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Mercados Real Time 28/05

Publicado em 28.05.2008 por CHRistian na(s) categoria(s) Análises, Mercados Real Time

 

10:20hs

 

Fechamento Ásia:

Shangai - China +2,47%
Nikkei - Japão -1,87%

 

Até o momento nos principais índices da Europa:

DAX - Alemanha +1,51%
FTSE - Inglaterra +0,93%
CAC-40 - França +1,86%

 

No Brasil, depois da abertura:

IBOV +0,18%
IVBX +0,11%
INDFUT +0,31%
Dólar Futuro -0,21%

 

Futuro EUA:

S&P500 +0,38%
Nasdaq +0,74%

 

10:50hs

Wall Street abriu no positivo. No momento Dow Jones +0,35% e S&P500 +0,20%.

Os pedidos de bens duráveis nos Estados Unidos apresentaram nova queda emabril, mas a retração foi menor que a esperada, contribuindo com a tendência de alta no mercado.

Os pedidos recuaram 0,5% para US$ 214,4 bilhões, depois da queda de 0,3% em março, divulgou há pouco o Departamento do Comércio. Os embarques subiram 1,2% para US$ 212,2 bilhões, após queda de 0,9% no mês anterior.

As encomendas de transportes caíram 8,0%. Excluindo a categoria de equipamentos de transporte, os pedidos subiu 2,5% no mês passado. Analistas esperavam que os pedidos recuassem 1,5%.

 

11:10hs

Temos no momento uma divergência interessante entre o Ibov e o IVBX. Enquanto a Petrobras e a Vale carregam o principal índice da bolsa de São Paulo para o campo negativo (-0,02%), as empresas de menor líquidez sustentam a alta do índice do Valor (+0,38%).

 

IBOV

IVBX

IBOV - Gráf. Diário

IVBX - Gráf. Diário

 
11:30hs
 
Fluxos:
 
Tivemos um recuo considerável no saldo dos estrangeiros na Bovespa. Devido a defazagem de dois dias que a Bovespa fornece os números, até o dia 23/05, ou seja sexta-feira da semana passada, o saldo no mês de Maio dos estrangeiros recuou em mais de R$1 bilhão, totalizando R$1,425 bilhão. Apesar de ainda positivo, os números comprovam que as quedas ocorridas na semana passada no Ibov, foram sustentadas pela realização de lucros dos gringos. Veja gráfico, abaixo:
 

fluxo1

Fluxo Bovespa

 
 
Nos contratos futuros da BMF (sem a defazagem) o saldo dos estrangeiros continua negativo e sem ainda definir uma tendência clara.
 

fluxo2

Fluxo BMF Índice

 

11:45hs

Inversão de tendências - O petróleo que abriu caindo, dando continuidade a queda de ontem, inverteu a tendência e agora sobe em NY.

Há pouco, o WTI para julho valorizava 0,51%, em Nova York, aos US$ 129,52. Em Londres, o Brent para o mesmo mês subia 0,94%, aos US$ 129,51.

Na mesma hora, o Dow Jones trabalhou praticamente toda a primeira hora no azul, acompanhou a mudança da commodity e inverteu a tendência. No momento caindo 0,04%.

 

DJI

petroleo

DJI - Gráf. Diário

Petróleo NY - Gráf. Diário

 
 
Isso demonstra como o bom humor das bolsas americanas está (hoje em dia) muito atrelado a forte incidência do capital especulativo no desempenho da commodity.
 
12:30hs

Próximo do final da primeira etapa da Bolsa brasileira, as ações do Banco do Brasil ON (BBAS3) subiam 2,81% a R$ 29,92, destaque do setor financeiro. As demais ações listadas no Ibovespa também negociavam em alta, ainda repercutindo o resultado das operações de crédito em abril. Os papéis do Bradesco PN (BBDC4) valorizavam 1,31% a R$ 38,54e Itaú PN (ITAU4) avançavam 1,48% a R$ 47,90. Já Unibanco UNT (UBBR11) ganhavam 2,44% a R$ 24,28, enquanto Banco Nossa Caixa (BNCA3) negociavam em alta de 0,58% a R$37,79.

Além da notícia sobre os resultados das operações de crédito, podemos notar que as ações dos bancos ficaram um pouco atrasadas em relação as outras blue chips brasileiras (principalmente dos setores de siderurgia e petróelo). Portanto, no momento ocorre um ajuste interessante, que pode ser aproveitado, independente da estratégia  do investidor(seja ela e curto ou longo prazo).
 
 

BBDC4

BBAS3

ITAU4

BBDC4 - Gráf. Semanal

BBAS3 - Gráf. Semanal

ITAU4 - Gráf. Semanal

 
 
15:36 hs
DBRS: AGENCIA ELEVA BRASIL A GRAU DE INVESTIMENTO
Menos conhecida, a agência acaba de elevar o Brasil a grau de investimento. Maiores detalhes, em breve.
 
16:00hs
 

DBRS: Agência eleva Brasil a grau de investimento  São Paulo, 28 de maio de 2008 - A agência canadense de classificação de risco DBRS divulgou comunicado, há pouco, informando que elevou o rating soberano de dívida do Brasil para grau de investimento. A classificação, de longo-prazo, passou de "BB (baixo)" para "BBB (alto)", tanto em moeda local como em estrangeira. A agência também alterou a perspectiva da classificação  de"estável" para "positiva".
De acordo com o documento da DBRS, a elevação reflete uma série de evoluções, tanto estruturais como políticas, que, juntas, estão fortalecendo qualidade de crédito do País.
  Dentre as justificativas apresentadas, a agência destaca "a maior previsibilidade das políticas macroeconômicas, por conta de um crescente
consenso entre todos os partidos políticos quanto à política monetária e cambial". Outro item ressaltado pela DBRS é o "reforço estrutural das
administrações públicas mais eficientes de receitas provenientes de cobrança de impostos".
  No relatório, a agência canadense analisa ainda que há uma maior disponibilidade de crédito bancário e de formalização da força de trabalho, bem
como uma melhoria da dimensão e da estrutura da dívida pública e uma posição mais resistente no que tange às relações externas do Brasil, que passou recentemente a ocupar a posição de "credor" mundial.
  "Temos motivos para acreditar que o governo brasileiro continuará implementando um quadro prudente de política macroeconômica, mesmo após as eleições presidenciais em 2010", declarou McCormick Fergus, analista da DBRS no Brasil.
  A agência também analisa que a posição de exportador mundial de alimentos e combustíveis reduz o risco de aceleração da inflação no país nos próximos meses.
Segundo a DBRS, outros fatores que contribuíram para a elevação foram as recentes descobertas de petróleo e gás, que estão "iluminando as perspectivas" para o Brasil.
  A DBRS é a segunda agência de rating a conferir o grau de investimento ao Brasil. No dia 30 de abril, a Standard & Poor’s Ratings Services divulgou
comunicado informando que elevou o rating soberano do Brasil para grau de investimento. A classificação, de longo-prazo, passou de "BB+" para "BBB-", em moeda estrangeira. A S&P também elevou a classificação em moeda nacional de "BBB" para "BBB+".
  Na ocasião, a analista de crédito da S&P, Lisa Schineller, revelou que a elevação refletia a maturidade das instituições brasileiras e da política do
país, evidenciada pela flexibilização fiscal, pelas contas externas e pela melhora na perspectiva de crescimento.
  A DBRS é uma entidade canadense, privada e independente, que fornece análises há mais de 30 anos de entidades e empresas de todo o mundo. A sede fica em Toronto.

Fonte: Agência Leia

A notícia, justifica a euforia que tomou conta da bolsa brasileira nesta tarde. No momento Ibov +2,50% e IVBX subindo mais de 3%.

 

17:30hs

O índice Dow Jones subiu 0,36% aos 12.594,03 pontos. O Nasdaq Composto teve avanço de 0,22%, em 2.486,70 pontos, e o S&P 500 valorizou 0,39% com 1.390,84 pontos.

Depois dos ajustes de fechamento, o Ibovespa encerrou hoje em 3,04% aos 73.153 pontos. O volume financeiro da bolsa foi de R$ 7,459 bilhões.

O IVBX subiu 3,28%. Confirmando a força das empresas de menor líquidez. Enquanto no anúncio da Standard & Poor’s as bluechips se destacaram, agora as vedetes foram as empresas menores.

 

 

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