familiaridade com as operações no mercado futuro (BMF), o PIBB11 surge como uma alternativa excelente. Afinal de contas, o IBrX 50 e o Ibov, possuem uma forte correlação.

 

 PIBB11

PIBB112

PIBB11 - Gráf. Semanal

PIBB11 - Gráf. Diário

 

No gráfico semanal percebemos como o PIBB11 vem respeitando um canal de alta em escala logartímica desde a sua criação. Inclusive diria que atualmente além de testar o antigo topo histórico está bem próximo da banda inferior do canal. Um setup interessante.

O gráfico diário, nos permite traçar como objetivo, caso a tendência de alta não seja perdida, o patamar dos 120 reais. Vale lembrar, que infelizmente a líquidez do papel deixa a desejar. Isso ocasiona muitas vezes um spread muito alto entra as ofertas de compra e venda.

Por outro lado, se o horizonte de investimento for de longo prazo, o PIBB11 se enquadra perfeitamente. Lembrando é claro, que por representar um "pacote" de ativos, o PIBB11 não paga dividendos. O que pode se tornar um impencilho para aqueles que gostam de uma remuneração extra além da valorização do ativo.

Sugiro a leitura do artigo escrito, a algum tempo aqui no blog, sobre a incidência do imposto de renda nas operações com o PIBB11 ( Atenção investidores do PIBB11 ) . Depois de alguma confusão, e graças a ajuda dos leitores do blog, conclui que o PIBB11 é tratado pela receita como um ativo comum e não como um fundo de ações.

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Nota da Vale

Publicado em 17.06.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, VALE5, x Histórico

 

A Standard & Poor’s anunciou ontem sua intenção de aumentar a nota de risco de grau de investimento da Vale do Rio Doce, de BBB para BBB+, se a operação de oferta primária de ações da companhia, da ordem de US$ 14 bilhões, for bem-sucedida.

Essa notícia fortalece a imagem de uma política sólida de crescimento da companhia. Até então sempre que se mencionava uma possível aquisição da Vale, os analistas temiam que a empresa se endividaria exageradamente e que correria um sério risco de ser rebaixada pelas agências de risco.

Quando a Vale fez a aquisição da canadense Inco, ela fez dívida, optando por tomar capital de terceiros. No desenho da fracassada aquisição da Xstrata, a companhia preferiu escolher uma combinação de pagamento em ações preferenciais e dívida. Agora, a estratégia parece ser através de uma oferta pública.

É importante lembrarmos, que uma oferta pública representa sempre um ótimo termômetro para a empresa ofertante. É possível conhecer como os investidores estão enxergando a empresa. Pensando desta forma, a Vale parece estar se saindo muito bem. Afinal de contas, ontem, a Bradespar, holding de participações do Bradesco e segunda maior acionista do bloco de controle da Vale, anunciou a venda de 23.918.800 de ações preferenciais ao fundo americano BlackRock. Analistas interpretam o negócio como um primeiro movimento da Bradespar para fazer caixa para subscrever o aumento de capital da Vale. Ela tem 21,2% das ações de controle da empresa na Valepar e 5,7% do capital total da Vale. Em cálculos preliminares, a holding do Bradesco terá que aportar entre US$ 600 a US$ 800 milhões na operação. Não está descartada inclusive, a venda da participação na CPFL que a Bradespar possui, para manter inalterado seu percentual na holding Valepar.

Ou seja, se um dos principais acionistas da empresa já procura capital para investir na Vale, podemos afirmar que a empresa continua com o prestigio em alta. Mesmo depois de as suas ações perderem mais de 20% no último mês.

 

Gráficos

 

Graficamente a VALE5 (+3,60%), abriu em gap, e neste momento (12:00hs) testa a banda superior do seu canal de baixa (gráfico 60min). Não deve-se esperar que os preços recuperem as perdas tudo de uma só vez. A VALE5 deve "pivotear" fazendo topos e fundos ascendentes. Conforme mencionei na análise semanal, esse comportamento pode gerar oportunidades de negócios com as opções da empresa (lançamento coberto).

 

VALE5

VALE5-2

VALE5 - Gráf. Diário

VALE5 - Gráf. 60 min.

 
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Vale - Apenas boatos ?

Publicado em 10.06.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, VALE5, x Histórico

 

As ações da Vale mais uma vez se apresentam como destaque negativo no pregão de hoje. A VALE5 cai até o momento 3,45%, cotada a 48,95 reais.

Boatos sobre uma possivel aquisição da norte-americana Freeport-McMoran se apresentam como o principal motivo para esta desvalorização. Com a compra, a Vale estaria diversificando ainda mais a sua área de atuação, se inserindo em setores como o de cobre, prata e ouro. Por outro lado, o mercado teme que esta aquisição afetaria o endividamento da empresa.

Coincidência ou não, a empresa informou que a diretoria executiva aprovou, no dia 26 de maio de 2008, o encaminhamento ao Conselho de Administração, de proposta de realização de uma oferta pública primária de ações ordinárias e preferenciais classe A (PNA), com valor máximo de US$ 15 bilhões, incluindo oferta inicial e exercício da opção de lote suplementar.

Mesmo parecendo que uma coisa está ligada com a outra, a companhia fez questão de desmentir os rumores e declarou no comunicado: "A Vale informa, ainda, que no momento não mantém negociações para realização de aquisições estratégicas ".

Vamos acompanhar.

Graficamente a VALE5 apresenta até o momento a quinta semana seguida de baixa. Desde fevereiro/março de 2005 isso não ocorre.

No gráfico diário, a briga hoje se encontra na perda ou não do gap por volta dos 48,50. Olhando para o IFR de 14 períodos, atualmente o ativo parece estar próximo de uma zona ou onde costumeiramente realiza um fundo.

 

VALE5

VALE52

Gráfico Semanal

Gráfico Diário

 
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Fosfertil - "Jóia da coroa"

Publicado em 02.06.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) FFTL4, x Histórico

 

Recentemente a Fosfertil anunciou ao mercado que fará um forte investimento na empresa, visando suprir a forte demanda por fertilizantes que ocorre não só aqui no Brasil mas em todo o mundo. Segundo o presidente da companhia, Vital Jorge Lopes, os aportes deverão somar R$ 2 bilhões, a preços atuais, em recursos próprios e crédito (provavelmente junto ao BNDES).

Desde que a Fosfertil foi privatizada, em 1992, este é o passo mais ambicioso da empresa. Para se ter uma idéia do que ele representa, de 1992 a 2007 os investimentos da ex-estatal que se tornou "jóia da coroa" do segmento somaram R$ 3,3 bilhões. A capacidade de produção de rocha fosfática saltou de 1,1 milhão de toneladas anuais para 3,7 milhões no ano passado (a capacidade total no país é de 6,6 milhões), enquanto a de ácido fosfórico passou de 300 mil para 800 mil toneladas anuais.

Segundo analistas, esse investimento tem potencial de duplicar o faturamento da Fosfertil porque os preços não param de subir, sob influência direta do comportamento externo. Isso aliás, tem provocado fortes reclamações dos produtores aqui no Brasil e no mundo. Recentemente inclusive, o governo brasileiro começou a facilitar as importações e a estimular um incremento da oferta no país.

imageNos EUA, os agricultores se queixam que a disparada dos custos tem tornado mais difícil expandir suas lavouras em resposta à crise global dos alimentos que provocou protestos, racionamento e controle de exportação em muitos países. Os preços dos alimentos subiram nos últimos meses porque a crescente demanda por cereais, que excedeu a produção durante boa parte desta década, reduziu os estoques a níveis extremamente baixos. Ou seja, para eles, a crise dos alimentos mundial pode ser explicada pela alta dos fertilizantes. No quadro ao lado, podemos observar, que de fato os fertilizantes inflacionaram mais que o próprio petróleo (combustível).

Hoje, dados no jornal Valor Economico, demonstram que ainda superaquecida em abril, a demanda brasileira por fertilizantes começou a dar sinais de perda de fôlego em maio, em grande parte em virtude dos elevados preços praticados no mercado. Executivos do segmento admitem o efeito, mas reiteram que o encarecimento interno reflete uma tendência internacional que não deverá arrefecer nos próximos anos.

 

Gráfico Diário

 

Em uma tendência clara de alta, a FFTL4, repecurtiu de imediato o anúncio dos novos investimentos na semana passada. Do ínicio do FFTL4ano até o momento, as ações já se valorizaram mais de 50%. Usando as expansões de Fibonacci, poderíamos traçar os próximos objetivos em 127,50 e 134,00. Se bem que, um papel com tamanha força compradora, a colocação de uma ordem de stop gain deve ser muito bem pensada. Talvez, o mais prudente, seja a utilização de uma estratégia de trailing stop (stop móvel).

Podemos observar, que a média móvel de 21 períodos tem servido de suporte nos últimos pull backs. Esse ponto talvez represente a oportunidade de adicionar mais lotes  (para os que já compraram) ou entrar no papel (para aqueles que estão de fora).

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BOVH3 - Atualizando

Publicado em 16.01.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) BOVH3, x Histórico

 

BOVH3Apesar do belo sinal de reversão deixado hoje, a Bovespa Holding assim como todo o mercado, nos últimos dias vem sofrendo uma forte desvalorização. Além do mau humor dos investidores perante o agravamento da crise financeira americana, boa parte da forte queda no papel da bolsa brasileira se deve ao aumento da alíquota do CSLL, anunciado pelo governo federal, no famoso pacote pós CPMF. Mesmo havendo ainda uma certa dúvida sobre a incidência da nova alíquota na empresa, pelo fato de a Bovespa não ser uma instituição financeira, a BOVH3 apresentou em 2008 uma queda de mais de 30%.

A forte incidência de pessoas físicas como investidores da companhia (são mais de 30 mil), talvez seja uma explicação para a queda acentuada. Muitos investidores novatos, ao primeiro sinal de pânico, venderam e procuraram garantir o lucro obtido desde a IPO.

Cabe uma reflexão. Muita gente questiona que os múltiplos da empresa se comparados com outras bolsas mundiais se encontram muito altos, mas esquecem de considerar na análise, o potencial enorme da empresa. As perspectivas para o país, apesar de toda a turbulência, continuam positivas para o ano. E a Bovespa diferentemente de outras companhias, não depende somente do crescimento do país. Para a empresa, um período como o atual, de extrema volatilidade  representa um cenário propício para o aumento da receita.

Hoje em entrevista ao Valor Econômico, o diretor geral e de Relações com Investidores da Bovespa Holding, Gilberto Mifano, não descartou que em breve podem ser retomadas as conversas para uma fusão entre a empresa e a BM&F, seguindo uma tendência mundial de consolidação no setor. Sem dúvida isso irá proporcionar o nascimento de uma grande companhia de nível mundial, tornando-se referência na América Latina.posicao

Desde o IPO, destaque para a participação do Credit Suisse no ativo. Veja no quadro ao lado, um resumo da posição líquida por corretora. O Credit Suisse aparece em primeiro lugar com um saldo de mais de 6 milhões de ações. Monitorar o movimento desta corretora, torna-se fundamental.

 

 

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POSI3 - Na balança

Publicado em 03.01.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) POSI3, x Histórico

 balanca

Mais uma vez essa semana os papeis da Positivo Informática sofreram com notícias relacionadas a benefícios tributários. Assim como ocorreu em Setembro do ano passado, quando as ações da empresa cairam mais de 10% devido a uma decisão do STF contra os incentivos fiscais oferecidos pelo governo paranaense a companhia, agora o motivo do pessimismo foi uma decisão do governo de São Paulo em revogar os benefícios de empresas que produzem computadores fora de SP e que vendem no estado, elevando a alíquota de venda de produtos de informática de 7% para 18% e o crédito outorgado de 7% deixa de existir. Resultado… em dois dias os papeis da POSI3 cairam novamente acima de 10%.

Sem dúvida, essa é uma notícia muito ruim para a companhia (principalmente porque 70% das vendas da Positivo são para SP), mas alguns pontos valem a pena serem lembrados. Transcrevo abaixo o comunicado da empresa aos seus acionistas, enviado hoje:

 

Curitiba, 03 de janeiro de 2008 – A Positivo Informática S.A. (Bovespa: POSI3), maior fabricante de computadores do Brasil e líder no segmento de tecnologia educacional, vem a público esclarecer as informações acerca dos possíveis impactos das alterações promovidas pelo Estado de São Paulo nas alíquotas de ICMS sobre a venda de PCs naquele Estado.

Atualmente, o varejista paulista que compra PCs de outros Estados, obtém um crédito de 12% de ICMS. Já na compra dentro do Estado de São Paulo, o crédito do varejista é 7%. A venda ao consumidor final paulista é realizada com alíquota de 7%. A diferença entre 12% e 7%, gera um aparente ganho de 5% na compra de PCs de fabricantes de outros Estados. O ganho, no entanto, é aparente, uma vez que os fabricantes em outros Estados podem recolher ICMS enquanto que a alíquota efetiva de ICMS para os fabricantes de PCs no Estado de São Paulo é de 0%. A alíquota efetiva de ICMS para fabricantes de PCs no Estado do Paraná, por exemplo, é de 3%, o que reduz o ganho aparente de 5% para 2%.

Por intermédio da Lei nº 12.785, de 20 de dezembro de 2007, foram promovidas alterações nas alíquotas do ICMS para produtos de informática no Estado de São Paulo. No caso das vendas de computadores, a alíquota de 7% de ICMS incidente sobre a venda ao consumidor final paulista passou a ser de 18%. Se o fabricante estiver estabelecido em São Paulo, destacará também 18% de ICMS na venda ao varejista. Se o fabricante estiver estabelecido em outros Estados, continua valendo a alíquota interestadual de 12%. A nova lei terá efeito quando decorridos 90 dias de sua promulgação. No entanto, houve indicação na Exposição de Motivos do projeto da lei de São Paulo da intenção do Estado de manter os mesmos benefícios que foram revogados, através de medidas adicionais que serão adotadas, por redução da base de cálculo.

A Positivo Informática informa que seguirá sua estratégia de manter a fábrica em Curitiba - PR e parte da produção de desktops e notebooks em Ilhéus - BA e Manaus - AM, pelas razões já anunciadas em comunicados anteriores, pois entende que esta é a melhor forma de manter a sua competitividade.

 

Destacaria dois pontos: 1) A perda é menor do que a imaginada anteriormente (2% ao invés de 5%) e 2) os parques fabris de Ilhéus e Manaus são grandes trunfos, para possíveis mudanças no futuro caso a competitividade venha a ser afetada. Além do que, uma possível ação do governo do Paraná ampliando os incentivos fiscais não está descartada. Afinal de contas, não seria interessante para o estado a perda de uma importante empresa.

Em resumo, continuo com minha posição na empresa, porém ainda sem novas compras. Conforme mencionei em outros artigos, o aumento de lotes para a minha carteira de longo prazo depende de uma melhor definição na direção do mercado.

 

Gráfico Semanal

 POSI3-10

Papel brigando em cima do forte suporte nos 39,00. A perda deste patamar, o ativo poderia testar os próximos suportes nos 36,00 e 34,00.

A grande zona de congestão em verde e situada entre as retrações de Fibonacci (em rosa), pode representar uma parada técnica para ganhar fôlego, visando um objetivo de mais longo prazo (64,00). Aliás a formação lembra também uma bandeira de alta na análise técnica clássica.

 

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Positivo - Respeito ao investidor

Publicado em 14.12.2007 por CHRistian na(s) categoria(s) POSI3, x Histórico

 

Caro (a) acionista,

   Nesta última terça-feira, dia 11 de dezembro, completamos o primeiro aniversário do nosso IPO. Ao fazer um balanço de nossa participação no mercado de capitais, vemos que estamos no caminho certo. Conseguimos capitalizar a empresa, impulsionando seu crescimento, e demos um bom retorno aos investidores que confiaram em nosso trabalho. Nossa ação teve uma ótima valorização, chegando a alcançar 101,7% de alta após um ano do IPO.

   Neste primeiro ano de Bovespa vivemos um período de intensa melhoria de nossas práticas de governança, controles internos e interação com investidores. Aprendemos muito, mas certamente temos ainda muito o que aprender com nossos investidores e analistas, a quem agradecemos a confiança em nós depositada, inúmeras interações construtivas e opiniões imparciais, ainda que muitas vezes desafiadoras.

   Finalmente, gostaria de deixar aqui uma mensagem de otimismo para o ano que se aproxima. Estaremos comprometidos em manter os bons resultados que alcançamos neste ano que passou e, mais do que isso, continuaremos atentos à realidade de nosso mercado, atuando sempre com a agilidade que nos é peculiar.
   Desejo Boas Festas a todos e um Ano Novo repleto de realizações.

 
   Hélio Bruck Rotenberg
   Diretor Presidente da Positivo Informática

 

Fico feliz com atitudes de respeito e comprometimento que algumas empresas demostram com o  investidor pessoa física. A Positivo, desde que me tornei acionista (participei da IPO), faz questão de deixar o seu investidor bem informado. Isso na verdade, deveria ser uma obrigação e não um diferencial. Mas infelizmente, outros RIs (Relacionamento com Investidores) não adotam a mesma prática.

O ano de 2007 foi de fato muito bom para a empresa. Se não fosse o problema inerente a tributação fiscal do estado do Paraná, a valorização dos papeis seria ainda mais expressiva.

Que venha 2008… e as perspectivas para a POSI3, continuam muito boas.

 

Gráfico Diário

 

POSI3-9

POSI3, assim como o índice e a maioria do mercado, se encontra em uma zona de congestão. Nos últimos meses, os fundos ascendentes mostram força no papel. A cunha se estreitando deve provocar um movimento forte brevemente. O rompimento definitivo dos 49,00/50,00 abre espaço para a busca do objetivo de Fibonacci no patamar dos 55,00.

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