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Os treasuries e o ISM

Publicado em 27.10.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Aprendizado, Estratégias, Informações, Opinião

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treasuries

ism

Spread entre Treas. 2Y e 10Y

ISM (Institute Suply Management)

Um interessante medidor econômico é a analise da relação dos treasuries americanos de 2 e 10 anos, juntamente com o ISM (Institute Suply Management).

Quando temos uma aproximação entre os rendimentos dos treasuries de 2 e 10 anos significa que o mercado passa por um momento de calmaria e que portanto a expectativa dos agentes do mercado é de crescimento econômico.

A política de juros do Fed influência diretamente o rendimento dos treasuries. Os notes de 2 anos se ajustam mais rapidamente à variação da taxa de juros do que os notes de 10 anos. Ou seja, em um período de recessão os notes de vencimento mais curto caem juntamente com a taxa de referência mais rapidamente que os notes mais longos.  Já em períodos de expansão econômica, acontece o inverso, ou seja, eles sobem mais rapidamente. No gráfico isso fica bem evidenciado se pensarmos, que em 2007/2008 visando combater a recessão que se avizinhava, o Fed cortou drasticamente a taxa básica de juros americana.

Desta forma, podemos concluir que:

Quando a diferença entre os Treas.10Yr e Treas.2Yr aumenta, a expectativa é que teremos um momento de queda na atividade econômica dos EUA.

Quando a diferença entre os Treas.10Yr e Treas.2Yr diminui, a expectativa é que teremos um momento de crescimento na atividade econômica dos EUA.

Já o ISM é considerado por muitos analistas o indicador mais importante divulgado nos EUA. Estudos comprovam que quando o ISM (seja de produção como de serviços) estiver abaixo de 43 por dois meses seguidos, significa que a economia americana se aproxima de uma recessão. Por outro lado, um ISM acima de 60 por dois meses seguidos, pode representar uma economia super aquecida e com um grande risco inflacionário.

Juntando estas informações podemos criar esta tabela de acompanhamento abaixo e tentarmos identificar em que estágio se encontra a saúde da economia americana e conseqüentemente criar uma estratégia para o mercado acionário:

tabela

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O perigo do IOF

Publicado em 20.10.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Aprendizado, Destaques, Informações, Opinião

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image A resolução: A partir de hoje todo investimento estrangeiro direcionado a aplicações em bolsas e títulos públicos será taxado em 2% de IOF. A medida não afeta os investimentos externos diretos (IED).

A intenção: Segundo o governo há um excesso de aplicações de estrangeiros na bolsa e a medida visa evitar a formação de uma bolha especulativa no mercado brasileiro. Segundo o ministro da Fazenda Guido Mantega, cerca de US$ 20 bilhões entraram no país para investimentos em ações no ano, entre janeiro e o começo deste mês. Além da bolha, com a nova taxação, a intenção dos senhores de Brasília é reduzir a valorização do real que atrapalha as exportações, tornando os produtos brasileiros menos competitivos.

Em um primeiro momento, julgo a medida como positiva. O capital estrangeiro que hoje em dia aporta no país visando aproveitar as oscilações de curto prazo da bolsa sentirá o peso dos 2% do novo tributo. Agora para aqueles que permanecerem por 12 meses ou mais, o IOF vai ser diluído no tempo e portanto não deixarão de investir.

Pensando mais a fundo sobre a questão, percebo que a medida pode afetar drasticamente a nossa bolsa. Os investimentos estrangeiros que ingressam no Brasil para a aquisição de ações e debêntures, apesar de inicialmente parecerem investimentos especulativos, têm um papel fundamental para a evolução do nosso mercado de capitais e para a competitividade das empresas brasileiras. Estes investimentos dão liquidez às ações e às debêntures, atraindo mais investidores para as bolsas e, portanto, fazendo com que a emissão de dívidas por parte das empresas se torne uma opção viável para a captação de recursos. Em um país com um custo bancário tão elevado, estas fontes adicionais de financiamento adquirem um papel relevante para a competitividade das empresas. Sem elas, muitas de nossas empresas não teriam conseguido realizar os investimentos relevantes que se materializaram nos últimos anos. A possível fuga do capital estrangeiro com a nova taxação e a consequente queda no valor das ações das empresas podem gerar um custo pesado para a economia como um todo.

É importante acompanhar como será o fluxo de capital estrangeiro nas próximas semanas. Vale lembrar que existem muitas empresas brasileiras listadas em Nova York, através das ADRs (American Depositary Receipts), o que pode atrair os recursos sem a incidência do novo imposto.

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O Fed e o FOMC

Publicado em 24.09.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Aprendizado, Destaques, Estratégias, Informações, Opinião

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federal

Retomando o assunto sobre indicadores econômicos, neste artigo vou abordar a reunião que ocorre a cada 40 dias (aproximadamente) nos EUA e que define a taxa básica de juros americana.

O Fed e o seu diretório, nesta reunião, definem os rumos da economia americana. A definição se haverá um aumento ou uma redução da taxa depende basicamente de dois fatores: como anda o desemprego no país e se existem pressões inflacionárias.

Juntamente com a nova taxa básica de juros, o FOMC (Federal Open Market Committee) apresenta um relatório com algumas considerações sobre as ações tomadas. Um exemplo deste relatório pode ser visto, neste endereço: http://www.federalreserve.gov/newsevents/press/monetary/20090923a.htm . Este foi o relatório da reunião de ontem que manteve a taxa básica de juros americana em 0%-0,5%.

No final do relatório são apresentados os membros do diretório que participaram da votação. O fato de haver ou não unanimidade na votação é um aspecto muito observado pelo mercado. No caso da reunião de ontem, todos os participantes concordaram com a manutenção da atual taxa de juros.

A atitude de combater energicamente a inflação é chamada nos EUA de “hawkish attitude”, enquanto a ação para atacar o risco do desemprego assume o nome de “dovish attitude”.

Normalmente o Fed sobe a taxa de referência para contrastar um aquecimento da economia, e se o aumento não é isolado, ou seja se ele ocorre sucessivamente, os analistas interpretam que o Banco Central americano entrou em uma tendência de alta, chamada de “tightening corridor”. Por outro lado, se o Fed corta a taxa de referência, a intenção é combater uma contração da economia (como vem ocorrendo desde o ano passado) e da mesma forma, se a redução não é isolada, o mercado considera que o Banco Central entrou em uma tendência de baixa, chamada  de “easing corridor”.

Usando como parâmetro a decisão do FOMC e o relatório divulgado, o mercado costuma utilizar uma tabela de acompanhamento, como à apresentada abaixo, para entender os movimentos do Fed.

fed

Acredito que com esta tabela fique mais fácil de interpretar os rumos da principal economia do mundo. Faça um teste… utilize o relatório de ontem do Fed e me diga em que estágio estamos no momento? Sem dúvida, uma simulação muito interessante.

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Para facilitar os que não dominam o inglês, abaixo trago uma tradução do relatório realizado pela Agência Estado.

“A informação recebida desde que o Comitê Federal de Mercado Aberto se reuniu em agosto sugere que a atividade econômica acelerou após seu severo declínio. As condições nos mercados financeiros melhoraram mais e a atividade no setor de moradia aumentou. Os gastos das famílias parecem estar se estabilizando, mas permanecem limitadas pela perda em andamento do emprego, lento crescimento da renda, menor valor das residências e crédito apertado. As empresas ainda estão cortando investimento fixo e pessoal, embora em um ritmo mais lento; eles continuam a fazer progressos em trazer os estoques a um melhor alinhamento com as vendas. Embora a atividade econômica provavelmente vá se manter fraca por algum tempo, o Comitê antecipa que as ações de política para estabilizar os mercados financeiros e as instituições, estímulos fiscal e monetário e forças do mercado vão dar suporte a um fortalecimento do crescimento econômico e um gradual retorno a níveis mais altos de utilização dos recursos em um contexto de estabilidade de preço.
Como a substancial folga de recursos provavelmente vai continuar a esfriar a pressão de custos e com as expectativas de inflação no longo prazo estáveis, o Comitê espera que a inflação vá permanecer contida por algum tempo.
Nessas circunstâncias, o Federal Reserve continuará a empregar uma ampla variedade de instrumentos para promover a recuperação econômica e para preservar a estabilidade de preço. O Comitê vai manter a meta da faixa dos Fed Funds em zero a 0,15% e continuará a antecipar que as condições econômicas provavelmente vão garantir níveis excepcionalmente baixos das taxas dos Fed Funds por um período prolongado. Para proporcionar suporte ao empréstimo hipotecário e aos mercados de moradia e para melhorar as condições gerais nos mercados de crédito privado, o Federal Reserve vai comprar um total de US$ 1,25 trilhão de ativos lastreados em hipotecas de agências e até US$ 200 bilhões de dívida de agências. O Comitê vai gradualmente desacelerar o ritmo dessas compras com objetivo de promover uma suave transição nos mercados e antecipa que elas serão executadas até o final do primeiro trimestre de 2010.
Como anteriormente anunciado, as compras de US$ 300 bilhões de Treasuries pelo Federal Reserve serão completadas até o final de outubro de 2009. O Comitê vai continuar a avaliar o momento e volumes gerais de suas compras de ativos à luz do desenvolvimento da perspectiva econômica e das condições nos mercados financeiros. O Federal Reserve está monitorando o tamanho e composição de seu balanço patrimonial e fará ajustes nos seus programas de crédito e de liquidez conforme seja justificado.

A votação para a ação de política monetária no Fomc foi: Ben S. Bernanke, presidente; William C. Dudley, vice-presidente; Elizabeth A. Duke; Charles L.
Evans; Donald L. Kohn; Jeffrey M. Lacker; Dennis P. Lockhart; Daniel K. Tarullo; Kevin M. Warsh; e Janet L. Yellen.”

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Os astros na bolsa

Publicado em 27.08.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Estratégias, Informações, Opinião

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astroEm Junho do ano passado participei da Expotrader – V Congresso Anual Internacional de Traders do Mercado de Capitais 2008, um evento criado pela Trader Brasil, com a participação de nomes consagrados do mercado financeiro mundial. Na ocasião, chamou minha atenção a palestra do “guru” Arch Crawford e sua abordagem digamos “astral” do mercado. Arch, profetizou que devido a um eclipse raríssimo, no dia 16/08 ocorreria algum desastre em escala mundial que levaria as bolsas do mundo inteiro ao colapso.

Incrédulo, marquei na minha agenda e aguardei a fatídica data. De fato, nada de excepcional ocorreu no dia 16/08/08. Mas coincidentemente, no dia 16 do mês seguinte, a crise financeira do subprime alcançou o seu ápice com a quebra do Lehman Brothers (veja aqui).

Relembrei esta profecia do Arch Crawford, porque para minha surpresa, essa semana, lendo a revista Veja, me deparei com o Diogo Mainardi citado-o em sua coluna. Diogo destaca as recentes previsões corretas feitas pelo “guru”. Segundo o colunista, Arch antecipou a queda vertiginosa das bolsas de valores de Setembro do ano passado e previu a recuperação dos mercados em Fevereiro deste ano. E mais…  segundo o  “guru” , a partir do dia 03 de setembro, influenciadas por um novo eclipse lunar, as bolsas mundiais começarão novamente uma forte espiral de queda.

Ou seja, pelo segundo ano seguido, já anotei na minha agenda e vou acompanhar a previsão astrológica de Arch Crawford. De qualquer forma, acredito que não precisamos invocar os astros para percebermos que o mercado se mostra cansado da alta recente e que em breve os investidores começarão a colocar no bolso, de forma mais intensa, os lucros auferidos nos últimos meses.

Site de Arch Crawford – http://www.crawfordperspectives.com/

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“Too big to fail”

Publicado em 19.05.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Destaques, Estratégias, Informações, Opinião

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Pensando no artigo escrito pelo colaborador Rafael Valim e publicado ontem aqui no blog, sobre a queda da gigante GM, me ocorreu de escrever sobre o velho e surrado mito de que investimento seguro é investir nas grandes empresas.

Vocês ainda lembram da Kodak e da Xerox? Nos anos 70/80 quando se falava em fotografia e aparelhos de fotocópia, estas empresas eram a referência, ícones de sucesso. Hoje em dia, praticamente morreram na praia. A confiança na sustentabilidade eterna daquelas gigantes simplesmente se mostrou infundada.

As crises costumam ser responsáveis pelo óbito de muitas gigantes . Não poderia ser diferente na crise atual. Gigantes como a Fannie Mae, Freddie Mac, AIG e Citigroup assinaram seu atestado de óbito. Quem poderia pensar há poucos anos que as ações do conglomerado financeiro Citigroup chegassem a valer aproximadamente um mísero dólar (veja gráfico)? Até mesmo a General Electric, vista como grande exemplo de sucesso duradouro, viu suas ações desabarem vertiginosamente (gráfico). Atualmente, elas não chegam a valer um décimo do que já valeram poucos anos atrás.

citigroup

ge

Citigroup

General Eletric

Muitas vezes, nem mesmo o estigma, comumente utilizado pelos analistas americanos, de serem “too big to fail” ajuda estes grandes conglomerados a se salvar.

Neste ponto, a idéia de uma carteira de acumulação, que muitas vezes eu já defendi aqui no blog como uma boa opção para o longo prazo, precisa utilizar critérios de seleção rígidos e não apenas apostar nas chamadas blue chips do momento.

Não existe apenas uma estratégia de sucesso nos mercados financeiros. Existem especuladores com curto horizonte de tempo que ganham muito dinheiro, assim como investidores que focam no longo prazo e conseguem excelentes retornos também. Mas é preciso ter em mente que a estratégia de simplesmente apostar nas grandes empresas vencedoras de hoje e fechar os olhos, contando que seu sucesso será permanente, pode ser uma decisão muito arriscada.

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A queda de um gigante

Publicado em 18.05.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Colaboradores, Estratégias, Informações

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gm Foi em 1908 que a GM veio ao mundo como a conhecemos hoje, ao longo de 91 anos esta, que é uma das mais expressivas indústrias automobilísticas do mundo está chegando ao fim. O seu futuro é incerto, o que é certo é que a GM que conhecemos chegou ao fim. O que ela vai ser no seu post mortem não é o que vem ao caso neste texto.

Ao longo de uma vida, uma pessoa se forma, se transforma no que quer do mundo e no que quer fazer deste mundo, semeia seus idéia e seus genes, produz escolas e linhas de pensamentos e ideais e no fim morre por estar velho demais pra esse mundo.

A GM tem essa mesma história, inventou e reinventou o mundo automobilístico. Foi pioneira em uma série de invenções, aperfeiçoou tantas outras e seguiu tendências. Inovou em seu design, fabricou de carros esportivos a caminhões e “tanques de guerra” (Hummer). Empregou milhares de seres humanos mundo afora.

Mas o presente momento denúncia que seu fim chegou, há uma década esta empresa contraiu uma doença mortal, tentou ser quem sempre foi num mundo que não é mais aquilo que era. Seu simbolismo e sua arte tendem permanecer vivas por décadas a diante, mas sua história mostra que no mundo moderno inovar é preciso.

Interessante observar a GM e fazer uma breve comparação com a HONDA. A GM é dona de oito marcas – GMC, Chevrolet, SAAB, Cadillac, Hummer, Saturn, Pontiac, Buick; fornecendo no total 101 veículos para o mercado norte-americano. A Honda por sua vez, possui 18 veículos e mais 5 da Acura, divisão de luxo da Honda, além disso a empresa produz equipamentos domésticos, motores para barcos, motos e aviões.

Venho ouvindo muitas pessoas comentarem sobre a GM e a concordata que a empresa pretende divulgar. Há um certo inconformismo geral, de como que uma empresa como esta chega ao fim da noite para o dia. Nessas horas meus caros, olhar um pouco para as ações de uma empresa e ver o comportamento da mesma nos últimos tempos, ajuda os investidores a tomarem decisões racionais sobre as operações que pretendem fazer.

Após atingir US$ 94,63 em 28 de abril de 2000, o papel iniciou uma trajetória de queda que até o presente momento não teve fim, são quase 10 anos dentro de um claro canal de queda. Ano após ano, balanço após balanço, a empresa vem perdendo força, se enfraquecendo lentamente e caminhando para o seu fim.

Ainda que após a concordata a GM volte a respirar, eu me pergunto, será que ela vai continuar a ser como era, ou seja com 8 empresas e 101 veículos, ou vai se reduzir e se aperfeiçoar como as concorrentes japonesas? Isso o futuro vai dizer.

GM_MAIO09

General Motors

Na imagem (acima) trago os últimos 19 anos do papel e em destaque o canal de baixa. Quero fechar este texto com uma dica para investidores jovens e conservadores. Jamais comprem um papel porque ele caiu muito, se um papel caiu muito é porque algo que estava errado continua errado. Esperem o momento certo para comprar boas empresas com bons descontos nos preços. Mesmo boas e renomadas empresas podem chegar ao fim.

Artigo escrito por Rafael Valim.

Rafael Valim, geógrafo e trader, opera no mercado financeiro e colabora eventualmente com o CHR Investor.

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Vencedor Promoção Acerte o Ibov

Publicado em 01.05.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Informações

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Finalmente chegou a hora de apresentar o grande vencedor da promoção Acerte o Ibov. Foram mais de 500 cadastros. E graças a forte oscilação que o índice apresentou na última hora de ontem, a troca constante de vencedor deixou o resultado ainda mais emocionante.

Parabéns Erasmo Luiz de Souza Dias, de Várzea Paulista, São Paulo ! Faltaram apenas 9 pontos para que o seu palpite acertasse na mosca a cotação do Ibov.

Vejam os 10 primeiros colocados:

 

promo

Cotação de fechamento do Ibov no dia 30/04: 47289

 

Estarei entrando em contato com o vencedor através do email cadastrado, para acertar o envio dos DVD’s da coleção Leandro Stormer.

Mais uma vez, gostaria de agradecer a todos aqueles que participaram. Em breve, teremos uma nova promoção. Aguardem !

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Siga-me no Twitter

Publicado em 24.04.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Informações

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twitter Depois de algumas semanas testando esta interessante ferramenta, volto a recomendá-la aos amigos do blog.

O Twitter é uma espécie de microblog. Ele permite apenas a publicação de mensagens que não ultrapassem  140 caracteres.

Muitas vezes, alguns assuntos não rendem um artigo completo. Com o Twitter posso escrever pequenos comentários sobre o mercado financeiro e compartilhar idéias com outros investidores e profissionais.

É uma nova maneira de interação entre internautas que compartilham o interesse pelo mesmo assunto.

As possibilidades com o Twitter são inúmeras.

No Twitter do CHR Investor, você pode encontrar:

  • divulgação real time dos principais indicadores econômicos do mercado.
  • comentário crítico sobre as notícias financeiras.
  • análise gráfica de determinado ativo durante o pregão.
  • todos os dias, no final do pregão, saldo de fechamento do Fluxo das 10 Mais.
  • e mais… um contato direto comigo, durante o pregão.

Portanto, convido a todos para que me sigam no Twitter.

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Se você ainda não conhece essa nova febre da internet mundial, dê uma olhada neste artigo.

É altamente aconselhável para aqueles que usam o Firefox, baixar o aplicativo TwitterFox (clique aqui para o download gratuito no Baixatudo ) que mostra as ações mais recentes da conta do Twitter na barra inferior desse navegador.

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Taxas BM&F Bovespa – Implementação gradual

Publicado em 20.04.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Informações

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A BM&F Bovespa resolveu fazer a implementação das novas taxas de forma gradual. No dia 04/05, será feita uma parte do reajuste e em Outubro, o restante. Veja a tabela a seguir:

tabela

Um detalhe interessante que me ocorreu, é o fato de que essa nova taxação no volume em custódia pode servir também para um eventual controle fiscal. Afinal de contas, com a popularização do mercado, a Receita pode solicitar essas informações para a BM&F Bovespa e compará-las com a declaração do contribuinte.

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Fundos do tipo “V” , “U” ou “L”

Publicado em 16.04.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, Destaques, Estratégias, Informações, Opinião

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Apesar de nas últimas semanas os mercados mostrarem uma boa recuperação, fica evidente olhando para os indicadores da economia mundial que a crise ainda está longe de terminar.

É interessante notar que na análise gráfica nós temos formações que procuram identificar a duração de um determinado evento.

DJI
DJI – Gráf. Semanal

Se pensarmos apenas nos EUA, inicialmente se esperava que a economia e o mercado americano tivessem um comportamento na forma da letra “V”, com uma desaceleração curta e rasa, de apenas alguns meses.  Com o passar do tempo, achou-se que o movimento seria mais semelhante à letra “U”, com uma desaceleração mais grave e com duração de 1 ou 2 anos. Mas agora, a previsão de que a recuperação só virá em 2010 ou mais á frente, torna mais provável que a economia tenha um comportamento na forma da letra “L”.

Uma formação do tipo “L”, representa em termos econômicos, que os EUA podem enfrentar uma forte e duradoura retração, semelhante à do Japão. Corroborando com esta expectativa, essa semana, indicadores apontam que os americanos estão enfrentando a primeira deflação em 12 meses, desde de 1955. É preciso evitar a deflação. Segundo economistas de peso, como Nouriel Roubini, “Leva-se 10 anos para sair de uma deflação”.

IBOV
Ibov – Gráf. Semanal

Por enquanto, o Brasil vem mostrando comprometimento e tomando medidas para evitar uma contaminação mais grave. A bolsa brasileira já subiu mais de 50% desde o fundo no final de Outubro do ano passado. Mas é importante observar, que graficamente, estamos ainda nos aproximando da primeira retração de Fibonacci (38,2%). Ou seja, mesmo na bolsa paulista não podemos ainda descartar a configuração de um fundo do tipo “L”. Apesar do recente otimismo, é importante que façamos uma análise prospectiva da crise como um todo e não apenas dos últimos dois meses de tendência de alta no intraday.

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