Investimento em valor
Publicado em 14.05.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Aprendizado, Estratégias
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Sem dúvida, o maior expoente da metodologia do investimento em valor é o presidente da Berkshire Hathaway, Sr. Warren Buffett. Buffett, o segundo homem mais rico do mundo, foi discípulo de Benjamim Graham, autor do clássico livro “O investidor inteligente” e pai da escola que tem como premissa básica o investimento em empresas que estão sendo negociadas a um preço bem abaixo do seu valor justo.
Todos concordam que empresas baratas e com uma “boa margem de segurança” (como o próprio Graham, gostava de chamar as pechinchas do mercado) são investimentos que no longo prazo tendem a gerar ótimo retorno. Difícil porém, é saber avaliar corretamente o valor justo de uma companhia.
Estimação da taxa livre de risco e do prêmio de risco, estimativa do custo de capital, estimação de fluxos de caixa, modelos de fluxo de caixa descontado (de dividendos, do acionista e da empresa), avaliação por múltiplos, opções reais, avaliação de ativos intangíveis, comentários sobre fusões e aquisições… estes são alguns dos pontos que devem ser considerados, usando a escola fundamentalista, para que possamos avaliar uma empresa.
Muitos profissionais do mercado levam dias, inclusive meses, analisando balanços e calculando o valuation de uma empresa. Um trabalho árduo e com muitas variáveis, que muitas vezes não traz o resultado esperado.
Lendo a biografia de Warren Buffett, “A bola de neve”, podemos perceber como o megainvestidor sempre se preocupou com o perfil do gestor/administrador da companhia em que investe, antes mesmo de olhar os números de um balanço. A procura é por profissionais dinâmicos e competentes capazes de gerar caixa e consequentemente agregar valor para a empresa. Além disso, para Buffett, o valor de uma empresa vem do seu bom posicionamento mercadológico, da sua correta identificação das ameaças e oportunidades existentes no mercado.
A leitura que faço dos ensinamento do livro de Buffett é de que avaliar uma empresa sem levar em consideração a sua inserção no ambiente, a sua estratégia e o impacto disso tudo nos seus drivers (administradores) pode ser uma experiência simples e desastrosa. E isso tudo não pode ser fornecido apenas olhando para os números apresentados no relatório anual da companhia.
A preocupação do analista em entender a empresa, o seu modelo de negócios, os recursos que de alguma forma contribuem para a geração de valor é de fundamental importância para uma boa análise do tipo fundamentalista.
A idéia deste artigo, não é fazer uma crítica à abordagem em investimento em valor. Longe disso. Gosto muito do tema. Em uma carteira de acumulação de longo prazo, muitos dos conceitos desta escola devem ser usados por todos. Apenas desejo enfatizar que o mundo dos investimentos não é uma ciência exata que pode ser mensurada objetivando resultados precisos. Uma abordagem mais ampla e pessoal é imprescindível.
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O “breakout”, ou rompimento, representa um dos sinais mais importantes na análise gráfica. Podemos definir o “breakout” como uma saída repentina dos preços em uma fase lateral de congestão que pode ser bem identificada através de suportes e resistências. Apesar de ser utilizada por muitos traders e ser de fácil compreensão, está configuração gráfica apresenta algumas dificuldades ao ser implementada.
Uma das principais dificuldades dos traders é realizar o lucro no momento certo. Será que devo apertar o stop e embolsar o lucro ou deixar correr mais folgado para não sair da operação antes da hora? Descrevo abaixo como é possível proceder nas operações de curtíssimo prazo:
Durante muitos anos, a performance das bolsas nas principais nações do mundo representava um indício de como a economia real iria se comportar no futuro. O mercado de capitais era visto como uma bola de cristal. A sabedoria de milhões de investidores antevia a direção das principais economias.
Neste presente texto pretendo continuar as observações e a mesma análise de meu
Nas últimas semanas, o movimento das duas principais blue chips do mercado brasileiro apresentaram uma falta de sincronia muito incomum. A PETR4 e a VALE5, são disparadas as ações de maior liquidez da bolsa. Ambas representam praticamente 30% do volume de negócios. E dificilmente o Ibovespa se valorizará se estes dois papeis não fizerem o mesmo.









