Invista no que você conhece
Publicado em 17.02.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Aprendizado, Destaques, Estratégias
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Quando pensamos em formar uma carteira de longo prazo e de acumulação o fator principal e talvez mais difícil seja o de escolher os ativos que irão compor nosso portfólio. Muitos investidores buscam dicas através de amigos, sites, blogs ou até mesmo nas corretoras onde operam.
Se esquecem porém, de analisar mais a fundo a empresa que estão comprando. Nem ao menos, se questionam se conhecem o ramo de atividade da companhia.
Um princípio extremamente importante para o investidor em ações é o de operar dentro do seu círculo de competência.
As duas principais vantagens para o investidor que forma sua carteira com empresas cujas atividades lhe sejam intimamente conhecidas são a possibilidade de lucrar mais com a volatilidade inerente ao mercado e a tranqüilidade para atravessar períodos em que suas teses de investimento não vingam. O investidor que conhece bem cada uma das empresas que escolhe, seus respectivos mercados, as peculiaridades de seus modelos de negócio, seus produtos e seus consumidores, consegue dormir com menos preocupações em momentos de stress na bolsa.
Com a recente crise americana, muitos investidores tem aplicações perdendo parte significativa da quantia original. Contudo, se a tese de investimento foi e continua correta, o aumento da posição é ainda mais acertado em momentos de forte baixa.
Só que aumentar a posição fica emocionalmente cada vez mais difícil, pois o investidor precisa sustentar sua opinião diante do consenso do mercado. Por isso a importância de se conhecer onde está se investindo. Apenas os que operam dentro do seu círculo de competência têm a autoconfiança necessária para tomar a decisão correta.
O investidor que não se preocupa que suas aplicações estejam dentro do seu círculo de competência, tende a entrar em pânico e vender o bom investimento na pior hora, a de baixa, quando deveria estar comprando mais. Vende porque não sabe direito o que tem e quanto vale. Não sabe onde é o fundo do poço e não tem a tranqüilidade emocional necessária para suportar o mau desempenho. Falta-lhe conhecimento suficiente para ter a coragem de discordar do mercado.
Resumindo, o investidor precisa se concentrar nas empresas que estão próximas dele. Mas sem dúvida, procurando sempre ampliar seu círculo de competência através do estudo disciplinado e de um trabalho amplo de pesquisa.
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1- A máxima de hoje é superior a dos últimos quatro dias.
Setup:
Mesmo sabendo que toda unanimidade é burra, parece inquestionável para a maioria dos especialistas do mercado que o ano de 2009 será um ano muito difícil para a economia mundial. E falando de bolsa a tendência é que também tenhamos muitas dificuldades.
Recentemente a
O questionamento proposto no artigo anterior se resume ao debate de idéias entre a teoria de dois gurus da história econômica mundial: John Maynard Keynes e Milton Friedman.
Essa semana a BM&F Bovespa lançou 3 fundos de índices, os chamados ETF’s (Exchange Traded Funds). Esses fundos, muito populares no mundo todo, visam obter desempenho semelhante à performance de determinado índice de mercado, para tanto, suas carteiras replicam a composição desse índice.









