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A formula de Kelly

Publicado em 20.07.2014 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Estratégias, Money Management

Depois de conhecermos os métodos de martingale e antimartingale, percebemos que podemos extrair um percentual ideal, que aplicado no total da carteira, maximizaria os ganhos. E é aqui que entra a formula de Kelly.

John Kelly foi um brilhante físico que trabalhava na Bell Labs e graças as seus estudos para AT&T, visando analisar os ruídos das chamadas de longa distância, publicou um artigo intitulado, A New Interpretation of Information Rate. Logo, esse estudo foi utilizado pelos jogadores profissionais nos cassinos, visando identificar o percentual de aposta ideal para cada jogada.

No seu estudo, Kelly considera a probabilidade de ganho do sistema, ou seja quantas vezes ocorre um evento vencedor no total de eventos, e depois analisa como são pagas as jogadas vencedoras e as perdedoras. A formula de Kelly para alcançarmos o percentual ideal de investimento é:

K% = (W-(1 – W) )/R ou se preferirem K% =  ( (R+1) * W – 1)/R
                                                                                 

W é a probabilidade de vitória

R é o quociente entre o valor médio obtido nas vitórias e o valor médio obtido nas derrotas

Vamos a um exemplo para ficar mais claro. Vou usar os mesmo dados usados para ilustrar o método antimartingale:

ant-1

No caso acima, para cada vitória teriamos 1,25 de lucro e para cada derrota perderíamos 1. Desta forma a formula de Kelly ficaria assim :

R = 1,25/1 = 1,25

W = 0,56

K% =  ((R+1) * W – 1 )/ R   = ( (1,25 + 1) * 0,56 – 1)/1,25  = (2,25 * 0,56 – 1)/1,25  =  (1,26 – 1) /1,25  =  0,26  =   0,20 ou seja 20%
                                             

Se olharmos a tabela, vamos perceber que realmente o melhor resultado foi obtido com o investimento de 20% do nosso capital !

Em resumo, Kelly nos deu uma abordagem matemática capaz de definir o melhor percentual de risco a ser adotado em uma carteira visando maximizar os lucros, desde que possamos identificar as probabilidades de vitórias e derrotas e a remuneração de ambas. Esta metodologia é fortemente utilizada por muitos traders quantitativos ainda hoje.

Talvez o mais difícil de usar essa abordagem seja o emocional de cada operador. Mesmo identificando a percentual, muitas vezes, antes que alcancemos o melhor resultado podemos passar por momentos de fortes quedas (drawdown). E nesse momento o  trader é pressionado a encerrar a operação, não permitindo  que o enfoque matemático alcance o seu objetivo final.

Com este artigo, encerro a primeira parte que introduz o tema money management. Gostaria muito que vocês leitores comentassem o que acharam dos artigos ( Money Management, Martingale e Antimartingale ). Mesmo sabendo da importância que é para cada trader/investidor ter conhecimento destas abordagens, sei também que para alguns o assunto pode se tornar chato, difícil e até maçante. Portanto, por favor, manifestem-se !

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Antimartingale

Publicado em 17.07.2014 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Estratégias, Money Management

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Continuando o estudo sobre money management e depois de ter abordado o método martingale, apresento uma nova abordagem: o antimartingale.

O antimartingale se baseia em aumentar nossa exposição ao risco aumentando a aposta no caso de trades vencedores e diminuindo-a no caso de operações perdedoras.

Para que possamos ilustrar esse método, vamos imaginar que cada trader aposte 1% do seu capital, em cada operação. Esse percentual pode ser fixo, porque quando tivermos um lucro ou prejuízo o capital irá mudar, e consequentemente o valor da aposta também. Por exemplo, se apostarmos 1% de 100, e perdermos, em seguida teremos 99; apostando de novo 1%, o valor da aposta será de 0,99 e não mais de 1. E assim sucessivamente, independente dos trades vencedores ou perdedores, nosso valor de aposta será sempre diferente.

Vamos fazer uma simulação. Usando novamente uma moeda com exemplo, considerando um capital inicial de $100 e sempre que der cara nos ganhamos 1,50 e quando der coroa perdemos 1, podemos chegar a seguinte planilha usando o método de martingale:

mart-1

Já no modelo antimartingale teríamos :

ant-1

Fica claro que, para esta simulação, os dois métodos apresentam valorização expressiva em determinados percentuais de aposta. Destaque para a abordagem Antimartingale que apostando 15% do capital alcançaria a irreal marca de mais de 1 milhão de vezes o capital inicial ($100) !

Agora vejamos uma nova simulação, apenas do método Antimartingale, usando os mesmos parâmetros, porém com percentuais de acerto diferentes.

ant-2

Podemos perceber que enquanto no método martingale o resultado final está fortemente relacionado a sequência de arremessos positivos consecutivos, já na abordagem antimartingale os melhores resultados dependem dos percentuais de lances vencedores.

Muitos podem pensar que depois destes exemplos, achamos finalmente a fórmula mágica para nos tornarmos milionários e quebrarmos a banca ! Calma, não é bem assim. Vale lembrar, que nas simulações aqui feitas, cada lance vencedor nos pagava 1,5 enquanto o perdedor correspondia a apenas 1. Ou seja, o sistema estava a nosso favor.

Mas mesmo assim, depois de tudo que foi explicado aqui, podemos concluir que sem dúvida o sistema antimartingale é o mais adequado para elaborarmos nossas estratégias de money mangement. No próximo artigo, vou abordar a formula de Kelly, que nos ajudará a encontrar aquela percentual “ótima” de capital a investir, que teoricamente, nos levaria a maximizar nossos ganhos caso a usássemos de forma sistemática. Imperdível !

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Martingale

Publicado em 15.07.2014 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Estratégias, Money Management

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Dando continuidade ao artigo sobre Money management, vou abordar agora uma das teorias mais antigas sobre administração de portfólios, o modelo Martingale.

É muito comum nos traders iniciantes após diversas operações perdedoras, achar que estatisticamente as chances de vir um trade vencedor são maiores. Essa abordagem simplista leva o investidor a adotar uma gestão de risco que faz com que ele aumente as apostas após um período negativo, e diminua depois de um período positivo.

O modelo martingale, cuja origem está ligada a história dos jogos e início da teoria da probabilidade, se baseia exatamente na impossibilidade de uma série infinita de eventos perdedores. Ou seja, quanto maior as perdas consecutivas, maior será a probabilidade de ganhos na próxima aposta. Por exemplo, um sistema baseado neste modelo, prevê dobrar a aposta após um trade perdedor: quem aposta 1 no primeiro, apostará 2 no segundo se tivesse perdido no primeiro; perdendo de novo apostará 4; depois 8; até quando chegar a aposta vencedora que levará o investidor ao lucro na carteira.

martingaleVejamos um exemplo. Vamos usar o lançamento de uma moeda. Na tabela abaixo, podemos ver a evolução de uma carteira virtual iniciada com $100.

Depois de 100 arremessos da moeda, considerando que 54% foram vencedores e 46% perdedores, teríamos quase triplicado o valor da nossa carteira se tivéssemos usado 3% do nosso capital em cada aposta. Já analisando um horizonte de 1000 arremessos e considerando 50,6% como vencedores, alcançaríamos a incrível marca de 48261% de valorização !  martingale2

Essa abordagem pode parecer muito coerente sobre alguns aspectos, mas sem dúvida em muitos casos vai parecer até mesmo ilógica. Afinal de contas se pararmos para pensar, na prática ela traz mais riscos para quem tem menos e menos para quem tem mais ! Além disso, supondo que em nossa carteira comecemos investindo 1% do nosso capital em cada operação, quando alcançarmos a oitava apostas já teremos zerado nossa conta !

 Mas então qual seria a saída? Nesse caso devemos encontrar um método que nos permita diminuir nossa exposição ao risco depois de uma operação perdedora e aumentá-la depois de um trade vencedor.

Descobrir qual percentual empregar e como fazê-lo será abordado no meu próximo artigo sobre o money management e que terá como título Antimartingale. Não perca !

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Money Management

Publicado em 14.07.2014 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Destaques, Estratégias, Money Management

Com o advento da internet o mundo bursátil, assim como diversos outros setores, vem sofrendo gradualmente diversas mudanças. O acesso a informação, antes restrita à aqueles que freqüentavam os pregões fisicamente, hoje está ao alcance de praticamente todos. Sites, blogs, fóruns, cursos online, etc estão a disposição do novo investidor.

Por isso chavões clássicos, rapidamente chegam aos ouvidos dos iniciantes. Quem não conhece celebres frases como: “no mercado, corte rapidamente os prejuízos e deixe os lucros fluírem!” ou “a primeira regra do trading é não ter prejuízo !”.

Essas frases fora de um contexto sem dúvida podem parecer obvias e sem uma finalidade. Porém se aplicadas juntas ao conceito de money management podem ser de muita valia.

Aliás já percebi que o termo money manegement causa muitas interpretações equivocadas e incompletas. É muito comum achar que o termo está relacionado com a correta utilização do stop loss, para que o trade tenha uma possibilidade de ganho superior ao de perda. Um exemplo comum em diversos cursos é definir que um trade que respeita o money management deve ter uma relação lucro x prejuízo de 3 pra 1. Ou então as fórmulas de gestão do dinheiro de Alexander Elder, em seu livro Aprenda a operar no Mercado de Ações,  como a regra dos 2% e 6%.

Na verdade tudo aquilo que está relacionado com a administração da posição pode ser chamado de risk management. Para alguns position sizing representa a escolha do percentual de capital que será utilizado em uma operação. E o money management é a junção dos dois. Ou seja, através desta ciência você vai aprender “quanto” e “como” usar seu capital no mercado financeiro.

Você se surpreenderá com as potencialidades de um bom money management. Através de conceitos matemáticos simples podemos ter uma gestão racional do capital. Nos próximos artigos sobre o assunto, vou abordar esses conceitos que mudaram a minha visão sobre o trading, tornando-o digamos mais cientifico.

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Estudo Setor Imobiliário – 1º trimestre 2013

Publicado em 12.07.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Aprendizado

 

Já fazia algum tempo que eu não atualizava o meu estudo sobre os papeis do setor de construção negociados em bolsa. O último havia sido em Maio do ano passado.

Aliás esta demora acabou até sendo positiva para o aprendizado, afinal de contas as mudanças ocorridas neste período foram relevantes. E os números que vocês podem acompanhar abaixo não me deixam mentir.

A primeira coisa que chama a atenção é o número de companhias que permanecem no estudo. Nos artigos anteriores  eram em média 14/15 empresas. Agora ficaram apenas 9. Isso ocorreu por que as empresas que tiveram prejuízo no primeiro trimestre deste ano foram excluídas. Alguns indicadores não fariam sentido se a empresa analisada não apresentasse lucro nas suas operações.

Vamos então dar uma olhada na tabela e no resultado dividido por cada múltiplo:

 

image

 

image

 

  • Metodologia do estudo

A metodologia utilizada para o estudo é a mesma apresentada nos artigos anteriores. Utilizando os oito indicadores fundamentalistas mostrados na tabela acima, identifiquei o grau de atratividade de cada um deles e dei uma pontuação para cada ativo.

Por exemplo, no caso do P/L, listei em ordem crescente (do menor ao maior) os ativos. No caso, a MRV foi a empresa que possuía a menor relação preço/lucro e portanto ficou com 1 ponto. A Even com 2 pontos, a Helbor com 3 pontos… e assim por diante.

Em seguida somamos a pontuação que cada empresa obteve em cada um dos múltiplos utilizados. Quanto menor a pontuação, mais atraente a empresa.

  • Ordem

P/L – EV/Ebit – DIv. Br/PL – Ordem crescente

ROE – Margem Ebit – LPA/P – Liq. Corrente – Div./Yield – Ordem decrescente

  • Cotação

O P/L, o EV/Ebit e o LPA/P usaram a cotação de quinta-feira, dia 11/07/2013, como parâmetro.

  • Balanço

Todos os números utilizados referem-se ao balanço do 1º trimestre de 2013.

 

Resultado Final:

 

image

 

Este é o quarto estudo que eu realizo utilizando esta metodologia (os outros foram em: 31/01/2012 , 16/04/2012 e 28/05/2012 ). E o interessante é que se compararmos os resultados, vamos perceber que apesar de o setor de construção ter sofrido fortes abalos, as empresas que aparecem no topo como as mais atrativas continuam sendo praticamente as mesmas. Essa constatação confirma a importância de se analisar os fundamentos das companhias e a ideia de que empresas com boas margens possuem uma vantagem competitiva significativa sobre outras, permitindo passar com mais tranquilidade por períodos de crise.

Um investidor por exemplo, que tivesse usado como parâmetro para estudo e investimento, as 5 primeiras colocadas do estudo realizado em 31/01/2012 não teria se decepcionado com o resultado. A não ser, a JHSF que praticamente ficou no zero a zero, as outras companhias apresentaram um bom retorno nestes últimos 18 meses. Principalmente se pensarmos que muitas empresas de construção tiveram dificuldades financeiras graves e que a bolsa de valores, através do seu principal índice, perdeu no período mais de 25%.

IBOV

JHSF3

EZTC3

IBOV JHSF3 EZTC3

HBOR3

EVEN3

DIRR3

HBOR3 EVEN3 DIRR3

 

4 conceitos básicos sobre o mercado de ações que muitos esquecem na hora de investir

Publicado em 02.07.2013 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Colaboradores

Os conceitos a seguir podem parecer óbvios para alguns, mas é sempre bom relembrar. É freqüente o número de pessoas que esquecem ou simplesmente ignoram esses conceitos e acabam perdendo dinheiro em seus investimentos.

1º Ação é um pedaço da empresa
Cada ação representa uma participação no capital da empresa, quer dizer que cada comprador de ações é sócio da empresa, com direitos e deveres. Uma empresa com 10.000 ações e caso compre 100, quer dizer que é proprietário de 1% da empresa.

2º Quando alguém vende, outro compra e vice-versa
Não existe essa de “todo mundo está vendendo” ou “todo mundo está comprando”. Se tem alguém vendendo, obrigatoriamente tem alguém apostando na alta e vice-versa. Um investidor não fica decifrando a tendência de mercado, até porque é tendência é formada por quantidade, não fica implícito a qualidade de avaliação de cada um ou se é uma estratégia de tubarões manipulando o preço das ações.

3º Todo acionista tem direito a participação no lucro
Se você é dono de uma parte da empresa (como já dito no 1º conceito), terá direito em participar do lucro proporcionalmente a sua participação no capital. Esse direito é exercido em dividendos, que é líquido de impostos, ou juros sobre capital próprio, que não é líquido de impostos. Em alguns casos a companhia retém os dividendos e os JCP para aplicar internamente em mais geração de caixa, a função do investidor é avaliar se essa retenção realmente pode gerar mais dinheiro do que na mão do próprio investidor.

4º Lucro = Receita – Despesa
Óbvio? Por que muita gente fica impressionado com as notícias “Empresa X fatura 100 milhões no primeiro trimestre” ou “Receita bate recorde no segundo trimestre”? De nada adianta analisar a receita sem analisar as despesas, e claro, os lucros. Em muitos casos é melhor uma empresa com alta margem do que uma grande receita apenas. Alta margem pode ser sinal de vantagem competitiva.

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Paulo Veneroso
CBO da www.recursofinanceiro.com.br
Graduado em Engenharia de Produção, pós-graduado em Administração, Finanças Empresariais e Negócios pela Escola Superior Aberta do Brasil. Atua no mercado financeiro desde 2009 e possui as certificações CPA-10 e CPA-20.

Entrevista

Publicado em 26.06.2013 por na(s) categoria(s) Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

Entrevista que dei ao Fernando Vieira do site TrendFollowing Bovespa (www.trendfollowingbovespa.com.br), onde falo um pouco sobre a minha abordagem para a formação de uma carteira de investimentos de longo prazo.

IMPORTANTE: Para ver o vídeo, basta clicar no play. Na barra de comando, sugiro que coloquem a resolução de 720p, assim a qualidade será de HD. Além disso, clicando no canto inferior direito poderão assistir ao vídeo em tela cheia.

 

Conheça os níveis de Governança Corporativa da BM&FBovespa

Publicado em 17.06.2013 por na(s) categoria(s) Aprendizado, Colaboradores, Informações

Os níveis de governança corporativa, lançados pela bolsa brasileira em 2000, têm como objetivo proporcionar um ambiente que estimule o interesse dos investidores e a valorizar as empresas de capital aberto. Cada nível tem um requisito necessário para ingresso por parte das companhias. Quanto mais elevado o nível, maior o número de requisitos e maior será o grau de governança corporativa. A escala de menor até o maior grau de governança corporativa é: Tradicional, Bovespa Mais, Nível 1, Nível 2, Novo Mercado.

Tradicional: Fazem parte as companhias que não aderirem nenhum outro nível mais elevado de Governança Corporativa da Bovespa.

Bovespa Mais: Tem por objetivo tornar o mercado de ações brasileiro acessível a um número maior de companhias que vêem no mercado uma importante fonte de recursos e que buscam adotar estratégias diferentes de ingresso no mercado de ações como: captação de volumes menores, aumento de exposição junto ao mercado para criar valor e realização de distribuições mais concentradas, por exemplo. As empresas listadas no Bovespa têm potencial de desenvolvimento mais acentuado, quando comparadas com empresas listadas no mercado principal e assumem compromissos de elevados padrões de governança corporativa e transparência com o mercado, podendo atrair mais investidores. Possuem ainda o benefício de ser analisada por duas instituições especializadas.Somente ações ON podem ser negociadas e emitidas, mas é permitida a existência de PN.

Nível 1: Exige que as empresas adotem práticas que favoreçam a transparência e o acesso às informações pelos investidores, divulgando informações adicionais às exigidas em lei, como relatórios financeiros mais completos, informações sobre negociação feita por diretores, executivos e acionistas controladores e sobre operações com partes relacionadas. Obrigatório reunião pública anual e calendário de eventos corporativos.Companhias listadas nesse segmento devem também manter um freefloat mínimo de 25%.

Nível 2: Exige que as empresas aceitem e cumpram obrigações mais rigorosas que no Nível 1. Adesão à Câmara de Arbitragem do Mercado, Oferta pública de aquisição de ações no mínimo pelo valor econômico em caso de fechamento de capital ou saída do segmento, e em caso de venda de controle da empresa, é assegurado aos detentores de ações preferenciais e ações ordinárias o direito de tag along, no mínimo, de 100% do preço pago pelas ações ordinárias do acionista controlador. A empresa deve possuir divulgação adicional de informações; manifestar sobre qualquer oferta pública de aquisição de ações da companhia; e ações preferenciais um direitos especiais,inclusive o direito de voto aos acionistas em situações críticas, como a aprovação de fusões e incorporações da empresa e contratos entre o acionista controlador e a companhia, sempre que essas decisões estiverem sujeitas à aprovação na assembleia de acionistas. Quanto ao Conselho da Administração, mínimo de 5 membros, dos quais pelo menos 20% devem ser independentes com mandato unificado de até 2 anos, e vedado presidente do conselho e diretor presidente ou principal executivo pela mesma pessoa.

Novo mercado: Trata-se do mais elevado padrão de Governança Corporativa. As empresas devem cumprir todas as obrigações do Nível 2 e ainda, emitir apenas ações com direito de voto, as chamadas ações ordinárias.

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Paulo Veneroso
CBO da www.recursofinanceiro.com.br

Graduado em Engenharia de Produção, pós-graduado em Administração, Finanças Empresariais e Negócios pela Escola Superior Aberta do Brasil. Atua no mercado financeiro desde 2009 e possui as certificações CPA-10 e CPA-20.

Análise Fundamentalista – Indicadores de Alavancagem

Publicado em 17.05.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

IMPORTANTE: Para ver o vídeo, basta clicar no play. Na barra de comando, sugiro que coloquem a resolução de 720p, assim a qualidade será de HD. Além disso, clicando no canto inferior direito poderão assistir ao vídeo em tela cheia.

Análise Fundamentalista – Indicadores de Endividamento

Publicado em 10.05.2013 por na(s) categoria(s) Análise Fundamentalista, Análises, Análises em Vídeo, Aprendizado

IMPORTANTE: Para ver o vídeo, basta clicar no play. Na barra de comando, sugiro que coloquem a resolução de 720p, assim a qualidade será de HD. Além disso, clicando no canto inferior direito poderão assistir ao vídeo em tela cheia.

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