Infomoney - Petróleo
Publicado em 20.08.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) Informações, Opinião
O portal Infomoney, publicou hoje, um artigo sobre a configuração gráfica do petróleo, onde puder colaborar.
Neste momento em que o nosso mercado está cada vez mais atrelado ao desempenho das commodities, é imprescindível conhecer as perspectivas gráficas do "ouro negro".
Link: http://web.infomoney.com.br/templates/news/view_rss.asp?codigo=1264549 &path=/investimentos/
Boa leitura !
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20 de agosto de 2008 às 21:15
segunda-feira, 18 de agosto de 2008, 12:53 | OnlineEstadão -
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Temor com commodities no Brasil é equívoco, diz Merrill Lynch
Estudo de analistas do banco mostra que impacto da queda nos preços no País seria menor do que se pensa
Marcílio Souza, da Agência Estado
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SÃO PAULO - O firme declínio do superávit comercial brasileiro desde o segundo trimestre do ano passado, juntamente com a queda dos preços das commodities, tem despertado preocupações com o possível impacto de mais recuos de preços e com a sustentabilidade do balanço comercial do País. Mas, na opinião de analistas do Merrill Lynch, essas preocupações estariam equivocadas, porque “se baseiam na falsa premissa de que a economia brasileira foi uma grande beneficiária direta do superciclo das commodities nos últimos anos, e por isso, deverá ser gravemente prejudicada se o ciclo terminar”.
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Os analistas do Merrill fizeram um exercício no qual simulam os resultados da balança comercial para os últimos anos usando os preços médios das commodities de 2000 a 2004 e comparam esses resultados simulados com os balanços que realmente foram apresentados. O objetivo é encontrar uma medida do impacto das commodities sobre o total. O exercício já havia sido feito com vários países da América Latina e foi agora repetido com dados mais recentes. “Em particular, no caso do Brasil, o impacto da queda (dos preços das commodities) é modesto (de 1,2% do PIB) e o menor entre os países da amostra”, diz o relatório.
“Uma razão por trás desse resultado é o fato de que o Brasil continua sendo uma economia relativamente fechada, de modo que o comércio não é realmente volumoso em termos de PIB. Outro motivo é a diversificação do comércio brasileiro”, que, segundo os analistas do Merrill, faz com que, em termos líquidos, os preços das commodities tenham um impacto menor que o que geralmente se pensa. A percepção de que o Brasil é uma economia de commodities, explicam eles, vem dos mercados de ativos. Um sinal disso é o fato de que “a fatia das commodities no índice MSCI Brazil é de cerca de 60%, ao passo que as exportações de commodities pelo País continuam representando menos de 5% do PIB”.
“Isso significa que os investidores estão certos em se preocupar com o impacto da queda no curto prazo das commodities sobre os preços de ativos fundamentais no Brasil (por exemplo, a Bovespa), mas também devem reconhecer que a falta de uma pressão semelhante sobre a economia real brasileira mantém intacta a maior parte da tese de investimento macro no país”, disseram os analistas.
Para entender melhor o impacto das mudanças dos preços das commodities na balança comercial, os analistas olharam separadamente para o comportamento de importações e exportações no superávit comercial acumulado nos 12 meses anteriores. A série apresenta dados referentes a janeiro e julho, de 2000 a 2008. Segundo eles, os preços de exportação estão fortemente relacionados com os preços das commodities, para os quais o índice de commodities CRB, da Reuters, é usado como proxy. Isso já era de se esperar. Menos óbvio é o fato de que os preços de importação também estão, em larga medida, explicados pela variação das commodities. “Naturalmente, como eles também estão altamente correlacionados um com o outro, a diferença entre os preços de importação e exportação (termos de troca) não tem uma alta correlação com o CRB”, explica o relatório.
Ou seja, os termos de troca do Brasil não variaram significativamente nos últimos 12 meses, segundo os analistas. “De fato, o que nós argumentamos é que isso raras vezes foi o principal fator por trás dos movimentos da balança comercial (em qualquer direção). A contração em curso resulta principalmente do crescimento do volume de importações, marcadamente mais acelerado do que a expansão das exportações. Em outras palavras, isso resulta principalmente da aceleração da demanda doméstica numa época de esfriamento da expansão global”, afirma o relatório.
Os analistas acreditam que o superávit na balança comercial continuará recuando, por causa desse diferencial de crescimento, mas isso, associado com o atual déficit em conta corrente, “não deve ser considerado em si um risco macroeconômico”. Um déficit moderado em conta corrente, em torno de 3% do PIB, segundo eles, é consistente com um país que recebe poupança estrangeira para financiar investimentos dado o retorno mais alto do capital no mercado doméstico. “O gerenciamento apropriado da política macroeconômica deverá ajudar a garantir que esse processo será mais suave do que no passado”, diz o relatório
21 de agosto de 2008 às 1:06
CHR,
Não tá abrindo o grafico q vc traçou o fibonacci… se puder colocar um link aqui..
tanks
21 de agosto de 2008 às 9:29
Christian, bom dia!
Parabéns pela participação no artigo. Nota 10. Legal e vou recomendar.
Não entendi um ponto… E gostaria de sua opinião sobre outros dois pontos se possível.
“Na visão do analista da CHR Investor, a retomada da tendência de alta só poderá ser consumada quando o petróleo ultrapassar o topo histórico concentrado nos US$ 147.”
1-Tendência de alta do petróleo? De empresas dependentes? Da economia? Não ficou muito claro…
2- Porque? Rs..
3- Você destacou um importante suporte na região dos US$110. Acredita no rompimento? Acredita ainda em uma busca aos US$100?
Um grande abraço, All.
21 de agosto de 2008 às 15:08
Olá André,
aquele link do “Fibonacci” não se refere a uma análise, mas sim ao material do infomoney explicando a metodologia.
O meu gráfico se encontra no link “gráfico diário” do artigo.
Vou avisar para o pessoal da Infomoney sobre a falha no link do Fibonacci.
Grande Abraço
21 de agosto de 2008 às 15:12
Olá Allana,
o artigo se refere a cotação do petróleo na bolsa de NY.
A abordagem é técnica/gráfica.
A retomada da tendência de alta, ocorrerá apenas com o rompimento do ultimo topo, nos US$147,00. Antes disso, no meu entender ela se encontra presa e pode lateralizar.
Deve se segurar acima dos US$100,00, não acredito que volte a trabalhar abaixo deste patamar.
Grande Abraço
23 de agosto de 2008 às 10:42
Referente ao petróleo qual o impacto no Brasil? quais são os pontos fortes e fracos interno?
23 de agosto de 2008 às 10:45
Boa tarde,
Qual o impacto do Petróleo mundialmente falando? Ex; Obama