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Conheça os níveis de Governança Corporativa da BM&FBovespa

Publicado em 17.06.2013 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Colaboradores, Informações

Os níveis de governança corporativa, lançados pela bolsa brasileira em 2000, têm como objetivo proporcionar um ambiente que estimule o interesse dos investidores e a valorizar as empresas de capital aberto. Cada nível tem um requisito necessário para ingresso por parte das companhias. Quanto mais elevado o nível, maior o número de requisitos e maior será o grau de governança corporativa. A escala de menor até o maior grau de governança corporativa é: Tradicional, Bovespa Mais, Nível 1, Nível 2, Novo Mercado.

Tradicional: Fazem parte as companhias que não aderirem nenhum outro nível mais elevado de Governança Corporativa da Bovespa.

Bovespa Mais: Tem por objetivo tornar o mercado de ações brasileiro acessível a um número maior de companhias que vêem no mercado uma importante fonte de recursos e que buscam adotar estratégias diferentes de ingresso no mercado de ações como: captação de volumes menores, aumento de exposição junto ao mercado para criar valor e realização de distribuições mais concentradas, por exemplo. As empresas listadas no Bovespa têm potencial de desenvolvimento mais acentuado, quando comparadas com empresas listadas no mercado principal e assumem compromissos de elevados padrões de governança corporativa e transparência com o mercado, podendo atrair mais investidores. Possuem ainda o benefício de ser analisada por duas instituições especializadas.Somente ações ON podem ser negociadas e emitidas, mas é permitida a existência de PN.

Nível 1: Exige que as empresas adotem práticas que favoreçam a transparência e o acesso às informações pelos investidores, divulgando informações adicionais às exigidas em lei, como relatórios financeiros mais completos, informações sobre negociação feita por diretores, executivos e acionistas controladores e sobre operações com partes relacionadas. Obrigatório reunião pública anual e calendário de eventos corporativos.Companhias listadas nesse segmento devem também manter um freefloat mínimo de 25%.

Nível 2: Exige que as empresas aceitem e cumpram obrigações mais rigorosas que no Nível 1. Adesão à Câmara de Arbitragem do Mercado, Oferta pública de aquisição de ações no mínimo pelo valor econômico em caso de fechamento de capital ou saída do segmento, e em caso de venda de controle da empresa, é assegurado aos detentores de ações preferenciais e ações ordinárias o direito de tag along, no mínimo, de 100% do preço pago pelas ações ordinárias do acionista controlador. A empresa deve possuir divulgação adicional de informações; manifestar sobre qualquer oferta pública de aquisição de ações da companhia; e ações preferenciais um direitos especiais,inclusive o direito de voto aos acionistas em situações críticas, como a aprovação de fusões e incorporações da empresa e contratos entre o acionista controlador e a companhia, sempre que essas decisões estiverem sujeitas à aprovação na assembleia de acionistas. Quanto ao Conselho da Administração, mínimo de 5 membros, dos quais pelo menos 20% devem ser independentes com mandato unificado de até 2 anos, e vedado presidente do conselho e diretor presidente ou principal executivo pela mesma pessoa.

Novo mercado: Trata-se do mais elevado padrão de Governança Corporativa. As empresas devem cumprir todas as obrigações do Nível 2 e ainda, emitir apenas ações com direito de voto, as chamadas ações ordinárias.

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Paulo Veneroso
CBO da www.recursofinanceiro.com.br

Graduado em Engenharia de Produção, pós-graduado em Administração, Finanças Empresariais e Negócios pela Escola Superior Aberta do Brasil. Atua no mercado financeiro desde 2009 e possui as certificações CPA-10 e CPA-20.

Triste realidade

Publicado em 07.06.2013 por na(s) categoria(s) Estratégias, Informações, Opinião

 

Situação econômica do Brasil se deteriora e os números das últimas semanas comprovam isso.

O “PIBinho” do primeiro trimestre surpreendeu negativamente a maioria dos analistas, foram míseros 0,6%. A inflação galopante se mostra persistente, IPCA em 12 meses bate no topo do teto em 6,5%aa. O governo apavorado, finalmente pisa no acelerador e resolve apelar para a velha política monetária subindo os juros em 0,5%, deixando a Selic em 8%aa.

Parece até que o Brasil foi recentemente vitima de uma bolha imobiliária (sub-prime) ou que faça parte do combalido bloco europeu.

Essa semana tive acesso a um artigo que mostrava a evolução das margens das empresas americanas desde a última crise em 2008. Realmente impressionante a resistência das empresas americanas às crises e a capacidade de se renovar num processo de destruição criativa.

Diante desta situação resolvi fazer um levantamento de como andam as nossas empresas negociadas na bolsa.

Antes de mais nada, filtrei através do volume de negociação. Considerei apenas as cias que tenham negociado em média pelo menos R$200 mil por dia, nos últimos 12 meses.

Do universo de empresas listadas, sobraram 202 companhias. Utilizando o patrimônio líquido, a receita líquida e o lucro líquido, apurei a rentabilidade das cias através da margem líquida e do ROE. Vejam os gráficos resultantes deste estudo:

 

Evolução anual

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Evolução Trimestral

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O patrimônio total das 202 empresas selecionadas representa aproximadamente 35% do produto interno bruto do Brasil em 2012.

Percebam como as margens das empresas vem se deteriorando nos últimos anos. E chama a atenção o mergulho visto no último ano, saindo, por exemplo de um ROE de 12,97% em 2011 para 8,35% em 2012.

A proximidade entre as margens e a Selic confirma que atualmente a bolsa, considerando a média, não está barata. Afinal de contas o prêmio de risco no fim de 2012 estaria um pouco abaixo de insignificantes 2%.

Como era de se esperar existe uma correlação muito grande entre o PIB brasileiro e as margens das empresas.

Outra coisa que me intriga é que esta situação ocorre em um período no país onde o desemprego é baixo e o consumo elevado.

Se serve de alento, analisando a rentabilidade trimestral das empresas nos últimos 2 anos, nota-se um repique animador no primeiro trimestre deste ano.

Poupança ou na Bolsa? Qual aplicação tem o retorno mais rápido?

Publicado em 23.01.2013 por na(s) categoria(s) Estratégias, Informações

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O professor Ricardo Mollo do Instituto de Ensino e Pesquisa – Insper criou esse material para esclarecer de uma forma simples uma dúvida bem comum.

A poupança é um instrumento de renda fixa normalmente indicado para pequenos investidores que buscam manutenção do poder de compra do valor investido. Por ter uma boa liquidez e taxa pós-fixada indexada à TR (Taxa Referencial), a opção é caracterizada como um investimento de curto prazo e de baixo risco.

Ações fazem parte da categoria de investimentos de renda variável, que significa que, quando investimos, não sabemos com certeza qual será o retorno no futuro.

O desempenho dos investimentos em ações está relacionado principalmente à capacidade que as empresas emissoras têm de gerar valor no futuro. “Os maiores retornos vêm com maior tempo e, consequentemente, com maior risco..” Quanto maior o potencial de geração de caixa dessas companhias, maior o seu preço de mercado.

Por outro lado, o preço no mercado de ações sofre influência não apenas dos fundamentos das empresas, mas também das condições atuais da economia, o que pode interferir nos seus retornos no curto prazo e, por consequência, aumentar o risco da aplicação.

Pela variabilidade dos preços no curto prazo e pelo risco de não sabermos qual o retorno esperado, recomenda-se que os investimentos em ações sejam feitos para caso de resgate no longo prazo.

Devemos ter como princípio considerar não somente o retorno que esperamos ter com os investimentos, mas também os riscos que correremos com eles. Os maiores retornos vêm com maior tempo e, consequentemente, com maior risco.

Conteúdo Original: http://goo.gl/QzSGO

 

Ensinamentos da derrocada do Banco Cruzeiro do Sul

Publicado em 04.06.2012 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Aprendizado, Estratégias, Informações

 

Hoje o mercado financeiro amanheceu com a notícia de que o Banco Central interveio no banco Cruzeiro do Sul e em outras quatro empresas do grupo, por meio do mecanismo conhecido como Regime de Administração Especial Temporária (Raet), pelo prazo de 180 dias. Durante esse período essas empresas serão administradas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O motivo da intervenção, segundo declaração do próprio BC, se deve ao descumprimento de normas aplicáveis ao sistema financeiro e à verificação de “insubsistência” em itens do ativo do banco.

Além do banco, o grupo Cruzeiro do Sul, incluía uma DTVM (administradora de valores mobiliários), uma corretora de valores, uma securitizadora e uma holding financeira.

A empresa era listada na bolsa através dos seguintes códigos: CZRS3 e CZRS4. Hoje, os negócios destes papeis foram suspensos.

Como era de se esperar, as ações dos demais bancos médios negociados na Bovespa, sofreram os efeitos negativos da notícia. Banco Bic (BICB4) –4,9%, Paraná Banco (PRBC4) –3,5%, Daycoval (DAYC4) –1,9%, Banco Pine (PINE4) –0,5%, ABC Brasil (ABCB4)–1%, etc. (cotações das 13hs de hoje)

Este é o hábito do mercado, colocar no mesmo barco todas as ações do setor, mesmo que haja diferenças gritantes no tipo de negócio de cada instituição.

Segundo dados do BC, em 2011, o Banco Cruzeiro do Sul respondia por apenas 0,22% do total dos ativos do sistema financeiro e 0,35% dos depósitos. Ou seja, não se trata de nenhum gigante do setor, capaz de abalar o mercado e criar um efeito dominó. Mas é bom lembrar que este é o segundo banco, em menos de dois anos (o Panamericano foi resgatado no final de 2010) a ser resgatado pelo FGC.

O que chama a atenção é que olhando para os múltiplos recentes do Cruzeiro do Sul não conseguimos enxergar com exatidão a deterioração da instituição.

 

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Apesar do aumento das despesas com a provisão de devedores duvidosos (PDD) e com a queda acentuada do lucro líquido e do ROE no último trimestre, o banco ainda mostrava crescimento na receita financeira e no resultado operacional. Além disso, o índice de eficiência, usado pelas instituições financeiras como referencial, se encontrava bastante confortável desde 2007.

Ou seja, olhando apenas para os números frios do balanço, dificilmente algum investidor se preocuparia com a saúde da companhia. Agora, depois de ocorrida a intervenção, surge a notícia que nas notas explicativas do balanço do primeiro trimestre de 2012, a  Ernst &Young, fez uma ressalva informando que o banco fez um diferimento que não está de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

Além disso, muita gente comentava nos corredores do mercado, sobre as altas taxas pagas pelos CDBs da empresa. Alguns CDBs mais longos, chegavam a pagar 116,5% do CDI.

A derrocada do Banco Cruzeiro do Sul deve ser servir como um ensinamento.

Apesar de a análise fundamentalista dos múltiplos servir como um excelente filtro para a seleção de boas companhias, é importante ter a consciência que o trabalho está apenas começando. Antes de investir em uma ação é preciso conhecer a fundo o negócio da empresa, estudar com atenção os balanços (sem esquecer as notas explicativas…) , falar com o RI, pesquisar com afinco tudo sobre a cia na net e claro analisar graficamente as ações afim de verificar se o fluxo está a teu favor.

E por fim, utilize um bom manejo de risco. Afinal de contas, muitas vezes, mesmo executando todos os passos sugeridos, a operação não transcorre do jeito que esperávamos. Nestes casos, apenas a capacidade, financeira e psicológica, de assumir as perdas permitirá que você permaneça no mercado.

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MEIO TRILHÃO de reais de impostos

Publicado em 30.04.2012 por na(s) categoria(s) Informações

Chegaremos no dia 02/05/2012 a MEIO TRILHÃO de reais de impostos federais, estaduais e municipais, registrados pelo Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
Em 2011, atingimos esse valor apenas em 04 de maio, dois dias mais tarde, o que significa que a arrecadação só cresce!
Para o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, a redução dos juros bancários pode ser favorável para diminuir os tributos. “Espero que com a queda dos juros nos bancos privados e públicos, também os impostos sejam diminuídos para turbinar a economia e, assim, favorecer os consumidores”, afirma.
Quer saber o que é possível fazer com esse valor? O Portal do Impostômetro www.impostometro.com.br auxilia no cálculo:
Com R$ 500 bilhões é possível:

  • Construir mais de cinco milhões de quilômetros de rede de esgoto
  • Construir mais de cinco milhões de postos de saúde equipados
  • Construir mais de nove milhões de postos policiais equipados
  • Contratar mais de 35 milhões de professores para o ensino fundamental por ano
  • Comprar mais de cinco milhões de ambulâncias equipadas
  • Fornecer mais de um bilhão de cestas básicas para a população

Pelas projeções feitas pelo portal, no último dia de 2012 teremos pago o valor de R$ 1,6 trilhão em impostos, batendo o arrecadado em 2011, de R$ 1,5 trilhão, recorde histórico.
O cidadão pode participar no www.horadeagir.com.br deixando sua opinião, em vídeo e comentários, ou ainda pressionando deputados federais para que votem e aprovem o Projeto de Lei 1.472/07, que determina que o valor dos impostos seja discriminado nas notas fiscais.

CESI mudando de direção

Publicado em 27.03.2012 por na(s) categoria(s) Estratégias, Informações

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Há aproximadamente 6 meses atrás eu apresentei aqui no blog o Citigroup Economic Surprise Index (ou simplesmente, CESI). Se você ainda não conhece este indicador, dê uma olhada no meu artigo, clicando aqui.

Em Setembro de 2011, eu chamava atenção para a relação que este indicador tinha com o mercado americano e como ele costumeiramente antecipava topos e fundos no Dow Jones. O CESI, já apresentava uma boa recuperação naquela época, enquanto o DJI ainda tentava deixar um fundo nos 10700 pontos. Ou seja, os indicadores econômicos das 10 maiores economias do mundo já sinalizavam uma melhora nos fundamentos, enquanto o mercado ainda patinava.

CESI x DJI em Setembro de 2011

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CESI x DJI atualmente

cesi DJI

Agora a situação parece ser a inversa. Temos uma bela tendência de alta no DJI e o CESI já começou a apontar para baixo. De fato, se lembrarmos dos últimos indicadores econômicos divulgados nos EUA, na Zona do Euro e até mesmo na China, podemos perceber uma desaceleração em curso.

Como eu mencionei no artigo anterior, o CESI permite uma análise fria da situação econômica dos principais países do mundo. Muitas vezes, ficamos perdidos de diante da enorme quantidade de indicadores que são anunciados toda semana. O Citigroup Economic Surprise Index sintetiza toda essa informação.

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Seminário Oliver Velez na Leandro&Stormer

Publicado em 26.03.2012 por na(s) categoria(s) Informações

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oliverEste final de semana foi realizado em São Paulo o seminário promovido pela Leandro&Stormer do famoso trader americano, Oliver Velez.

Eu li o  livro de Oliver Velez, “Master Trader”, a alguns anos atrás e,  sem dúvida, ele foi um dos responsáveis por despertar em mim a curiosidade sobre a análise técnica.

Nos dois primeiros dias do seminário, Oliver, apresentou a sua metodologia operacional, que por sinal difere bastante daquela descrita no seu livro “Master Trader”, publicado em 2000.

A estratégia é baseada, fundamentalmente, em analisar o range das barras, identificar tendências através das médias móveis e breakouts. Oliver destaca que a sua abordagem não se limita exclusivamente a um tipo de time frame, podendo ser utilizada em períodos mais curtos (intraday) como também em gráficos diários.

Por existir um componente subjetivo nos seus setups, a utilização de um manejo de risco se torna primordial. E este quesito, infelizmente, o guru americano, abordou de forma muito superficial.

O momento mais descontraído do evento foi, sem dúvida  a análise que Oliver Velez fez sobre a Mundial (MNDL3). Depois de uma depuração minuciosa sobre os setups gráficos que o papel fez na estupenda alta de 2011, o trader americano ficou curioso sobre a atividade da empresa. Foi muito engraçado ver a reação dele ao saber que a Mundial era uma empresa de tesouras !

No último dia do evento, ou seja, hoje, Velez fez operações ao vivo no mercado americano e comentou sobre setups que ocorriam nos papeis da nossa bolsa. Foi muito interessante conhecer o seu “modus operandi”. Nos cinco primeiros minutos de mercado ele já havia feito mais de 10 trades ! Usando uma plataforma de um broker americano, que permitia o envio de ordens com apenas um clique, ele operou tanto na compra como na venda.

Outro detalhe que pôde ser observado com ele operando no mercado americano é a diferença entre a liquidez da bolsa de Wall Street e a nossa. Para aqueles que gostam de operar no curto prazo, é fascinante observar a quantidade de papeis que podem ser operados em NY. Bem diferente da nossa realidade, que nos limita a poucos  ativos.

É claro, que associada a liquidez, a diferença do custo de transação entre os dois mercado (o brasileiro e o americano) faz toda diferença. Por exemplo, Oliver “piramidou” (aumentou e diminuiu uma mesma posição) diversas vezes nos seus trades de curto prazo. Infelizmente esse é um tipo de abordagem que muitas vezes se torna inviável  por aqui devido os altos custos da Bovespa.

Em resumo, o seminário foi muito proveitoso. O contato com bons traders internacionais nos permite conhecer realidades diferentes e aprofundar nossa experiência no mercado.  Por isso, gostaria de agradecer o excelente trabalho que a Leandro&Stormer realizou. Assim como ocorre em todos os cursos da L&S, a organização foi impecável e o staff foi sempre muito atencioso.

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Lançamento: eBook Alocação de Ativos

Publicado em 20.03.2012 por na(s) categoria(s) Informações, Livros

eBook Alocação de Ativos capa

Hoje é um dia muito especial e estou animado em trazer ótimas notícias para você!

Trata-se do eBook Alocação de Ativos, desenvolvido pelo Henrique Carvalho do site HC Investimentos.

O Henrique teve a gentileza de me enviar o material completo de pré-lançamento e posso afirmar que todo o trabalho me surpreendeu bastante, já que, além do conteúdo ser de primeira, está bem claro todo o cuidado para oferecer a melhor experiência de leitura para investidores como eu e você.

 

O que é Alocação de Ativos e qual é o objetivo do eBook?

O eBook Alocação de Ativos aborda essa estratégia de investimentos em que o foco do investidor está na proporção de cada ativo na carteira. Estudos já mostraram que somente a Alocação de Ativos corresponde por 90% do retorno de uma carteira.

Se você nunca ouviu falar sobre a Alocação de Ativos não se preocupe. Embora seja muito comum nos Estados Unidos, sendo utilizada tanto por gestores de fundos como investidores individuais, aqui no Brasil somente alguns fundos de investimentos possuem esse tipo de preocupação.

O objetivo do eBook é mudar essa realidade e trazer para você investidor uma estratégia de investimentos que traga menos stress, mais tempo fora do mercado e um maior controle sobre seus investimentos.

O eBook Alocação de Ativos foi desenvolvido para ajudar você a alcançar a tão sonhada liberdade financeira, criando uma sólida e rentável estratégia de investimentos por meio de uma linguagem simples e direta.

> Conheça o eBook Alocação de Ativos

 

3 Benefícios do eBook Alocação de Ativos

Para ter certeza de que todo investidor pode se beneficiar do eBook, o Henrique concentrou seu foco em três grandes benefícios:

1. Saiba Como e Onde Investir

Conheça a tríade financeira e quais são os melhores tipos de ativos para compor uma carteira de investimentos. Fuja do padrão e saiba como diversificar e rentabilizar seus investimentos para garantir seu futuro financeiro.

2. Simplicidade do Método

Esqueça complicadas fórmulas matemáticas e estratégias complexas de investimentos. Através de uma linguagem simples e direta você saberá mais sobre a Alocação de Ativos e poderá já aplicar os ensinamentos com sucesso em seus investimentos.

3. Liberdade Financeira

Você nunca mais se preocupará em olhar o mercado diariamente e poderá aproveitar seu precioso tempo com o que realmente importa. A estratégia de Alocação de Ativos é baseada em estudos científicos e acadêmicos que tornam sua gestão simples e segura.

Portanto, o objetivo é ensinar como e onde investir através de uma linguagem simples para que você possa alcançar a tão sonhada liberdade financeira.

> Clique aqui para saber mais

 

O que Você Encontrará no Site sobre o Material?

O eBook Alocação de Ativos possui 7 capítulos com informações inovadoras sobre essa estratégia de investimentos ainda pouco explorada aqui no Brasil e que pode ser praticada por qualquer investidor, independente de sua experiência.

Um site foi montado especialmente para trazer informações completas sobre esse eBook e você pode acessá-lo aqui.

No site você irá encontrar:

  • Vídeo explicando os problemas do investimento tradicional e como o eBook ‘Alocação de Ativos’ irá ajudar a superá-los
  • Download grátis de uma amostra do eBook
  • 3 grandes benefícios do eBook
  • Conteúdo dos 7 capítulos do eBook
  • Várias Imagens de dentro do eBook
  • Depoimentos de especialistas

> Clique aqui para saber mais

 

Depoimentos

Saiba o que especialistas estão comentando sobre o eBook:

O eBook Alocação de Ativos é o material ideal para aprender a montar sua própria carteira de investimentos, de uma forma muito simples, rentável e com baixo risco.

- Rafael Seabra, autor do livro digital ‘Como Investir Dinheiro’ e editor do QueroFicarRico.com

O Henrique tem uma capacidade singular de falar de conceitos complexos de forma simples, tornando técnicas sofisticadas de investimentos, que normalmente só são aplicadas por profissionais da área acessíveis a todos.

- Ricardo Amorim, Economista, apresentador do Manhattan Connection da Globonews

Feito para pessoas inteligentes e sensatas. Este é um ótimo livro para quem já possui conhecimento básico de finanças e deseja dar o próximo passo.

- Seiiti Arata, coach profissional e criador do curso de coaching financeiro ‘A Classe Alta’

Arrisco-me a dizer que qualquer um conseguirá criar uma carteira de investimentos melhor e mais rentável depois de ler este material do Henrique Carvalho.

- Conrado Navarro, autor do livro ‘Vamos Falar de Dinheiro?’ e sócio-fundador do Dinheirama.com

> Veja por você mesmo os benefícios do eBook

 

Satisfação Garantida ou seu Dinheiro de Volta

Se por algum motivo você não ficar satisfeito após concluir a leitura do material, basta entrar em contato em até 30 dias para receber todo seu dinheiro de volta.

Se você estiver na dúvida sobre comprar ou não o material, essa é a sua oportunidade de comprá-lo sem risco nenhum.

> Saiba Mais

 

P.S.

Eu não mencionei nesse artigo, mas o Henrique preparou uma agradável surpresa que vai além do eBook, oferecendo mais de R$ 100 em materiais bônus de graça para quem adquirir o eBook.

> Clique Aqui para Aproveitar!

Férias

Publicado em 09.01.2012 por na(s) categoria(s) Informações

Olá pessoal, conforme já havia comunicado pelo twitter estarei ausente do mercado até o dia 23/01. Desta forma,  o blog não será atualizado até lá. Bom mercado para todos, muito estudo e prudência ! Abraço.

Semana do Trader Internacional Leandro & Stormer 4ª Edição

Publicado em 09.11.2011 por na(s) categoria(s) Informações

 

 

logo_ST Ocorre de 28/11 a 03/12 a Semana do Trader Internacional, encontro que reúne traders e especialistas em Análise Técnica do Brasil e do Exterior. O evento é organizado anualmente pela escola de traders Leandro&Stormer, comunidade que conta com mais de 70 mil participantes que usam a internet para fazer suas aplicações e discutir sobre as melhores estratégias e oportunidades que o mercado de ações oferece.
A 4ª edição da Semana do Trader terá mais de 60 horas de workshops e palestras sobre o tema. São esperados mais de 1.000 participantes, tanto presencialmente quando pela internet. A programação traz expoentes internacionais como Larry Williams, que ficou famoso na década de 80 por ganhar um campeonato de trades com mais de 11.000% de lucro num ano e Oliver Velez, reconhecido como um dos maiores operadores de Wall Street da atualidade. Também está confirmada o workshop com Alan Farley, trader e escritor de um best-seller internacional “The Master Swing Trader”.

*Os eventos internacionais terão tradução simultânea.

5 atrações


Essa é uma oportunidade única
. Já participei de edições anteriores da Semana do Trader e posso atestar a excelente organização do evento. Além disso, a presença este ano de traders renomados engrandece ainda mais o encontro. Particularmente, aguardo com bastante ansiedade a palestra do Larry Williams. O seu livro, “The Right Stock at the right time”, foi um dos primeiros livros sobre AT que pude ler. E sem dúvida serviu de referencial para o meu estudo posterior sobre o mercado.

Além disso, muitos traders e profissionais do mercado brasileiro estarão presentes, possibilitando uma enriquecedora troca de experiências. Aproveite a promoção abaixo, reserve seu lugar e nos vemos lá !

Promoção Especial:

Através de uma parceria do blog CHR Investor com a Leandro&Stormer, você poderá obter 10% de desconto* para participar deste grande evento. Para ganhar o desconto, basta acessar o site do evento, www.semanadotrader.com.br, escolher a modalidade na qual deseja participar, clicar na Central de Atendimento e informar o cupom CHR2011.

*O desconto não é cumulativo com outras promoções da Leandro&Stormer em vigência.

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