O fascínio do Daytrade
Publicado em 23.10.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) Análise Técnica, Aprendizado, Destaques, Estratégias, Opinião

É inegável que com a recente volatilidade os traders se sintam entusiasmados em fazer operações de daytrading. Afinal de contas quando vemos o índice futuro da bolsa de São Paulo variar mais 4000 pontos em apenas um dia, a mão começa a coçar e não queremos ficar de fora desta festa. Também queremos participar, nem que seja através de míseros pontinhos no mini, desta oscilação toda.
Talvez por este motivo, entramos no mercado achando que fazer daytrade é fácil e que algumas noções de análise técnica são suficientes para obter sucesso. Na maioria das vezes, o daytrader inicia suas operações de maneira eufórica. Sem dúvida esse otimismo o ajuda a manter a confiança, a serenidade e a esperança ante as incertezas. Contudo, quando lidamos com investimentos, o otimismo exagerado pode ter efeitos perversos sobre o processo decisório quando alimenta expectativas irrealistas ou se leva o investidor a ignorar riscos relevantes.
Um bom exemplo deste aspecto, é o descuido do trader com os custos inerentes ao excesso de transações. Muitas vezes os investidores assumem riscos na busca por retornos acima de um benchmark e o custo da corretagem acaba corroendo os ganhos.
Estudos comprovam que os traders que tem um giro médio anual acima de 100% de suas carteiras obtém uma performance abaixo do benchmark (no caso, um índice do mercado local). É claro que existem casos de traders/scalpers de curtíssimo prazo que obtém sucesso no mercado. Mas me parece inquestionável que o retorno deles está muito mais atrelado a capacidade psicológica de respeitar um plano de trading que tenha uma expectativa positiva comprovada por backtesting, do que na própria estratégia em si.
De qualquer forma, a não ser que você trabalhe para uma corretora e receba um bom comissionamento por transações efetuadas, na maioria das vezes o excesso de iniciativa do trader tem um custo não desprezível para a carteira de aplicações.
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Os
Com a forte desvalorização das bolsas, é muito comum encontrarmos analistas afirmando que muitas ações se encontram “baratas”.
Estratégias usando a relação entre o preço e o lucro por ação são muito comuns entre os investidores seguidores da análise fundamentalista.
Sei que pode parecer para muita gente loucura… sei que diante das últimas semanas de queda, alguns podem achar que eu surtei… sei que olhando para a crise das commodities, muitos vão achar minha opinião sem cabimento… mas… acho que este é o momento ideal para entrar no mercado.
Recentemente venho apresentando as posições em aberto na cblc das principais ações do nosso mercado. No caso específico da VALE5, pudemos comprovar na semana passada a forte movimentação nos papeis alugados da empresa (
carrega consigo. O beta indica o perfil de comportamento da ação em comparação a um indicador de referência (Ibovespa, IBrX, etc.). Se o beta é superior à unidade, esse ativo será considerado agressivo, pois terá um desempenho melhor do que o índice. Se for inferior, diz-se que o ativo tem perfil conservador ou defensivo e ,caso seja igual à unidade, será um ativo neutro. A analogia é total em relação ao beta de uma carteira/fundo calculado por média ponderada. Há diversos softwares no mercado que disponibilizam o beta histórico das ações.
esta mesma estratégia, com um “plus” a mais, como fizeram questão de denominar os mesmos autores.









