Tem medo de Renda Variável? Comece então com Fundos Multimercados.
Publicado em 20.07.2010 por CHRistian na(s) categoria(s) Colaboradores
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Muitos investidores, principalmente os novos, ao confrontarem a baixa rentabilidade dos fundos de renda fixa, têm optado por diversificar os seus investimentos. Mas, para aqueles que acham que renda variável é arriscado demais e não querem correr estes riscos, uma opção menos arriscada e um pouco mais rentável do que a renda fixa são os Fundos Multimercados (MM).
Nestes fundos, a carteira é composta por diferentes ativos, entre eles renda fixa (principalmente títulos do governo), câmbio (moedas) e renda variável (ações). Todos misturados com o intuito de diminuir riscos e aumentar a rentabilidade.
Para aqueles que ainda acham que é risco demais, há os Fundos Multimercados sem renda variável. Para se ter uma idéia, em alguns períodos, os Multimercados sem renda variável chegaram a atingir 14% a 15% no ano, enquanto os melhores fundos de renda fixa acabaram ficando entre 9% e 10% ao ano. Os MM sem renda variável são compostos basicamente de renda fixa e câmbio que podem gerar algumas vantagens ao investidor:
1 – Na queda do dólar:
Com a queda do dólar, o gestor do fundo adota uma posição vendida nos contratos futuros de câmbio, onde a taxa é mais elevada. Com isso, quanto menor a cotação do dólar no mercado à vista, melhor será o ganho do fundo.
2 – Com a inserção de títulos atrelados à inflação:
Os gestores compõem a carteira com papéis de juros mais longos e títulos atrelados à inflação, que estão com rendimento superior ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Isso também aumenta a rentabilidade deste tipo de fundo.
Mas, aqui fica um alerta:
Os Multimercados sem renda variável são uma opção mais indicada para curto prazo (entre seis meses e um ano). Se suas intenções para seus investimentos são de longo prazo (superiores a um ano), os Multimercados com ações ou mesmo a Renda Variável direta é uma opção muito mais atrativa.
Bons investimentos e um forte abraço!
Maurício Galhardo
*Maurício Galhardo é sócio diretor da Galhardo Treinamento e Consultoria Financeira, consultor associado à GrowBiz e à Training People. É especialista em temas relacionados a Finanças Pessoais, Matemática Financeira, Gestão Financeira, Planejamento, entre outros, além de ser autor do livro “Finanças Pessoais – uma questão de qualidade de vida”, pela Editora Totalidade, lançado em Setembro de 2008. Para contatá-lo acesse www.galhardo.com.br ou comercial@galhardo.com.br. Confira mais em www.treinamentofinanceiro.blogspot.com.
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28 de julho de 2010 às 10:54
Eu prefiro recomendar os ETF’s. Fundos negociados na Bovespa, exemplo: BOVA11, PIBB11.
BOVA11 por exemplo, tem taxa administrativa de 0,54% ao ano.
A Bovespa, a partir de 2 de agosto vai começar a negociar os ETF’s com lote padrão de 10, antes era 100.
Abraço.
28 de julho de 2010 às 14:29
Olá Maurício,
Para a parte de renda fixa, o Tesouro Direto tem taxas tão atraentes e, ao mesmo tempo, é tão fácil de utilizá-lo que, na minha opinião só valeria à pena entre em fundos de investimento em ações e comprar títulos públicos, fazendo o balanceamento de acordo com o perfil de cada um.
Abraço e sucesso com o blog!
29 de julho de 2010 às 18:06
por que há uma falta de sequência nos posts do blog? É muito bom mas sem sequência fica igual a muitos.
31 de julho de 2010 às 12:07
não tem mais apresentações?
mais um blog que morreu?
31 de julho de 2010 às 13:19
Cara,
O Christian tá de férias.
Abs,
Rodrigo
31 de julho de 2010 às 13:27
hum, ta legal.
Ele podia ter avisado no blog mesmo.
mas boa férias pra ele. valeu Rodrigo
12 de agosto de 2010 às 9:16
Olá Amigos,
estou de volta, a partir da semana que vem as postagens do blog voltam ao normal.
Grande Abraço
14 de agosto de 2010 às 19:45
ola Christian, que bom que voltou. Espero que tenha descansado bastante.
Voce poderia comentar a situacao dos estrangeiros no momento?
Quando saiu de ferias, eles estavam entrando pesado. Aparentemente estao saindo agora, mas acho que nao tao pesado quanto foi a entrada em julho.
Voce tem como dar uma palhinha a respeito?
Um abraço,
Ricardo