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O trader-torcedor

Publicado em 13.08.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Aprendizado, Destaques, Estratégias

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torcedor Recentemente um cliente me relatou o seu dilema sobre a aplicação ou não de um stop nas operações de curto prazo (especulativas) que ele possuía e que ainda estavam abertas no mercado. Como de costume, manifestei minha opinião, enfatizando que ele não deveria mudar a estratégia definida antes de comprar o ativo. Se o stop já havia sido determinado, ele deveria ser respeitado.

Depois de já ter colocado os recursos “em jogo”, o trader não pode virar torcedor !

Este exemplo do meu cliente é um dos motivos que nos leva a questionar a racionalidade do investidor. Por que não avaliamos devidamente todos os fatos disponíveis antes de tomar decisões em relação ao nosso dinheiro? Por que nos resulta tão difícil realizar prejuízos? Por que permanecemos reféns de uma decisão errada?

Estas, são algumas questões, que estão norteando uma nova escola no campo das finanças: a das finanças comportamentais. Na seção Livros existem algumas indicações sobre o assunto.

Quando olhamos para um gráfico e ainda não enviamos a ordem para a corretora, nossa análise parece clara, precisa e quase infalível. Temos um excesso de confiança. Superestimamos nossa habilidade de prever eventos de mercado. Acreditamos que temos  um faro infalível, o famoso “feeling”, e que podemos antecipar o movimento dos preços.

Pois bem, realizamos a operação. Agora, o trade não caminha como gostaríamos. Precisamos encerrar a posição, porque os preços alcançaram nosso stop, mas nós não o fazemos. Acreditamos que nossa estratégia vai funcionar e que ocorreu apenas uma “pequena falha na curva”. Um grande prejuízo parece inevitável.

De fato, o ser humano é otimista em relação às suas crenças, sejam elas quais forem. Mas isto é particularmente perigoso quando falamos em investimentos, pois leva o indivíduo a superestimar sua habilidade como investidor e subestimar os riscos envolvidos. Pior ainda, uma vez tomada a decisão errada, ela é mantida por tempo demais.

Portanto, não insista. Reconhecer o erro é bem mais doloroso que perder dinheiro. A ferramenta “stop-loss” é um importante mecanismo de gerenciamento de risco que põe um freio no trader-torcedor em momentos de grande volatilidade.

As considerações acima mostram o quanto somos vulneráveis na hora de tomar decisões. Quando decidir especular no mercado, tente definir, da melhor maneira possível, qual é o seu grau de aversão ao risco, diversifique, defina seu ponto de “stop-loss” e respeite-o. Tomar uma decisão de investimento errada faz parte, todos já passamos por isso. Insistir nessa decisão achando que está certa e a grande armadilha.

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Bom dia, Mercado 13/08

Publicado em por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, Análises Diárias, Análises em Vídeo, NETC4, PETR4, RSID3, VALE5

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Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, RSID3 e NETC4

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Para ver o vídeo: Clique na imagem. Abrirá uma nova janela e clique no play.


Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

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Bom dia, Mercado 12/08

Publicado em 12.08.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, Análises Diárias, Análises em Vídeo, BVMF3, PETR4, VALE5, WEGE3

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Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, WEGE3, BVMF3 e SMLL

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Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

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Estratégia básica para encerrar operações

Publicado em 11.08.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Análise Técnica, Aprendizado, Colaboradores, Estratégias

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É comum investidores iniciantes se preocuparem apenas em como e quando começar uma operação. A questão é que uma entrada bem feita, numa operação, pode se tornar um desastre se o operador não souber como e quando encerrar a mesma. Então podemos dizer que para operar lucrativamente, saber finalizar operações é tão importante quanto saber iniciá-las.

Uma estratégia muito comum é o estabelecimento de alvos operacionais. E a forma mais usada para estabelecer esses alvos é a utilização de suportes e resistências.

Suportes e resistências são níveis onde podem ocorrer interrupções ou reversões na trajetória dos preços, mesmo que temporariamente. Se levarmos em conta essa definição, podemos considerar algo lógico o estabelecimento de suportes ou resistências como alvos de realização de lucros.

Numa tendência de alta, por exemplo, se comprarmos um ativo no rompimento de uma resistência, poderíamos definir a próxima resistência como alvo porque seria uma região em que o movimento de alta poderia sofrer uma correção. Assim, ao vender no alvo estaríamos nos antecipando à correção.

Na figura abaixo encontramos um bom exemplo dado pela VCPA4 no período diário. Veja como esse papel vinha num bom movimento de baixa até que não conseguiu romper o suporte dado pelo último fundo em torno de R$ 15,83. A partir do teste do suporte os preços foram elevados até formar um candle de reversão na resistência dada pelo topo anterior em torno de R$ 22,91. Esse cenário poderia ser interpretado como a iminência da formação de um retângulo. Assim, um operador que tivesse interpretado o gráfico dessa maneira, poderia efetuar uma venda alugada no rompimento da mínima do candle de reversão para tentar lucrar com o movimento de baixa que poderia vir a ocorrer. O alvo dessa operação poderia ser o suporte em torno de R$ 15,83, pois o ativo já havia sofrido os efeitos da pressão compradora nessa região – o que poderia se repetir.

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Vejamos, a seguir, o que teria ocorrido nessa operação.

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Pela figura observamos que o ativo atingiu o alvo e ameaçou iniciar nova alta dos preços antes de romper o suporte e dar continuidade ao movimento de baixa. Nesse caso teríamos lucrado mais se tivéssemos mantido a posição vendida por mais tempo. Mas não tínhamos como saber, com certeza, o que ocorreria até que o suporte fosse realmente rompido. Então o bom senso nos mandaria garantir o lucro e encerrar a operação no alvo porque o papel já estaria sobrevendido. Também havia a possibilidade do mercado seguir em tendência lateral e os preços poderiam voltar a subir conforme o padrão de reversão que ocorreu no suporte. De qualquer forma, uma nova posição vendida poderia ser aberta com o rompimento do limite inferior desse padrão.

Veja bem. O que estou explicando é uma forma de operar baseada em metas de lucros. Um investidor com outra visão poderia fazer diferente. A questão é que um bom sistema de investimentos deve, entre outras coisas, permitir ao seu usuário abrir e fechar posições de maneira que maximize seus lucros e minimize seus prejuízos. E utilizar alvos operacionais é uma excelente opção para operadores de curto prazo.

Dependendo das circunstâncias e do estilo do operador é possível usar a Extensão de Fibonacci ou a Extensão Alternada de Fibonacci para estabelecer alvos. Particularmente, costumo combinar a Extensão Alternada com suportes ou resistências em movimentos direcionais. Por outro lado, é possível também encerrar operações com sinais técnicos como evidências de fraqueza de um movimento ou mesmo sinais de sobrevenda ou sobrecompra.

Convido você a aprender todas essas estratégias em meu livro “Manual de Análise Técnica: Essência e Estratégias Avançadas” que os leitores mais exigentes vem considerando o mais completo sobre o assunto.

Marcos Abe é investidor e autor do livro “Manual de Análise Técnica: Essência e Estratégias Avançadas”.

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Bom dia, Mercado 11/08

Publicado em por CHRistian na(s) categoria(s) ACGU3, Análises, Análises Diárias, Análises em Vídeo, CSAN3, PETR4, PRGA3, VALE5, WEGE3

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Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, CSAN3, ACGU3, WEGE3 e PRGA4.

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Análise Semanal 08/08

Publicado em 08.08.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, Análises Semanais, Análises em Vídeo, BBDC4, GOLL4, ITUB4, PETR4, VALE5

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PARTE 1

PARTE 2

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Parte 1 – Ibov, Fluxo Bovespa, BMF , Fluxo 10 Mais, LAD, SMLL, PETR4, VALE5, GOLL4, BBDC4 e ITUB4.

Parte 2 – DJI, S&P500, VIX, LAD NY, New Highs/New Lows, Petróleo, CRB, EMBI, Dólar comercial e Juros Jan2010 e Jan2012.

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Fluxo 10 Mais – Semanal

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Bom dia, Mercado 07/08

Publicado em 07.08.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, Análises Diárias, Análises em Vídeo, ELET6, IDNT3, PETR4, PLAS3, VALE5

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Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, IDNT3, ELET6 e PLAS3.

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Fluxo Investidores – Julho

Publicado em 06.08.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Fluxo Investidores

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Depois de fechar o mês anterior no saldo negativo, os estrangeiros voltaram a operar na ponta compradora no mês de Julho.

O fluxo de recursos dos investidores estrangeiros para o mercado de ações brasileiro fechou o mês de Julho com um saldo de R$2,208 bilhões. As compras somaram cerca de R$ 41,773 bilhões, contra R$ 39,565 bilhões de vendas.

O interessante é que até o dia 17/07, os gringos continuavam a tendência iniciada em Junho e vendiam mais do que compravam. No dia 14/07, o fluxo dos estrangeiros chegou a ficar mais de R$2bilhões negativo. Na segunda quinzena do mês, talvez influenciados pelos dados positivo da China, os gringos voltaram a apostar nas ações brasileiras.

Como de costume, apresento abaixo os gráficos comparativos entre o índice da bolsa paulista e o fluxo dos estrangeiros. Apesar da crescente participação do investidor pessoa física, os gráficos confirmam que ainda existe uma forte correlação entre a movimentação dos estrangeiros e o Ibovespa.

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Fluxo Mensal Estrangeiros

Fluxo Estrangeiro acumulado x IBOV

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Bom dia, Mercado 05/08

Publicado em 05.08.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) ALLL11, Análises, Análises Diárias, Análises em Vídeo, ITUB4, LIGT3, PETR4, VALE5

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Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, ALLL11, LIGT3 e ITUB4.

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Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

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As perguntas cruciais de um trader

Publicado em 04.08.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Análise Técnica, Aprendizado, Destaques, Estratégias

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42-22230794Operar no mercado exige do trader uma série de qualificações específicas. Engana-se aquele que acha que criando um sistema que lhe forneça um sinal de entrada terá alcançado o sucesso. A atividade de comprar e vender ativos, com o objetivo de obter um lucro maior que seus custos, é uma tarefa bem mais complexa que pode parecer. Aspectos relacionados a psicologia, muitas vezes difíceis de serem mensurados e portanto muito relativos, moldam essa profissão que fascina e muitas vezes ilude o indivíduo mais ansioso e despreparado.

Apesar da complexidade, acredito que o ponto de partida de todo trader deve ser responder a algumas perguntas cruciais, que permitirão identificar o perfil e a aptidão ao risco de cada um. Além disso, não se surpreenda se no final do questionário perceber que “infelizmente” esta profissão não foi feita para você. É preciso ser realista nas respostas, evitando assim maiores danos no futuro. Vamos as perguntas, então:

Quanto capital você tem?

    Especular no mercado com pouco capital é totalmente inviável. “Tradar” com menos de 40k no mercado a vista é suicídio no longo prazo. Quanto mais dinheiro você tem, mais opções existem para ganhá-lo. Aumenta o poder de diversificação e diminui o risco.

Quanto quer perder?

    Essa é uma pergunta chata, mas muito importante. Ninguém quer pensar nas perdas antes de entrar no jogo, mas definir uma porcentagem de seu patrimônio que está disposto a colocar em risco é fundamental. Se perder mais que suporta perder, vai doer, e muito. Então, se não quer perdê-lo, não o arrisque. O mercado não perdoa erros de julgamento.

Quanto quer perder em cada operação?

    Depois de definir o máximo que pretende perder, chegou a hora de se concentrar na porcentagem que está disposto a sacrificar em cada operação. A maioria dos traders utiliza percentuais que variam entre 2 e 10, dependendo da aptidão ao risco e das características dos sistemas utilizados.

Qual mercado quer operar?

    Importante escolher bem o mercado que você vai investir. Afinal de contas, operar no mercado de futuros onde as posições são alavancadas, pode ser bem diferente que no mercado de ações. Neste caso o tamanho do capital e o perfil do investidor são relevantes para a escolha correta.

Quanto tempo você tem disponível ?

    Esta é uma das questões mais desprezadas pelo trader iniciante. Na maioria das vezes, o iniciante quer ser um day-trader mas não pode acompanhar o mercado de maneira full-time. É inevitável, o sistema que o trader escolher deve ser compatível com o tempo disponível. Day-traders passam o dia todo na frente da tela do computador. Quem opera tendências semanais tem mais tempo para pensar e se organizar.
    Vale notar também que o estresse é inversamente proporcional à duração média das operações.

Acredito que o trader que responder honestamente a estas perguntas antes de colocar “a mão na massa”, estará mais preparado e conseguirá sobreviver por mais tempo no mercado. Não adianta queimar etapas e se deixar influenciar pela opinião de outros traders. Tenha um objetivo realista e dedique o máximo de tempo disponível para o aprendizado.

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