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Análise Semanal 25/07

Publicado em 25.07.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) ABYA3, Análises, Análises Semanais, Análises em Vídeo, ETER3, INPR3, PETR4, VALE5

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PARTE 1

PARTE 2

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Parte 1 – Ibov, Fluxo Bovespa, BMF , Fluxo 10 Mais, LAD, SMLL, PETR4, VALE5, ABYA3, ETER3 e INPR3.

Parte 2 – DJI, S&P500, VIX, LAD NY, New Highs/New Lows, Petróleo, CRB, EMBI, Dólar comercial e Juros Jan2010.

Fluxo 10 Mais – Semanal

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Importante: Os vídeos tem propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

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Bom dia, Mercado 24/07

Publicado em 24.07.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, Análises Diárias, Análises em Vídeo, BBDC4, BRKM5, BTOW3, CSNA3, ITSA4, LREN3

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Gráficos: Ibov, DJI, BBDC4, ITSA4, BTOW3, LREN3, BRKM5 e CSNA3

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Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

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Intenções veladas

Publicado em 23.07.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Destaques, Estratégias, Opinião

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velada Ontem, tivemos o estrategista do Morgan Stanley, Jason Todd, prevendo que o mercado vai subir ainda mais este ano e que consequentemente o S&P500 deve atingir os 1100 pontos. Ainda esta semana, estrategistas do Goldman Sachs e do Credit Suisse, elevaram a projeção para o S&P 500 no final do ano para 1.060 e 1.050 pontos, respectivamente.

Mas o que representam estas previsões para o investidor pessoa física que opera aqui no Brasil ? Sem dúvida, não podemos desconsiderar estas opiniões se pensarmos na grande estrutura de research que estas instituições possuem.  A força de análise destes bancos é tão grande que lhes confere inclusive o sugestivo apelido de “senhores do mercado”. Os relatórios períodicos servem como um bom retrato de uma empresa e/ou de um setor.

Afinal de contas, hoje em dia, todo investidor procura uma bússola que o ajude a navegar no mar agitado do mercado, cercado por gráficos e tendências, preços oscilantes de ativos e commodities, discursos econômicos e atas de bancos centrais, reviravoltas geopolíticas e balanços instáveis. Sem alguém para seguir, o investidor comum pode entrar em paranóia, diante de um ambiente de volatilidade e risco, onde muitas vezes as decisões devem ser tomadas rapidamente.

Por outro lado, é importante fazer outras considerações sobre estas instituições que vem suprir a ânsia do investidor de saber se deve comprar ou vender diante das incertezas. Afinal de cotas, ninguém melhor do que estas grandes corretoras internacionais para saber como irá reagir a manada depois de um relatório. Sendo mais direto… nada melhor recomendar compra quando se quer vender e vice-versa. A arapuca do segundo “investiment grade” em meados do ano passado é um excelente exemplo desta estatégia (veja o artigo, clicando aqui, onde explico como isso ocorreu).

Muitos estudiosos da psicologia financeira afirmam que euforia e medo são respostas inatas humanas que se repetem ao longo das gerações. E que portanto, não aprendemos com a experiência. O investidor pessoa física deve estar atento para perceber estes fenômenos e evitar prejuízos causados tanto pelo pânico ou euforia da massa quanto pela  manipulação dos indicadores através dos relatórios e pareceres feitos pelos “senhores do mercado”.

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Bom dia, Mercado 23/07

Publicado em por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, Análises Diárias, Análises em Vídeo, IDNT3, IGTA3, PETR4, VALE5

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Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, IDNT3 e IGTA3.

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Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

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Bom dia, Mercado 22/07

Publicado em 22.07.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) ACGU3, Análises, Análises Diárias, Análises em Vídeo, IGTA3, PETR4, POSI3, VALE5

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Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, POSI3, IGTA3 e ACGU3

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Importante: O vídeo têm propósito exclusivamente informativo e o intuito apenas de servir como um canal de discussão sobre estratégias gráficas. Em nenhum momento, as opiniões pessoais do autor representam recomendações de investimento financeiro de qualquer natureza. O autor não recomenda que seja feito uso desses modelos em aplicações comerciais e por sua vez, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas.

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Livros

Publicado em 21.07.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Livros

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imageO Mundo é Curvo – “Num mundo curvo, é impossível determinar o que há além da linha do horizonte. Essa é a imagem criada por David M. Smick para ilustrar a economia global contemporânea. Em uma realidade cuja única constante é a incerteza, o autor apresenta uma fascinante análise da construção do sistema financeiro atual e revela aos leitores todos os segredos e conchavos negociados nas salas de bancos centrais, empresas multinacionais e em gabinetes de ministros e presidentes. Nesta obra, Smick explica, com uma linguagem fácil de ser compreendida, por que a crise imobiliária norte-americana pode ser apenas a ponta do iceberg da crise financeira pela qual estamos passando. O mundo é curvo é essencial para todos que querem entender os meandros da globalização e se precaver das consequências de negociações escusas no âmbito da economia mundial. “

Opinião: O título do livro foi inspirado na best-seller de Thomas L. Friedman, “O mundo é plano”. Enquanto Friedman na sua obra traz uma abordagem sociológica e política da globalização, Smick procura se concentrar na esféra econômica e financeira, usando como pano de fundo a atual crise mundial. Aliás destacaria o capítulo onde ele explica o caos do subprime americano. com uma clareza impressionante, até o mais leigo dos leitores, compreenderá o que levou a maior economia do mundo à recessão atual. Além disso, Smick termina o livro traçando um cenário bastante sombrio para o sistema financeiro mundial.

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imageO Crash de 2008 – Em setembro de 2008 eclode a primeira grande crise financeira do século 21, a maior desde a Grande Depressão de 1929 a 1933. Em O Crash de 2008, o autor descreve, de forma resumida, o processo que desencadeou a crise. Charles R. Morris traça um panorama dos últimos 25 anos da política econômica americana e das crises ocorridas nesse período. Analisa o surgimento e o desenvolvimento dos derivativos de crédito e a matematização das finanças; mostra como se montou a pirâmide das hipotecas “subprime”; e prevê o colapso do crédito, expondo a situação desastrosa em que se encontra o sistema financeiro americano e estimando o volume das perdas que suas instituições deverão sofrer. Nos capítulos finais, analisa as primeiras medidas tomadas pelo governo americano para enfrentar a crise e alternativas para uma nova regulação do sistema financeiro. O livro tem prefácio de Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo e contém um glossário de termos financeiros.

Opinião: Um pequeno livro mas com um conteúdo surpreendente.  Charles Morris, faz um relato do que levou a economia americana ao colapso do subprime. Analisando as crises do passado, o autor levanta a discussão da eterna briga entre a teoria keynesiana e a teoria neoliberal de Friedman, deixando claro que a falta de regulamentação do setor financeiro foi a principal causa do crash.
Interessante notar a repulsa do autor com a tendência de se automatizar o mercado financeiro, deixando que os computadores tomem conta da avaliação dos investimentos. Morris enfatiza que os mercados são feitos de pessoas e que portanto ninguém melhor do que estas mesmas pessoas para avaliar o que é certo ou errado.
Apesar de utilizar muitos termos técnicos (necessários, para explicar como se originou a crise) o livro se mostra muito didático.

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Aprenda a Vender e Operar Vendido – “Neste livro, Alexander Elder discute um dos aspectos mais negligenciados na área de investimentos e revela como você pode se proteger e obter lucro sabendo a hora de sair de campo e fazê-lo da forma correta. O livro explica como estabelecer seus “profit target” e “stop loss” antes de iniciar qualquer negócio financeiro e traz exemplos de casos reais que ilustram como gerenciar e ajustar suas estratégias de investimento.
Iniciantes e amadores investem todo o seu tempo procurando por novas oportunidades de investimento. Muitos se preocupam em achar alguma combinação mágica de indicadores que sempre identificarão as ações mais lucrativas, acreditando que, se entrarem no negócio no momento certo, o investimento andará por si só. Investidores profissionais, por outro lado, entendem que o monitoramento da relação risco-retorno da posição inicial e final do investimento é fundamental para o seu sucesso.
Efetuar vendas rápidas – aproveitando-se do declínio do mercado – é um dos jogos favoritos dos profissionais da área, que representam grande parte das vendas rápidas na maioria das vezes. E é desse lado que se deve querer estar.”

Opinião: Esta edição brasileira foi traduzida pelo Bastter, que pelo jeito anda se especializando no assunto. Os comentários do tradutor, que conhece bem o mercado brasileiro, ajudam bastante no entendimento do livro para os iniciantes. Para aqueles que já leram as obras anteriores publicadas no Brasil do Alexander Elder, acredito que este título não trará muitas novidades. Aliás diria até que é bastante repetitivo.
De qualquer forma, é inegável a facilidade que o autor tem de prender a atenção do leitor. Ainda mais, quando o livro todo é apresentado em quatro cores, e diante da grande quantidade de exemplos reais de operações no mercado americano.

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O Mercado de Ações em 25 Episódios – “Buscando espantar os fantasmas e os falsos mitos que ainda impedem o brasileiro de investir na bolsa de valores (apenas 0,26% da população o faz), Paulo Portinho apresenta ao leitor as experiências com investimentos dentro da realidade de cada um de nós.
Sem complicações ou firulas matemáticas e técnicas, O Mercado de Ações em 25 Episódios é um livro para quem nunca experimentou a bolsa de valores e também para os experientes que deixaram passar alguns conceitos fundamentais. O livro toca, ainda, em pontos como a aposentadoria em ações, mostrando que esta realidade não está tão longe das possibilidades do brasileiro médio.
Ao final do livro, pode-se ter a sensação de que “você sempre soube investir em bolsas de valores”, apenas ainda não o havia descoberto!”

Opinião: Neste livro, Paulo Portinho apresenta o famoso método INI (Instituto nacional de investidores) de investimento. Baseado na escola fundamentalista, o conteúdo do livro tem um enfoque de longo prazo, ensinando como montar uma carteira e usufruir dos benefícios da aposentaria em ações.
Se você já acompanha a excelente newsletter mensal do INI, encontrará muita coisa repetida. De qualquer forma a leitura é muito agradável e com certeza deve fazer parte da biblioteca de todo investidor.

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Bom dia, Mercado 21/07

Publicado em por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, Análises Diárias, Análises em Vídeo, CSNA3, ITUB4, PETR4, TAMM4, VALE5

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Gráficos: Ibov, PETR4, VALE5, DJI, ITUB4, TAMM4 e CSNA3

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Análise Semanal 18/07

Publicado em 17.07.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) AMBV4, Análises, Análises Semanais, Análises em Vídeo, MARI3, PETR4, VALE5

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PARTE 1

PARTE 2

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Parte 1 – Ibov, Fluxo Bovespa, BMF , Fluxo 10 Mais, LAD, PETR4, VALE5, AMBV4, MARI3 e ELET6.

Parte 2 – DJI, S&P500, VIX, LAD NY, New Highs/New Lows, EMBI, Dólar comercial e Juros Jan2012.

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Fluxo 10 Mais – Semanal

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Bom dia, Mercado 17/07

Publicado em por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, Análises Diárias, Análises em Vídeo, GFSA3, PDGR3, PETR4, RSID3, VALE5

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Gráficos: Ibov, DJI, PETR4, VALE5, RSID3, PDGR3 e GFSA3

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Inverse ETF’s

Publicado em 16.07.2009 por CHRistian na(s) categoria(s) Aprendizado, Destaques, Estratégias, Opinião

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Antes de mais nada, é importante frisar que os ativos que vou mostrar são (infelizmente) exclusividade do mercado americano.

Os chamados ETF’s (Exchange Traded Funds), ou fundos de índices, começaram a ser negociados no Brasil, no final do ano passado, e buscam obter o retorno de determinado índice e as cotas são negociadas na Bolsa (já escrevi sobre eles, neste artigo). Mas os Inverse ETF’s ainda não “aterrizaram” aqui no nosso mercado.

Os Inverse ETF’s são fundos que reproduzem uma posição de venda a descoberto, ou contrária, a um índice, um setor industrial, uma commodity, bonds, etc. Aqui no Brasil, se um pequeno investidor quiser ficar “short” em bancos, precisa vender uma carteira de ações, alugar os papéis, oferecer garantias e assinar contratos. Nos EUA, ele clica no computador e compra um fundo que faz isso tudo e negocia como se fosse uma ação. É facílimo e as pessoas podem comprar siderurgia, vender mineração, comprar bonds e vender ações de empresas pequenas ou estrangeiras ou emergentes etc.

Por isso, não é de se estranhar que hoje em dia 40% das operações realizadas na bolsa de NY são através de fundos ETF’s. E esse percentual continua crescendo.

Os Inverse ETF’s são também conhecidos como “Short ETF” ou “Bear ETF”. Abaixo, eu apresento dois tipos de Inverse ETF’s, juntamente com os índices que os originaram:

inversesp500

sp500

Inverse ETF 2x S&P500

S&P500

inverserussell

russell

Inverse ETF 2x Russell 2000

Russell 2000

É fácil perceber a correlação negativa existente entre os gráficos.

Para aqueles investidores aqui no Brasil que tem o costume de inverter o gráfico, visando operar no campo vendido, a disponibilidade deste tipo de ativo, sem dúvida, facilitaria muito o trabalho. Só nos resta esperar que a Bovespa se interesse em desenvolver este produto por aqui. Infelizmente, se depender da baixissima liquidez dos ETF’s atuais na nossa bolsa, o interesse pode demorar a chegar.

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